domingo, 30 de setembro de 2012

Alerta sobre o Mineroduto

Repasso esta mensagem importante, recebida por e-mail. Entendo que ela deve ser divulgada.

Pessoal,

Vejam o que nos aguardam.

Estive na cidade de São Domingos do Prata nesta semana e não podia deixar de relatar o descontentamento geral dos proprietários do município sobre a passagem do eixo Mineroduto da MMX Anglo America (regiao do Serro-MG até São João da Barra-RJ), este processo começou na região a cerca de 5 anos atrás, além das indenizações serem mínimas eles não imaginavam que o estrago em suas propriedades seriam tanto, pensavam que seria apenas a passagem de um cano de 65 cm de diâmetro com profundidade de 1,5 metros que pouco afetariam suas propriedades e muito menos suas vidas, infelizmente não foi isto que aconteceu.
Vejam as imagens, elas falam por si só. Algumas fotos tiradas em áreas de APP, brejos aterrados, a servidão é de 30 metros e na da Ferrous que atinge nossa região é de 38 metros.

Estas fotos foram tiradas no município de São Domingos do Prata - MG nas propriedades das seguintes pessoas.
   - Amélia Antunes Chavier In Memorian ( Seu filho-Luiz Eduardo Antunes Xavier)
   - Flavio Eustáqio Rolla
   - José Flávio Gomes
   - Sebastião Gomes Domingues


O Sr. Sebastião Gomes Domingues foi um dos grandes prejudicados. Foi depositado pra ele cerca de R$19.000,00 a cerca de 3 anos atras ele ainda não recebeu, nem perícia sequer foi feita em sua propriedade e nem vão fazer pois já abriram a servidão para passagem do mineroduto, o produtor alegou que sua propriedade está parada desde então, seu gado teve que retirar do retante que não foi atingido pois o pessoal operacional que passam pelo eixo deixam suas porteiras e tronqueiras abertas seu gado vai para estrada e se algum carro atropelar algum animal ele é o responsável. Infelizmente eles não conseguiram reunir um grupo como o nosso pra brigar pelos seus direitos e mobilizar a sociedade.
Segundo informações locais quem está realizando as obras é a empresa Camargo Correa, estas rodovias para passagem do mineroduto começaram o ano passado 2011 e segundo as informações com pessoal do hotel que hospeda a turma operacional, a previsão do término da obra da Camargo é pra Julho de 2014 isso se a obra não sofres atrasos como Chuvas, correndo risco de assoreamento dos brejos como aconteceu na fazenda do Sr. Rogério Guerra que teve 2 açudes assoreados por lamas do mineroduto na região de Nova Era - MG. A previsão é mais 2,5 anos na região de São Domingos do Prata sem que os produtores possam reutilizar as suas terras. Isto é fato, bastam irem lá e verem.

Peço que repassem aos demais proprietários atingidos pra que tomem conhecimento do que nos esperam.

Att.

Produtor Rural

Festival Medieval em Castelo Branco, Portugal

http://www.youtube.com/watch?v=a-kz9o7y6EU&feature=youtu.be

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Para quem esteve nessa

Assim salvamos o lindo Espaço Mascarenhas, há trinta anos. Quanta gente importante: os Bracher (Carlos, Nívea, Fani, Décio), Walter Sebastião, Dnar Rocha, Guilherme, Sanglard, Affonso Romano Sant´Anna...
Eu ainda vou achar o cartaz que o Jorge Arbach fez...
Veja:
http://www.tribunademinas.com.br/contos-urbanos-jf-162-anos/mascarenhas-meu-amor-marisa-timponi-rigues-1.1114043
http://www.pjf.mg.gov.br/funalfa/ccbm/historico.php,

terça-feira, 25 de setembro de 2012

domingo, 23 de setembro de 2012

São 30 metros

http://vicosacidadeaberta.blogspot.com.br/2012/09/justica-confirma-30-metros-para.html

Despreparada

A paisagem de Ponte Nova-MG é desoladora. Há poucos meses de se iniciar o período de chuvas, a cidade nem sequer se recuperou dos danos causados nos anos anteriores. Espremida entre morros sem vegetação e o rio Piranga assoreado, a cidade passará por maus momentos. As margens ainda seguram troncos de árvores, no leito estão paredes, entulhos.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Assim vai crescendo Manhuaçu

