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16 maio 2026

PATRIMÔNIO CULTURAL DE VIÇOSA


Em reunião do Compath (13/05/2026), a vereadora Prisca (PT), acompanhada de assessoras e cidadãs,  apresentou o pedido para o possível  registro da Confecção dos Tapetes de Corpus Christi de Viçosa como patrimônio cultural.
Bela iniciativa. 
As próximas etapas incluirão a realização de Inventário, o reconhecimento pelo município e encaminho ao IEPHA-MG para registro.

20 abril 2025

São Tomé das Letras-MG

São Tomé das Letras. Sul de Minas,  6.094 habitantes , 58% urbana, 42% rural (Censo 2022)

Cidade única. Arquitetura com construções e pavimentação com as pedras típicas da região.

Over turismo? Uma pequena cidade  consegue estar preparada para receber 3 vezes sua população? Dá conta de estacionamento, abastecimento de água, tratamento de esgotos, produção de lixo?

São Tomé atrai multidões com os apelos de cachoeiras, magos, duendes, bruxas e E.T. s.

Montanhas de rejeitos da extração da pedra de São Thomé.

Turismo de natureza. Muitas cachoeiras no município.

Fotos Ítalo Stephan, abril 2025.

25 agosto 2024

DOIS ÍCONES DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE JUIZ DE FORA

Atividade de divulgação da tradicionalíssima Festa Alemã na escadaria do Cine-theatro Central, um ícone arquitetônico de Juiz de Fora-MG.
Foto Ítalo Stephan, agosto 2024.
 

02 agosto 2023

BICHINHO - PRADOS-MG

Bichinho, distrito de Prados, acessos por Tiradentes e por Prados. Atraente vila plena de lojas de artesanato.

Rusticidade, cores. Lojas de artesanato, restaurantes.

Casas coloridas em ambiente descontraído que atrai centenas de visitantes.

Ateliês com obras inusitadas.

Fotos Ítalo Stephan, julho 2023.

24 julho 2023

Trem Turístico Tiradentes-São João del Rei.

 

Estação em Tiradentes


Paisagem no meio do caminho, pastagens e a serra ao fundo.


Curva e vegetação.


Estação em São João del Rei.
Um passeio interessante, promete mais que cumpre. Trilha sonora mineira, ok. Paisagem da serra de São José,  OK.
Bastante apito e fumaça, muitas capivaras e gado pastando, OK.
Lixo, águas poluídas e fedidas no caminho, não OK
Casas abandonadas ou mal conservadas, cercas estragadas, mato alto e entulhos no caminho, não OK.
Trecho pede mais tratos, mais cuidado. 
Longe de poder comparar com outras linhas, como a da maria Fumaça de Gramado. O passeio merece mais cuidados.

Fotos Ítalo Stephan, julho de 2023.

14 novembro 2022

SEDE REABERTA: MUSEU MARIANO PROCÓPIO, JUIZ DE FORA




Reaberta a visitação à parte da sede do Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora-MG. Um rico acervo reencontra os visitantes.
Fotos Ítalo Stephan, novembro 2022.
 

01 julho 2021

EVENTO SOBRE PATRIMÔNIO CULTURAL

 

As submissões dos resumos expandidos já estão abertas!!

Para mais informações acesse o nosso site: http://ocs.spo.ifsp.edu.br/index.php/cicop/cicop2021

Temos uma página no Facebook: https://www.facebook.com/cicop21

Instagram: https://instagram.com/cicop21?igshid=iyuv3coefoky


13 janeiro 2021

O CAMPUS E SEUS CANTOS

Campus da UFV - Linha férrea com o Horto do lado esquerdo.

Campus da UFV - avenida Purdue,  do lado direito o Horto e do esquerdo um pequeno bosque.  

Campus da UFV e a única sede  de fazenda restante - a Fazenda do Xaxá.
Fotos Ítalo Stephan, janeiro 2021. 

