terça-feira, 29 de outubro de 2013

Delírio

Um delírio: parque linear do Ribeirão São Bartolomeu, Viçosa, MG.

Hoje é assim:

Com meu delírio:


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Pirâmide do Aprendizado

Se você não é artista de teatro, participe das discussões sobre sua cidade!
https://www.facebook.com/NeurocienciasEmBeneficioDaEducacao

Criar é facil, manter é outra história



http://www.cidadessustentaveis.org.br/noticias/novos-municipios-mantem-baixa-qualidade-de-vida

domingo, 27 de outubro de 2013

Proteste!

E os gaúchos demonstram estar felizes com seu governo



Fotos de Maurício Nacif de Faria
24 de outubro via celular
próximo a Coxilha, Rio Grande do Sul

Rio antigo


Rio de Janeiro, Centro. Um acervo inesgotável de arquitetura neoclássica e eclética. Muitos exemplares correm perigo de desaparecimento. Uma pena. Salve o Rio de Janeiro!


sábado, 26 de outubro de 2013

Banheiros acessíveis


COMO CONSTRUIR - Diretrizes de projeto e execução para banheiros com acessibilidade.

O banheiro necessita atender às diferentes características das pessoas que vão utilizá-lo e isso deve ocorrer de uma forma segura e independente. O termo que define um projeto que atenda ao maior número de pessoas possíveis é o Desenho Universal, e requer considerar as habilidades ou dificuldades de utilização de um espaço pelas pessoas ao longo de toda a vida.

http://www.portalinclusao.com/noticia/26-10-2013+banheiros-com-acessibilidade-para-pessoas-com-deficiencia-fisica-e-idosos

https://www.facebook.com/inclusaobrasil

Coomprem automóveis!

Copa antes da Copa.

Para chegar à Barra é uma barra...

Só vai piorar nas nossas cidades, de 10.000 ou 10.000.000 de habitantes.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Indignação que não acaba!



O Paraíso, o Deserto, o Fundão,  o Palmital, as Coelhas, enfim, Viçosa está virando um inferno. Viçosa caminha rapidamente para a insustentabilidade.


Estava bom demais para durar!
Sem fiscalização, o processo avança mais rápido. Lamentável.


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Perder os bondes



Viçosa continua a padecer do descaso em sua administração.

Nada acontece em relação ao Plano Diretor, encaminhado à Prefeitura em 2008.

Nada acontece em relação ao Plano de Mobilidade, obrigatório até Fevereiro de 2015.

Nada acontece aos que constróem em cima dos rios e destroem a natureza.

Só acontece perdermos o bonde, ou o VLT. 

Só acontece o acúmulo de processos que o prefeito vai responder.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Fazenda do Xaxá - UFV

Fazenda do Xaxá, uma das propriedades adquiridas para formar o Campus da UFV.
Belíssimo lugar, belísima gameleira, belíssima casa.

Sede da Dendrologia. Lugar querido por muitos,  homenageado em épocas de campanhas e abandonado depois. Em risco,  pede socorro.

Com muitas alterações que descaracterizaram a casa de fazenda, merece respeito e um bom projeto de conservação.
Um patrimônio a ser lembrado e protegido.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Museu da Cerveja em Petrópolis


Museu da Cerveja: em Petrópolis, o mais completo espaço brasileiro sobre a bebida.

Visita imperdível e deliciosa. Uma arquitetura  requalificada, um espaço contemporâneo.

Projeto do Arquiteto André Vilkas.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Centro Cultural de Ação da Cidadania


O Centro Cultural de Ação da Cidadania é sede de uma série de eventos culturais organizados pelo Ministério da Cultura (seminários, apresentações musicais, exposições, oficinas, mostras de audiovisual e de gastronomia com enfoque na sustentabilidade).


Arquitetura simples e despojada.


Projeto de Flaksman Pini Vergara Arquitetura e Arte Ltda  em parceria com Hélio Pelegrino.


Construído em 1871 por André Rebouças foi o primeiro Armazém da Região Portuária do Rio de Janeiro. Singular em dimensão e características arquitetônicas tem aproximadamente 14.000 metros quadrados de área construída em dois pisos - o térreo e o mezanino, e um espaço interno com 168 metros de comprimento e 36 metros de largura.
Rua Barão de Tefé, 75, Gamboa.

domingo, 20 de outubro de 2013

Deserto no Paraíso


É só ir lá no Deserto/Paraíso, a uns 200 m da estrada para Paula Cândido. Um corte de terra acabou com várias árvores, o aterro fez a mesma coisa. O corte está com uma  declividade muito forte, mais de 60 graus, e coloca um poste e uma cerca em risco de cair junto com um deslizamento. O curso de água está muito próximo do aterro.


