terça-feira, 22 de maio de 2018

X MESTRES E CONSELHEIROS


Mais informações no site:
 www.mestreseconselheiros.com


Chegando à sua décima edição em 2018, o Fórum Mestres e Conselheiros é um evento único no Brasil, no qual os militantes e os agentes que formulam e implementam as políticas de patrimônio se encontram com pesquisadores acadêmicos dos diversos programas de pós-graduação em nosso país.
Neste ano, em sua edição comemorativa, o Fórum vai apresentar uma visão panorâmica da preservação em nosso país, convidando os especialistas e militantes a apresentarem suas reflexões e experiências sobre “As diversas dimensões do patrimônio cultural”. Mantendo o seu caráter plural, o Fórum Mestres e Conselheiros abre espaço para apresentação de trabalhos científicos, que são publicados em anais indexados.

TEMÁRIO:

AS DIVERSAS DIMENSÕES DO PATRIMÔNIO CULTURAL

OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

domingo, 20 de maio de 2018

TEMPOS MAL SERVIDOS


Artigo publicado no jornal Folha da Mata, em 17 de Maio de 2018

Não é muito sobre esse tema que costumo escrever, mas tem me incomodado, assim como acredito que incomode a muita gente. Trata-se do tratamento recebido quando precisamos do atendimento das pessoas, seja no comércio ou, principalmente na prestação de serviços. É claro que há exceções, mas são cada vez mais exceções apenas.

Está cada vez mais comum entrar numa loja qualquer sem que um vendedor se apresente e se disponibilize para nos atender. Em geral, eles permanecem batendo papo com os colegas ou focados nos seus inseparáveis celulares. Parece que os incomodamos, que estamos ali fazendo o favor de tentar comprar alguma coisa, mas só conseguimos quando eles estiverem dispostos a nos atender. É assim também quando precisamos dos serviços de costura, reparos, consertos ou de informações em consultórios. Parece que ficam aliviados quando vamos embora sem o atendimento, pois eles estão ali para coisas mais importantes que os clientes. Às vezes quase imploramos para que percebam nossa presença. Percebemos que não há interesse em nos ajudar, em dar opções ou sugestões. Se o que procuramos não tem, pronto, não tem, caiamos fora, pois estamos os atrapalhando!

A parte mais grave ocorre com os prestadores de serviços autônomos. Desde médicos, arquitetos, dentistas até costureiros, pintores, marceneiros, mecânicos, bombeiros ou jardineiros. Quando conseguimos contato, o tempo que levamos desde a solicitação até o atendimento é enorme, recheado de desculpas, adiamentos ou serviços colocados à frente dos nossos pedidos. Há uma conhecida e grave discriminação nos serviços de saúde, quando o serviço é atendido de forma muito diferente se feito sob atendimento particular, sob convênio ou sob INSS. Arquitetos ou engenheiros demoram em apresentar seus projetos. Advogados chegam a nos fazer a perder causas quando querem abraçar o mundo, na busca de arrumar mais e mais clientes. Custa-nos achar autônomos disponíveis para reparos em nossas roupas, carros ou casas. Esse atendimento que pode levar meses até chegar a nossa vez e, quando acontecem, se feitos de forma apressada ou mal entendida, pode nos trazer prejuízos.

Por muitas vezes permanece o silêncio, a falta de satisfação. Por muitas vezes temos um serviço malfeito ou em desacordo com o que pedimos, por causa do atendimento feito às pressas, sobre nossa pressão, com mau humor. Essa postura precisa mudar, pois ela leva qualquer atividade à falência, portanto acaba com empregos. Pior que há pessoas que parecem não se importar com isso. Há órgãos públicos que dão consultorias e treinamentos ao comércio e serviço, como o Sebrae, mas o que vivemos é uma lástima.

Donos de lojas, funcionários, especialmente autônomos, lembrem que vocês precisam dos consumidores. Sem clientes, vocês fecharão as portas ou serão esquecidos. Atender bem é uma atitude que serve para todos nós, pois dependemos uns dos outros. Atendamos melhor, usemos de sinceridade quando estivermos com agenda cheia, respeitemos horários, sejamos, honestos, prudentes, esforcemos para ser mais competentes, que muita coisa melhora.