DIGNO DE TOMBAMENTO

Ed. Arthur Bernardes - Campus da UFV - Digno de tombamento nos níveis municipal, estadual e federal. Até hoje sem essa proteção necessária e favorável ao município.
Quando é que a admnistração vai permitir isso?
Foto Ítalo Stephan, janeiro de 2021.


 

17 maio 2020

MANIFESTO EM DEFESA DO IPHAN



MANIFESTO EM DEFESA DO IPHAN

O FÓRUM DE ENTIDADES EM DEFESA DO PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO, formado por diversas entidades da sociedade civil que congregam profissionais e pesquisadores das diversas áreas vinculadas à preservação do patrimônio cultural, juntamente com REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL NO CONSELHO CONSULTIVO DO IPHAN e EX PRESIDENTES DO IPHAN, vem manifestar a sua preocupação com a ação do Governo Brasileiro sobre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Desde 2016 e, mais criticamente, após o início do atual governo brasileiro, em 2019, o Brasil passa por um período de muitos retrocessos nas esferas social, ambiental e cultural, com a extinção ou a interferência política em instituições, ministérios e conselhos participativos. A estrutura administrativa do Iphan tem sofrido, neste período, diversos ataques que fragilizam sua atuação histórica frente às realidades plurais do patrimônio na sociedade.

O mais recente e mais grave destes ataques ocorreu no último dia 11 de maio, com a nomeação para a Presidência do Iphan de pessoa sem a necessária formação e experiência profissional, em flagrante ação de deslegitimação do saber científico e técnico que sempre caracterizou a instituição. Essa nomeação para o cargo mais importante do órgão ocorre na sequência de muitas outras, realizadas nos últimos meses, para os cargos de chefia das Superintendências do Iphan – Superintendente e/ou coordenador técnico – do Distrito Federal e dos Estados de Goiás, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro, sem que fossem atendidos os critérios e o perfil profissional mínimo exigidos para o exercício das funções, conforme estabelecido pelo Decreto no 9.727/2019.

Ressalta-se que o caráter operacional dos referidos cargos exige de seus ocupantes uma formação acadêmica e uma experiência profissional prévia com a temática, como estabelecido pelo decreto citado. Sem o necessário conhecimento técnico nos postos-chave, coloca-se em risco todo o funcionamento da estrutura de preservação do patrimônio em nosso país.

Preocupa também a vacância em alguns cargos técnicos de chefia que são determinantes para a apropriada gestão e preservação do patrimônio cultural brasileiro. Cargos ocupados por substitutos são oportunidades que podem ser utilizadas para nomeações políticas, sem respeitar os critérios e necessidades de habilitação para cada cargo. Exemplos disso são o Centro Nacional de Arqueologia (CNA) e a Coordenação- Geral de Licenciamento Ambiental do Iphan, por onde passam, inclusive, os processos de Licenciamento Ambiental, bem como os cargos de superintendente e coordenador técnico de diversas Superintendências do Iphan e de chefe de Escritórios Técnicos em diversas cidades.

O crescente enfraquecimento técnico e científico da instituição com a nomeação para cargos importantes de pessoas sem as devidas competências ocorre em um momento extremamente delicado, quando se observam perdas irreparáveis para o patrimônio cultural brasileiro, como por exemplo:

- O incêndio que devastou o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em 2018, que, além da destruição de uma edificação tombada, resultou na perda de milhões de artefatos históricos, arqueológicos, paleontológicos, etnográficos, zoológicos e botânicos, bem como de sua documentação, consequência direta dos baixos investimentos na sua manutenção e conservação;

- As ameaças à biodiversidade do ecossistema amazônico, decorrentes de um afrouxamento, desde 2016, das políticas ambientais e de proteção dos povos da floresta e de todo o processo de licenciamento ambiental, que não apenas garante o estudo e preservação do patrimônio ambiental, mas assegura que o patrimônio arqueológico presente na região seja estudado e preservado antes da implementação de grandes empreendimentos;