Os interessados afirmam que está tudo "dentro dos conformes".
Será que conseguiram autorização do Codema, será que fizeram um estudo de impacto de vizinhança para o IPLAM?
Será que eles sabem que a lei de uso do solo de Viçosa não permite salão de festas na zona rural?
Será que pensaram na solução de drenagem e no incômodo que causarão aos moradores?
Os moradores estão indignados, mas estão com medo de represálias.
Com a palavra as autoridades.

INSEGURANÇA PÚBLICA E INÉRCIA GOVERNAMENTAL

CARTA ABERTA CONTRA A INSEGURANÇA PÚBLICA E INÉRCIA GOVERNAMENTAL EM VIÇOSA

Os moradores do bairro Ramos, somam-se à comunidade universitária e à sociedade viçosense em geral para, por meio desta, manifestar sua indignação em relação aos altos índices de violência registrados em nossa cidade, bem como expressar seu repúdio frente à insuficiência das respostas por parte dos nossos gestores públicos em relação à criminalidade, considerando que esta postura se traduz, inevitavelmente, na prática da impunidade. Não há como negar que o descumprimento das leis pressupõe e/ou resulta na conivência do Estado em relação à criminalidade. Seja por omissão, por incapacidade operacional ou por indisposição política das autoridades que ocupam os lugares da lei, os governantes não tem cumprido sua missão de guardião dos direitos e de protetor da vida e dos bens individuais e coletivos na sociedade viçosense.

É este cenário que nos motiva a escrever esta carta aberta. E mais recentemente, o caso da brutal violência sofrida por uma moradora do bairro Ramos, às 19 horas e 30 minutos, do dia 18 de outubro de 2013, quando voltava para sua residência e foi atacada e agredida violentamente por um conhecido marginal que, por diversas vezes, já praticou crimes em nossa cidade. As cenas assistidas pelos moradores da Rua Dr. João Alfredo e os relatos de testemunhas nos indignam e provocam a assumirmos uma postura de defesa dos nossos direitos como moradores de Viçosa com relação à segurança pública.

NÃO ACEITAMOS MAIS A INÉRCIA DOS NOSSOS GESTORES PÚBLICOS!!!

A impunidade fragiliza os laços e a coesão social, multiplicando situações de desrespeito e ampliando a sensação de desamparo e desproteção que obstrui os processo de identificação coletiva e a construção de uma cidadania plena. Os criminosos agem, são identificados, são presos e, imediatamente, são soltos. Contra isso a polícia nada pode fazer. Sabemos que uma polícia desequipada e precarizada em suas condições de trabalho não consegue efetivar as investigações criminais que se constituem peças fundamentais para o exercício da justiça no âmbito do poder judiciário. Expressamos, portanto, nosso desejo de termos uma estrutura policial em que os processos de investigação, e a consequente punição, aconteçam de forma ágil e responsável para que a nossa população, vítima de múltiplos processos de vitimização, não se sinta desamparada e desprotegida, vivendo à deriva e à mercê da própria sorte.

Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pela Polícia Militar de Viçosa, registramos aqui a boa vontade dos nossos policiais em nos atender durante o ocorrido. Agradecemos o empenho dos policiais Sargento Selma e Cabo Souza que, prontamente, nos atenderam, assistiram com muito carinho e empenho a moradora agredida, conduzindo-a e acompanhando-a até o hospital e, depois de atendida pelos médicos, levaram-na com segurança até a sua residência. Ao mesmo tempo, a Polícia Militar já havia identificado o criminoso e tentou, inutilmente, localizá-lo sem êxito.

A violência que se abate sobre os viçosenses, juntamente com a inércia dos nossos governantes, seja pela ineficácia das nossas leis, da desassistência médica, da desestruturação do processo educacional, da precariedade das moradias, da inexistência de equipamentos coletivos que atendam às demandas sociais, enfim, o descaso e o descompromisso com as garantias de direitos à maioria da população viçosense são atitudes que condenamos e repudiamos, de forma veemente, através deste instrumento que tornamos público nesta hora.

Denunciamos aqui a falta de equipamentos e policias para que tenhamos maior segurança; denunciamos os efeitos perversos da impunidade no contexto social, compreendendo que este é um fator que obstrui a promoção da justiça social e criminal. Reconhecemos o quanto essa realidade produz dor e sofrimento na vida daqueles que foram ou serão violentados por criminosos que estão soltos; assim, esta carta é também um gesto de solidariedade para com aqueles que foram ou estão sendo vítimas da violência e da impunidade.

À nossa vizinha, moradora do bairro Ramos, covardemente agredida no meio da rua, manifestamos o nosso apoio e lamento pelo ocorrido, afirmando que, dentro da lei, faremos, já que os nossos gestores públicos não o fazem, tudo o que for necessário para melhorar a nossa segurança e a segurança dos nossos filhos.