CONSERVATÓRIO


O Conservatório Estadual de Música "Prof. Theodolindo José Soares", referência de Visconde do Rio Branco, formador de músicos desde 1956, atualmente com 1800 alunos, que crescem num agradável ambiente de cultura, de auto-estima e civilidade. Parabéns ao Conservatório!

sexta-feira, 18 de maio de 2018

PRIMEIRAS REUNIÕES EM VISCONDE DO RIO BRANCO

Bairros  Cel. J. Lopes, S. Cruz, Eldorado e Centenário - 17 de Maio de 2018.

 Colônia - 17 de Maio de 2018

Bela Vista de São Francisco e São Francisco. Zona Rural. 11 de Maio de 2018.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Cidade das Sombras

Leopoldina-MG é a cidade das sombras, no  sentido mais agradável possível.

Há árvores em muitas ruas da cidade.

Praça  Félix Martins, Um lugar agradável e bem cuidado.

 As sombras das árvores fazem uma diferença enorme em uma cidade que ocupa majoritariamente fundos de vales.

Sob as sombras surgem espaços agradáveis de espera de ônibus.

Fotos Ítalo Stephan, Maio de 2018.

Leopoldina-MG

Leopoldina, simpática cidade da Zona da Mata mineira. 
População aproximada de 55.000 habitantes, IDH-M 0,726 (alto).

A arborização intensa é uma das características da cidade. Sombra bem vinda numa região muito quente. Há muitas ruas largas, onde predominam a pavimentação em paralelepípedos e a ausência de quebra-molas. 

Há espaços bem agradáveis como o centro de comércio popular.

Fotos ítalo Stephan, Maio de 2018.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Ah, Viçosa!


Ah, Viçosa(MG)!
Situação de abandono da rua Antônio Torres, no bairro Ramos. Saae começou a obra, mas não terminou. E tem outros trechos da rua afundando...

domingo, 13 de maio de 2018

PINT OF SCIENCE VIÇOSA


Como pensar a inclusão a partir de diferentes áreas do conhecimento? A cidade é inclusiva? A educação é inclusiva? Essas questões serão apresentadas e debatidas pelo professor Ítalo Stephan, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, e pela professora Ana Luisa Gediel, do Departamento de Letras.

BAR DO LEÃO - 14/05/2018 - 19:30h

https://pintofscience.com.br/event/quem-faz-a-cidade-mobilidade-urbana-e-planejamento

terça-feira, 8 de maio de 2018

CONGONHAS-MG

Congonhas do Campo-MG, 52.000 habitantes. Porção oeste do Quadrilátero Ferrífero. Está a cerca de 870 m de altitude, 70 km de Belo Horizonte.

Possuidora de um belíssimo conjunto arquitetônico.

Um belo horizonte e um solo riquíssimo.

Do patrimônio histórico barroco colonial pouco sobrou. Restou uma cidade de arquitetura medíocre.

Fotos Ítalo Stephan, Maio 2018.

domingo, 6 de maio de 2018

CATAS ALTAS DA NORUEGA-MG

Catas Altas da Noruega, uma pequenina cidade  próxima à Piranga.  Um município com um pouco mais de 3.500 habitantes.

Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante. Em fase de restauro.

"Catas Altas da Noruega é rota de um dos antigos caminhos coloniais, o “Caminho de Dentro”. Um caminho alternativo e importante para o transporte de pessoas e mercadorias, especialmente a escoação do ouro das Minas Gerais. O Alferes José Joaquim da Silva Xavier (Tiradentes) fiscalizava este caminho por ordem do Rei de Portugal." 

Estrutura em madeira e vedação em adobe.

"O termo CATAS ALTAS pelo qual ficou conhecida a região tem sua origem no processo primitivo para extrair ouro, que era explorado no sistema de catas, onde grandes escavações eram feitas nas areias dos rios até encontrar a pedra do fundo do leito. Essas areias (ou cascalhos) eram transportadas para as margens em bateias (carumbés). Aos poucos, devido às enxurradas, o processo de catas foi substituído por outros meios de exploração. A origem do nome NORUEGA é antiga e frutuosa, sendo que, a versão geralmente aceita, de que é nome dado pelos primeiros desbravadores ao encontrar aqueles morros frios e úmidos que "escondiam a face do sol"."

Interior da igreja, com altares recuperados, pilares em recuperação, forro em cavaletes, para restauro.

Uma cidade com construções muito modestas, capaz de nos oferecer um belíssimo exemplar de arquitetura. Fotos Ítalo Stephan, Maio 2018.

Fonte:
http://www.catasaltasdanoruega.mg.gov.br/detalhe-da-materia/info/historia/6495