- A destruição de dezenas de monumentos arquitetônicos e de sítios históricos e arqueológicos decorrente dos desastres socioambientais na bacia do rio Doce, em 2015, com o rompimento da barragem de Bento Rodrigues, causando a morte de 19 pessoas, e na bacia do rio Paraopeba, em 2019, com a tragédia de Brumadinho,que resultou na morte de 254 pessoas, ambas no Estado de Minas Gerais;

- A falta de investimentos nas políticas de salvaguarda e o afrouxamento nas leis de proteção e na fiscalização das terras indígenas e quilombolas, que têm colocado em risco a vida e o patrimônio imaterial dos povos e comunidades tradicionais.

O Iphan, fundado em 1937, é uma das instituições mais antigas dedicadas à preservação do patrimônio cultural do mundo. Seus 83 anos de existência representam uma longa tradição de saberes e práticas de preservação que conquistaram reconhecimento e tornaram-se paradigma para diversos países e organismos internacionais, como a Unesco.

Como autarquia pública federal, presta serviços importantes à sociedade brasileira. Ao longo da história, as políticas de preservação do patrimônio cultural no Brasil foram conduzidas, em todo o país, por profissionais com habilidades técnicas adequadas e sólida formação acadêmica, em correspondência com exigências de alto conhecimento e liderança na gestão da instituição. Desta forma, a credibilidade das práticas e decisões do Iphan se baseia na inegável e histórica competência de sua equipe técnica na preservação e conservação do patrimônio cultural de nosso país.

Deve-se destacar que o Iphan é responsável por zelar por todo o patrimônio arqueológico do país e pelos bens culturais inscritos na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco, como é o caso da cidade de Brasília, dos centros históricos de Diamantina, Ouro Preto e Goiás, do Santuário de Bom Jesus do Congonhas, do Cais do Valongo e da paisagem cultural do Rio de Janeiro, e do recém nomeado Conjunto Moderno da Pampulha, apenas para citar aqueles sítios que estão sob a responsabilidade de alguma das Superintendências nas quais as recentes nomeações de dirigentes não observaram as diretrizes condizentes com a importância da missão do Iphan.

Tal preocupação ainda é completada pelo corte orçamentário da ordem de 70% promovido pelo atual governo, que impede a gestão e o funcionamento adequados do Iphan.

Neste sentido, o FÓRUM DE ENTIDADES EM DEFESA DO PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO, formado pelas entidades abaixo subscritas, e os MEMBROS DO CONSELHO CONSULTIVO DO IPHAN e EX PRESIDENTES DO IPHAN abaixo subscritos, vêm denunciar os riscos que estas ações representam para o adequado desempenho do Iphan e para a proteção e preservação do patrimônio cultural brasileiro e requerem que ejam tomadas as medidas cabíveis, bem como que tais atos lesivos e prejudiciais ao interesse público e ao patrimônio histórico, cultural e artístico nacional e mundial sejam revertidos.

Brasil, 12 de maio de 2020

10 fevereiro 2020

RIQUEZA CULTURAL

 Recife/Olinda, um gigantesco caldeirão de cultura: Bonecos gigantes, frevo, frevo-canção, Zé Pereira, maracatu, ursos, forró, Alceu Valença, carnaval, Brennand ...






27 setembro 2019

I Simpósio Patrimônio Cultural, Paisagens e Cidadania - UFV



I Simpósio Patrimônio Cultural, Paisagens e Cidadania - UFV
Departamento de História - Viçosa, MG
31 de outubro de 2019, 08h - 01 de novembro de 2019, 21h


EIXOS TEMÁTICOS


Eixo 1 - Patrimônio Material, Imaterial e Identidades
História social; salvaguarda e difusão do patrimônio cultural; Salvaguarda da Cultura Tradicional e Popular; saberes tradicionais; diversidade, cultura e desenvolvimento; o papel das agências (UNESCO, IPHAN, IEPHA); tradições orais, os suportes de memória; instituições de guarda como arquivos, museus e centros de memória; atuação dos conselhos e departamentos municipais de patrimônio; entre outras temáticas.