Enquanto a classe média alta encontra áreas adequadas para construir em Manhuaçu, o que já está construído sem planejamento e controle vai ficando assim: o adensamento cresce como consequência da melhoria das condições econômicas para pequenas reformas e acréscimos de lajes. Isto acontece onde já é bastante adensado. A terra custa cada vez mais,  não dá para adquirir terrenos em lugares bons. A irregularidade permanece, a  acessibilidade inexiste e a qualidade ambiental deteriora.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Estação rodoviária de Manhuaçu

Existem muitas estações rodoviárias feias, tem algumas até com alguma ousadia arquitetônica como é a de Manhuaçu. Mas também são muitas as estações em péssimo estado de conservação, mas a de Manhuaçu é o fundo do poço. É uma estação muito movimentada, pois há várias conexões. Deveria estar em muito melhores condições. Há infiltrações por todo lado, os banheiros fedem de longe, os bancos estão quebrados, há sujeira por todo lado. Pergunta idiota: por que chegou a esse ponto?
Que imagem, que cheiro, que sensação de descaso se leva da cidade!

Dramática Manhuaçu

Assim está a cidade à beira do seu rio. Rio lembrado apenas no temido período chuvoso.

Assim cresce a cidade para cima de seus morros. Casas não rebocadas e pintadas são o sinal da irregularidade.
Como começar a reverter esta dramática situação?
Como é que uma cidade com o vigor econômico de um pólo regional permanece sem planejamento urbano, sem plano diretor, sem lei de uso do solo?
Quem vai fazer alguma coisa?

sábado, 15 de setembro de 2012

Avançando sinal

Pegue uma câmera e você registrará, a qualquer hora, alguém avançando sinal vermelho em Viçosa, a cidade que um dia foi onde as pessoas respeitavam as faixas de pedestres.

Invasão da linha férrea


Esta barraca, dentro da faixa de domínio da linha férrea está desocupada. O ocupante antigo disse que saiu porque o "proprietário" aumentou o valor do aluguel. O proprietário verdadeiro  é a relapsa  RFFSA. Saiu no jornal que o Município não expedirá novo alvará para o funcionamento. E as demais barracas irregulares?
Estamos de olho!
Por que não demolir estas excrescência? .

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Rua de Qualquerlândia

Esta foto é tão representativa que resolvi postar novamente.
É uma típica rua de Qualquerlândia:
- deserta,  murada e insegura;
- moderna e sem identidade;
- com apartamentos mínimos sem iluminação e sem ventilação;
- com materiais de qualidade e passeios inacessíveis;
- estreitas, com varandas por sobre os passeios;
- com taxa de ocupação quase total mas a preços absurdos;
- com habite-se  e desobediente à legislação urbanística;
- sem afastamentos e sem jardins;
- sem pavimentação e sem captação de bocas águas pluviais;
- com alguma engenharia e nenhuma arquitetura.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Barranco quietim

O barranco da Av. Castelo Branco, em frente da Fama permanece há anos (5, 5...10?) e ninguém mexe. É justamente num trecho onde há necessidade de passeios.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Diálogo entre arquitetura e natureza

Obras  de Oscar Niemeyer e da natureza: harmonia e beleza. O Museu de Arte Contemporânea em Niterói e o Pão de Açúcar na cidade maravilhosa.

Inacessibilidade em Viçosa

A avenida Mal. Castelo Branco, uma via arterial não oferece a mínima segurança aos pedestres.

Quase não há calçadas, há apenas pátios para estacionamentos  sem continuidade de níveis. Há terrenos sem calçadas em uma via de grande movimento de automóveis, motocicletas, bicicletas e pedestres.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Qualislândia: Camboinhas, Niterói


Belo desenho de pisos, paisagismo caprichado,  proteção à vegetação de restinga, praia limpa, vista espetacular do Rio de Janeiro. Camboinhas: praia nota 10.

Desrespeito crônico

É uma luta danada para conseguir com que as cidades ganhem ciclovias ou ciclofaixas, e quando as conseguem o desrespeito logo se manifesta.


