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14 março 2021

E ISSO MESMO?


Na Travessa Purdue, uma oconstrução praticamente em cima do Córrego da Conceição. 

Pode isso?

O IPLAM autorizou essta obra? 

30 abril 2018

BALNEÁRIO


Artigo publicado no jornal Folha da Mata, em 26/04/2018.


A mídia televisiva apresentou recentemente uma matéria sobre Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. Mostrou uma cidade em que a forma cujo crescimento é o que podemos chamar de “tiro no pé”. A cidade é considerada muito bonita por grande parte dos visitantes. A população fixa é estimada em 120 mil habitantes, no entanto, há dias, no verão, em que cerca de um milhão de pessoas estão nas praias. A matéria jornalística apresentou uma praia em que não bate mais sol, devido à sombra dos provocada pelos arranha-céus. 
 
É nesta cidade onde estão os prédios mais altos e os imóveis mais caros do Brasil. Pela sua verticalização, a cidade é conhecida como "Dubai" brasileira, Só que não nos apresenta apenas a altura exagerada dos prédios com 60, 70 até 80 pavimentos, com vários novos lançamentos imobiliários e em construção. A postura aparentemente liberal do planejamento urbano desse tipo de crescimento não veio acompanhada de infraestrutura adequada capaz de suportar o aumento da densidade populacional. Seria necessário um sistema viário mais amplo e a disponibilidade de mais vagas para estacionamentos, por exemplo. O aumento populacional demanda mais serviços de coleta de lixo e de esgoto, de abastecimento de água e de drenagem. Os blocos maciços das edificações criam microclimas com muito vento “encanado” e aumento da temperatura no nível do solo, tornando esses espaços locais de desagradável permanência.

Os impactos ambientais são graves. A cidade surgiu em função de uma beleza natural que se tornou toda artificial. Mangues e canais foram ocupados pela ação humana. As águas do mar são poluídas, a falta de sol nas águas altera a composição da flora aquática. Segundo os ambientalistas, pela falta de insolação, a praia fica coberta de briozoários, que são pequenos organismos marinhos que aparecem principalmente no verão e causam mau cheiro quando expostos ao sol. Recentemente foi dada uma licença ambiental prévia para uma obra de alargamento em cerca de cinquenta metros da faixa de areia, ao longo de seis quilômetros de praia. Trata-se de uma obra de custo aproximado de setenta milhões de reais. É muito dinheiro. 
 
Há um contraponto, um exemplo de cidade em que a densidade é mais adequada, a infraestrutura melhor dimensionada: Cabo Frio. A cidade não possui prédios com mais de seis pavimentos, tornando a distribuição de infraestrutura e de população muito mais equilibrada, mesmo na época em que recebe centenas de milhares de turistas. Voltando para o sul do país, quem manda em Balneário Camboriú é o poderoso setor imobiliário, que vende belas paisagens aos ricos compradores e distribui sombra para os banhistas, provoca engarrafamentos, enchentes e raciona água. Há sem dúvida quem goste da cidade e há quem ganhe muito com a forma com que a cidade cresce. O desenvolvimento de Balneário Camboriú está longe de ser ambiental e economicamente sustentável. Se olharmos com atenção, é possível deduzir que há ali desrespeito aos índices construtivos. Talvez seja como ocorre em tantas outras cidades brasileiras: as multas para regularização dos imóveis depois de prontos têm custo altamente compensador, acabam por se tornar estímulos para construir errado. 

Foto:
https://marsemfim.com.br/balneario-camboriu-sc-uma-aberracao/
 

20 janeiro 2018

VORACIDADE - ESTRAGOS NA NATUREZA

Destrói-se um morro com mata para a construção de um supermercado.  Cadê a criatividade para construir edifícios  mais compactos? 

Vale a pena essa destruição?


Não é de hoje que Viçosa vai sendo "descascada", destruída em prol do "progresso".




Assim como outras cidades com uma assustadora força para criar terrenos  planos, Viçosa não fica atrás. Depois  do grande estrago ambiental de uma parte de uma APA na Av. Mal. Castelo Branco,  agora o capital destrói sem dó a entrada da cidade.

09 abril 2017

UTOPIAS?


Projeto 'utópico' prevê reabertura de córrego e parque urbano em Cuiabá. O Parque Linear da Prainha foi proposto em dissertação na UFMT em 2007.
Ideia prevê reabertura do córrego e área verde linear no coração da cidade. Um bom exemplo a ser seguido. 
É só olhar a situação dos rios e córregos que cortam nossas cidades.
Não podia ser assim no nosso São Bartolomeu?