Eixo 2 - Gestão do Patrimônio Cultural, Cidades, Paisagens e Meio Ambiente
Contempla o estudo da cidade como lugar simbólico e político, cuja interação gera representações, apropriações e transformações, resultado da experiência de cada indivíduo e grupo que a vivencia; processos sociais de formação da paisagem e sua relação com o patrimônio, o urbano e o meio natural; história das cidades; urbanismo e processos de patrimonialização; políticas públicas voltadas para o patrimônio; imaginário e representação; narrativas sobre a cidade; usos da memória e poder; turismo; cultura e a territorialidade das comunidades tradicionais e contemporâneas; criação de parques e áreas de proteção ambiental; entre outras temáticas.

Eixo 3 - Educação para o Patrimônio na contemporaneidade
Práticas de educação para o patrimônio da atualidade; educação patrimonial; museus, acessibilidade e patrimônio; preservação sustentável; identidades e cidadania; usos educacionais do Patrimônio Cultural; Patrimônio e educação formal e informal; Patrimônio,  memória e identidade no contexto escolar redes pública e privadas; identidade e educação quilombola e indígena, entre outras temáticas.


https://www.sympla.com.br/i-simposio-patrimonio-cultural-paisagens-e-cidadania---ufv__655731


22 setembro 2019

APOIO À MANIFESTAÇÃO CONTRA OS ATAQUES AO IPHAN


MANIFESTAÇÃO CONTRA OS ATAQUES AO IPHAN E SEUS SERVIDORES

O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), 
a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), 
a Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura (ABEA), 
a Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP), 
a Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FENEA), 
o Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos Brasil), 
a Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (Anparq) e 
a Seção Brasileira do Comitê Internacional para a Documentação e Conservação de Edifícios, Sítios e Conjuntos do Movimento Moderno (Docomomo Brasil)

vêm expressar à sociedade brasileira seu repúdio aos ataques promovidos pelo Governo Federal ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com a substituição de seus superintendentes estaduais por agentes públicos sem formação e sem experiência para compreenderem o Patrimônio Cultural brasileiro e a riqueza da cultura popular do nosso país, como ocorreu com as recentes nomeações dos Superintendentes do Iphan nos Estados de Goiás e Paraná e no Distrito Federal (Diário Oficial da União de 18 de setembro de 2019).

A atual administração do país, por meio da nomeação de pessoas sem formação ou experiência, busca desmontar o IPHAN, extinguindo as políticas de preservação construídas ao longo de 82 anos. As ações contra os servidores públicos e contra a estrutura do Estado Brasileiro atingem e prejudicam as políticas públicas do país e não atendem ao interesse público. O apagamento da memória e degradação do ambiente urbano prejudicarão toda a população do Brasil, de modo irreversível.

Defendemos a valorização das carreiras de servidores afeitas à preservação de nosso patrimônio cultural, com critérios que respeitem o Estado Democrático de Direito e a Constituição Federal de 1988.

Convocamos todos os arquitetos e urbanistas, historiadores, arqueólogos, antropólogos, sociólogos e demais especialistas no campo do patrimônio cultural, servidores públicos, organizações e lideranças populares para se mobilizarem em defesa do IPHAN, contra a nomeação sem critérios técnicos objetivos para os cargos de definição de políticas de preservação do patrimônio cultural material e imaterial.