Em Niterói, é muito fácil ver carros estacionados nas ciclofaixas e ciclistas pedalando em vias, correndo grandes riscos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

I Seminário de Planejamento e Avaliação do Espaço Construído


I SEPAAC

Viçosa – 04 e 05 de Outubro de 2012

O discurso e a prática: ambiente construído e espaço produzido.

O I SEPAAC é um evento organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo - PPGAU, da Universidade Federal de Viçosa que acontecerá na cidade de Viçosa, Minas Gerais, nos dias 04 e 05 de Outubro de 2012. É com satisfação que este programa inicia e traz a reflexão para a comunidade acadêmica e pesquisadores comprometidos com as questões arquitetônicas e urbanísticas, nos variados campos e níveis de discussão, sendo este um primeiro momento de interlocução, que se pretende que aconteça anualmente nos próximos anos.

O público deste evento é formado por pesquisadores do campo da arquitetura e do urbanismo, de diferentes procedências disciplinares. Pesquisadores das áreas de Arquitetura, Urbanismo, Paisagismo, Planejamento Urbano, História, Geografia, Sociologia e Antropologia; em suma, estudiosos e profissionais preocupados com o diálogo interdisciplinar no campo do ambiente construído e do espaço produzido.

Inscrições:
http://www.dau.ufv.br/mestrado.au/sepaac/

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Acessibilidade na Castelo Branco

A avenida Marechal Castelo Branco aos poucos se torna uma das principais vias de Viçosa. Prédios altos vão sendo construídos enquanto as condições de acessibilidade das calçadas precisa ser revista urgentemente. Os proprietários e administradores urbanos vão ter de solucionar a questão das vagas de automóveis e garantir a segurança dos pedestres, coisa que hoje não existe.

domingo, 2 de setembro de 2012

Patrimônio preservado?


Que tal esta solução para preservar um patrimônio?  Está se espalhando por várias cidades. Esta é em Juiz de Fora, na Rua Batista de Oliveira.  Mas não é uma boa solução. Há soluções melhores no esquecido Estatuto da Cidade. Onde estão os políticos que não aplicam a Transferência do Potencial Construtivo?
Onde estão as placas dos  autores da obra?

Opressão


Assim cresce Qualquerlândia. Será que foi obedecida a faixa de Área de Preservação Permanente do ribeirão na enorme construção? Será que foi obedecida a taxa máxima de ocupação de 80% do terreno? 
A casa do lado deverá ter um destino parecido. O terreno ao lado, vazio e sujo, ao lado aguarda a decisão da luta entre o Capital imobiliário e o Meio ambiente, pois há uma nascente no terreno. Adivinha quem vai ganhar?

sábado, 1 de setembro de 2012

Ruas de Qualquerlândia

Nos meses que antecedem as eleições, as  ruas de Qualquerlândia ficam "bonitinhas" pois recebem o asfalto que os moradores tanto desejam. O problema é que chega o asfalto mas não vem junto a rede de coleta de águas pluviais. É fácil perceber que, quando chover, as águas descerão por cima do asfalto e, adeus asfalto!
Ou seja, vale mais a solução paliativa que o planejamento, que exige tempo e competência.
Assim também  vão surgindo as calçadas, que de calçadas não têm nada, como soluções individuais  para entradas das garagens e das casas. Impossível passar pelas calçadas com alguma cadeira de rodas, um carrinho de bebê.
Por falar em planejamento, mais de uma vez foi derrubada a exigência de afastamentos frontais com três metros, o que permitiria que cada edificação poderia resolver muito melhor a conexão das garagens com as calçadas contínuas e com as ruas. Sem afastamentos, as calçadas são "incorporadas" aos lotes e servem apenas a cada um deles. Se tornam espaço para avançar por sobre elas com as varandas e beirais. Se tornam locais para jogar entulho, lixo. Enquanto não recebem construções, os lotes não "merecem" calçadas.
Há poucas exceções, sim, e elas merecem destaque, pois são uma amostra de que as ruas poderiam ser muito melhores.


Alguns prédios das ruas de Qualquerlândia  têm boas soluções de ligação com a via. O recuo frontal permite um jardim, rampas com inclinação adequada, um pouco mais de privacidade.  Os afastamentos laterais, incomuns, garantem mais iluminação e ventilação.