AMAR - ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO RAMOS

Ame-a, odeie-a

Cidade da Música, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Atelier Christian de Portzamparc
Ame-a, odeie-a

Uma obra monumental, espetacular, para poucos.

Espaços magníficos, desertos.

Um elefante cinza sem acessos, obra caríssima, belíssima no meio de autopistas.

Uma obra projetada para sediar a Orquestra Sinfônica que hoje ainda procura outros usos. Um luxo que nem um país desenvolvido se permite.

sábado, 19 de outubro de 2013

Museu de Arte do Rio


MAR - Praça Mauá, projeto dos arquitetos Paulo Jacobsen, Bernardo Jacobsen e Thiago Bernardes:  um espaço importante recém inaugurado. Convívio entre o antigo e o novo. Pontos positivos como a composição da fachada frontal e os espaços internos.

Ponto positivo para o acervo.

Pontos negativos para os volumes externos de ligação entre os prédios novo e o eclético. O prédio antigo fica escondido.

O volume da passarela se sobrepõe ao canto da edificação. Não ficou uma relação harmoniosa.


Fábrica Bhering - Rio de Janeiro

Uma experiência única e muito rica.  Artistas instalam seus ateliês na antiga fábrica de chocolates Bhering, no Santo Cristo, Rio de Janeiro.

Em relativo bom estado as enormes instalações abrigam ateliês de importantes artistas.

Cerca de 60 artistas criaram um espaço cheio de vida e inspiração.

Os maquinários antigos convivem com oficinas, marcenarias, ateliês e galerias.

Uma criativa maneira de gerar economia e proteger um bem tombado.
Um espaço "cool" do Rio de Janeiro.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Viçosa cidade


Viçosa, vista do bairro Bom Jesus. Um conjunto adensado, com quase nenhuma área verde, uma profusão de coberturas metálicas por sobre as lajes, caixas d`águas  azuis e antenas parabólicas. Assim as pessoas se viram.

domingo, 13 de outubro de 2013

Abandono



Uma referência arquitetônica da Zona Norte de Juiz de Fora está sendo aos poucos destruída, a sede do Jóquei Clube, no bairro de mesmo nome.

Poluição visual



Por trás de tanta poluição visual há um prédio de arquitetura muito interessante, o Cine Brasil, que não deveria estar escondido por tantas peças publicitárias. Uma uma faculdade particular é a maior contribuinte. Uma pena isso acontecer. É fácil de resolver, a cidade agradeceria e nossos olhos também.

sábado, 12 de outubro de 2013

Para todas as cidades



Ciclovia Salvador

Obra irregular no Paraíso, Deserto, Viçosa, MG




Está sendo realizada uma obra no Paraíso, na localidade conhecida como Deserto, com movimentação de terra e aterramento de uma área de APP, com curso d'água e brejo para a construção de um salão de festas.
Por ser uma APP a obra já é ilegal.
O local é área de preservação permanente, o dono do terreno canalizou o córrego dentro da propriedade. As máquinas continuam trabalhando. Outro problema é que a obra é para construir um salão de festas, mas tem residências no local.
Moradores da rua já denunciaram a policia ambiental, mas ainda não houve fiscalização e a obra continua. Moradores do inicio da rua usam a água do córrego que poderá ser aterrado.
Pela Lei do Uso do Solo (Lei 1420) não é permitida a construção de Salão de Festas na Zona Rural.
Esperamos que sejam tomadas as providências.

Segunda-feira, dia 14/10, até agora nada de ação para impedir mais esse crime ambiental. Vamos ver se a Prefeitura tem coragem!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Tá braba a coisa aqui!


Política com P maiúsculo

Vamos brincar?

Playable City!
É um programa de capacitação, treinamento e desenvolvimento colaborativo de obras artísticas, produtos e serviços. O programa reunirá organizações e profissionais do Reino Unido e de Pernambuco, incluindo artistas, produtores, tecnólogos e empreendedores criativos.

Recife é uma playable city
http://transform.britishcouncil.org.br/pt-br/content/recife-playable-city
http://www.hellolamppost.co.uk/about

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Faminto?

A gente só quer saber dos nossos bifes dourados, que se pareçam o menos possível com algo vindo de um animal.

Ver em:
http://www.naturalcuresnotmedicine.com/2013/08/this-might-be-most-eye-opening-video.html

Eclético e Moderno


Avenida Getúlio Vargas, Juiz de Fora: convivência da arquitetura eclética,  Art deco e moderna (Banco do Brasil, projeto de Oscar Niemeyer). A escala dos edifícios é interessante e agradável, assim como é bem resolvido o tratamento das esquinas.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Capital do pé-de-moleque


Piranguinho, no Sul de Minas Gerais, é a capital brasileira (quiçá do mundo) do pé-de-moleque. E o melhor deles, segundo uns felizardos nativos, é o da (bonita) barraca vermelha.
Vai um pé-de-moleque aí?