Nivaldo Andrade Junior - Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)
Cícero Alvarez - Presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA)
João Carlos Correia - Presidente da Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (ABEA)
Luciana Schenk - Presidente da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP)
Diretoria da Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FENEA)
Leonardo Barci Castriota - Presidente do Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos Brasil)
Angela Gordilho - Presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (Anparq)
Renato Gama-Rosa Costa - Coordenador da Seção Brasileira do Comitê Internacional para a Documentação e Conservação de Edifícios, Sítios e Conjuntos do Movimento Moderno (Docomomo Brasil)

https://www.facebook.com/groups/266351316881380/permalink/1171791089670727/?__tn__=K-R


07 julho 2019

O Patrimônio Cultural e o Plano Diretor de Visconde do Rio Branco-MG


O Patrimônio Cultural e o 
Plano Diretor de Visconde do Rio Branco-MG

Artigo publicado na

Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades no v. 7, n. 45 (2019)

https://www.amigosdanatureza.org.br/publicacoes/index.php/gerenciamento_de_cidades/issue/view/187/showToc

Autores: Ítalo Stephan e Camilla Magalhães

RESUMO O presente artigo se propõe a analisar a aplicação de parte do Plano Diretor de Visconde do Rio Branco, município da Zona da Mata mineira, com pouco mais de 40 mil habitantes. Foram analisadas questões referentes ao Patrimônio Cultural. Além disso, foram analisados os dispositivos do artigo 42 do Estatuto da Cidade, a fim de verificar sua aplicação no Plano estudado. Além de verificar a aplicabilidade dos instrumentos, buscou-se identificar como a ausência de alguns deles pode prejudicar os objetivos de um desenvolvimento que concilie crescimento urbano e preservação do Patrimônio Cultural. Para isso, foram realizadas pesquisas no site dos órgãos municipais, a fim de encontrar dados referentes às ações previstas no Plano Diretor. Foram feitas visitas à cidade para realizar coletas de dados e observações, incluindo visitas às secretarias municipais. Foram realizadas buscas, análises e conferências dos dados via internet. O Plano Diretor é composto, em sua maioria, por dispositivos não autoaplicáveis, o que dificulta a avaliação do cumprimento de seus objetivos. Além disso, a inexistência de políticas claras e de um órgão específico de planejamento urbano, associadas à fiscalização insuficiente, dificulta o ordenamento do município.

PALAVRAS-CHAVE: Plano Diretor. Patrimônio Cultural. Visconde do Rio Branco-MG

15 fevereiro 2019

PROTEGER

Antiga pousada a ser recuperada e preservada

Belíssima residencia de estilo eclético a ser recuperada e preservada

O CMCPCA - Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio Cultural e Ambiental de Viçosa - destinado a PROTEGER o patrimônio de Viçosa votou por não autorizar a demolição deses dois belos exemplares localizados no Centro.
Eles podem ser preservados sem que haja prejuízo aos proprietários.
Bons projetos de arquitetura podem perfeitamente  resolver a questão.

16 janeiro 2019

MUSEU DO GAÚCHO - Montevidéu

Sede do Museu, na principal avenida de Montevidéu.

Luxuoso edifício eclético.

Interior do Museu.

Uma das esculturas.

Museu do Gaúcho - uma bonita homenagem ao homem dos pampas.
Fotos Ítalo Stephan

25 outubro 2018

CONGRESSO EM OURO PRETO


O Secretário de Estado de Cultura, Ãngelo Oswaldo, estrela maior do primeiro dia do I Congresso Mineiro de Direito do Patrimônio Cultural, na UFOP.

10 março 2018

Ícones de Visconde do Rio Branco-MG


 Conservatório Estadual de Música - formando músicos e cidadãos desde 1953.

Museu Municipal de Visconde do Rio Branco-MG - 25 anos de serviços prestados à cultura regional.

14 janeiro 2018

PESCADORES

 Praia do Pontal - Arraial do Cabo-RJ.  Finalzinho da Praia do Forte.

 Pescadores puxam a rede para recolher os peixes.

Uma atividdade rotineira acompanhada pelos curiosos. Fotos Ítalo Stephan, Janeiro de 2018.