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Fazendo errado



Texto  publicado no Jornal Tribuna Livre de 03 de outubro de 2013.

A ex-pequenina cidade de Rio Paranaíba tem sofrido transformações significativas nos últimos três anos. Antes, com a economia baseada na produção agrícola, passou a ser uma cidade universitária.  Em um vídeo acessível na rede mundial de computadores, feito a partir de um sobrevôo na cidade, nota-se uma extraordinária expansão da área urbana. São os sinais de um progresso que chega de uma forma avassaladora e muitíssimo preocupante. Isso ocorre a partir da implantação de um campus da Universidade Federal de Viçosa no município. A rápida instalação dos cursos, a chegada de professores, funcionários e estudantes provocou uma revolução sem precedentes. A demanda por moradia, transporte, alimentação, comércio, lazer dentre outras necessidades, vem gerando um crescimento desordenado e não há muito tempo para começar a lidar com a situação antes que se torne irreversível. 


Em três anos a área urbana expandiu 79%, uma taxa inigualável em qualquer lugar do mundo. Surgiram vários novos parcelamentos de terra, ultrapassando dois mil novos lotes.  Essa oferta é suficiente para abrigar cada nova família em uma residência isolada nas próximas duas décadas, no mínimo. Isto enriqueceu alguns empreendedores, mas é parte de uma série de problemas graves que iniciarão a ocorrer em um futuro muito próximo. Erguem-se rapidamente prédios e residências unifamiliares em bairros novos, um sinal de riqueza. Ao mesmo tempo, isto ocorre em um meio em que não há regras para controle do uso e ocupação do solo, ou seja, não há critérios, legislação ou fiscalização das construções. Os novos loteamentos estão sendo implantados sem a preocupação com uma malha viária harmonizada, interligada por vias arteriais para permitir o crescimento urbano e um fluxo adequado do trânsito. Os parcelamentos estão sendo feitos sem que seja construído um adequado sistema de drenagem urbana. Neles inexistem ou são insuficientes as áreas verdes ou áreas destinadas ao município, e as que foram projetadas para tal uso, já foram distribuidas como lotes. A pavimentação é precária, sem há meios-fios e arborização.  Isto acarretará problemas sérios, pois as futuras administrações só terão áreas para construir creches, escolas, postos de saúde, etc., se as adquirirem ao preço de mercado, ou seja, serão terrenos caros. Cada proprietário constrói do seu jeito. Casas são erguidas sem afastamentos e chegam a  ocupar 100% do terreno. Teremos, em breve, casas com iluminação natural prejudicadas, mal ventiladas e com privacidade prejudicada. Os bairros e casas ficarão mais quentes pela falta de vegetação. As enchentes serão mais constantes, pois os pisos impermeabilizados jogarão as águas das chuvas imediatamente para as ruas sem a devida estrutura de drenagem.

Embora esteja em uma área desenvolvida do estado, mas não livre do uso indiscriminado de agrotóxicos, Rio Paranaíba é mais uma cidade sem planejamento urbano. A cidade cresce, incha sem se desenvolver como deveria. É certo que qualidade de vida vai piorar, na medida em que a universidade for crescendo. Sem um setor de planejamento urbano, uma legislação urbanística e fiscalização, a prefeitura vai ficar à mercê dos construtores e especuladores imobiliários, com acontece em outras cidades. A expansão descontrolada custará muito caro aos cofres do município, pois, para locais de ocupação rarefeitas será necessário levar a infraestrutura de água e esgotos, manter a pavimentação, varrer as ruas, buscar lixo, levar transporte coletivo e rondas policiais.

Em 2012, foram iniciados trabalhos para a elaboração do plano diretor, mas não avançou e tal fato deveria ser motivo de grande preocupação. Aparentemente não interessa aos políticos locais, e nem parece interessar à própria UFV. Os danos podem rapidamente se tornar irreparáveis, embora o planejamento territorial seja a maneira mais eficaz e econômica de gerir um município.

domingo, 6 de outubro de 2013

Qualquerlândia: avanço sobre área pública




 
Um péssimo costume adotado pela população que, quando constrói, avança por sobre as calçadas públicas. Praga que se espalha impunemente em nossas cidades, em regiões ricas ou pobres, em cidades ricas ou pobres, em bairros ricos ou pobres. Os exemplos  acima são de Santa Rita do Sapucaí, MG, mas são encontrados em qualquer cidade de Minas Gerais.