Notícia deCuiabá
http://g1.globo.com/mato-grosso/aniversario-de-cuiaba/2016/noticia/2016/04/projeto-utopico-preve-reabertura-de-corrego-e-parque-urbano-em-cuiaba.html
08/04/2016 10h04 - Atualizado em 08/04/2016 17h53

06 maio 2016

POBRE SÃO BARTOLOMEU!

O ribeirão São Bartolomeu, depois de ser quase todo sugado para abastecer Viçosa, e ter suas margens invadidas, vira um fio de água imunda.Foto Ítalo Stephan, 2016. 

A ocupação de sua área de preservação´cria períodos de enchentes,vive suja com sofás e bananeiras e insetos nocivos.


A expansão urbana não perdoa o leito do ribeirão. Tratamos muito mal nosso principal manancial. Foto Ítalo Stephan, 2015. 

22 abril 2016

QUE PRAÇA É ESSA?

Viçosa-MG, em frente ao acesso principal do Campus da UFV. "Praça do Carandiru". Foto Ítalo Stephan, 2016

Para quem não se lembra, há uns quinze anos, a compensação ambiental para autorizar a construção destes dois edifícios foi a construção de uma praça pública entre eles. Há uns três anos a Prefeitura autorizou a instalação de duas lojas nas laterais da escada de acesso à praça. No mesmo período autorizou a construção de barreiras para organizar a travessia de pedestre, deixandos horrorosos suportes para publicidade, agora abandonados. Hoje resta um ambiente descuidado, feio e sujo.

 Praça do Carandiru, vista do acesso pela av. P. H. Rolfs. Foto Ítalo Stephan, 2016

Esta é a "praça pública" que está a uns 6 metros abaixo do nível da rua. No meio passa entubado o ribeirão São Bartolomeu. O que já era errado foi aprovado - os afastamentos  laterais de 10 m a partir do eixo do ribeirão - contrariando a legislação federal que determinava 15 m laterais a partir das margens. O que era para ser livre foi ocupado por casas de gás, e rampas de acessos às salas comerciais.

Praça do Carandiru, escadas de acesso. Foto Ítalo Stephan, 2016

Inacessível para pessoas com mobilidade reduzida, inacessível para o sol, difícil para manter uma vegetação viçosa. Um espaço nada atraente. Não é uma praça. Viçosa não teve compensação alguma.

Para saber mais sobre a história dessa "praça", leia:
 http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/01.011/2087

03 abril 2016

Um bairro se (de)formando II

Parte nova do bairro Santo Antônio (Viçosa-MG) em processo de ocupação.
Muitos problemas desde já para um crescimento mal planejado.



20 março 2016

FLORESTAS URBANAS



Quantos de nós gostamos de passar pelos parques das nossas cidades, olhar para os jardins e encher as nossas casas de plantas? Muitos, certamente. A possibilidade de acesso com facilidade às áreas verdes ajuda-nos a estar melhor com a vida. Há vários estudos que atestam o poder do contato com a natureza na melhoria da saúde. Felizmente, ainda há partes com vegetação nas nossas cidades, nas praças, ruas arborizadas  e nos meios de quadras. Onde normalmente não são possíveis ou permitidas construções e, quando são deixadas sob a ação da natureza, se tornam importantes componentes da vida urbana. Sua proximidade com as cidades também serve de potenciais alternativas de lazer. Esses fragmentos de matas e florestas situados próximo ou dentro das cidades permitem a manutenção da biodiversidade e podem fornecer indicadores sobre saúde do meio ambiente local.

Várias espécies de plantas e animais encontram nesses espaços condições de sobrevivência, enquanto que, nas áreas rurais, eles têm perdido seus espaços. Nesses fragmentos de mata podemos encontrar mamíferos como micos, gambás, tatus; há muitas aves, anfíbios e répteis. Em algumas vivem animais de porte até maior como capivaras, bugios, quatis e jaguatiricas. São importantes para as aves como saracuras, garças, corujas, tucanos, maitacas, gaviões, sabiás, canários encontrarem alimentos e fazerem seus ninhos. Esses fragmentos de florestas podem mitigar a poluição do ar e a sonora; reduzir o efeito de ilha de calor; aumentar a disponibilidade e a qualidade da água; reduzir a erosão nas encostas e, por consequência, os assoreamentos dos rios. As árvores abrigam uma infinidade de seres vivos, como insetos, líquens, pássaros, enriquecendo o ecossistema urbano e aumentando sua biodiversidade. Esses benefícios se traduzem em economia para as cidades, visto que seriam necessários menos investimentos em desassoreamento dos rios, no tratamento da água e no consumo de energia elétrica pelos aparelhos de ar condicionado.

A ausência de arborização, somada a outros fatores como poluição e elevada concentração de asfalto e concreto produzem “ilhas de calor”, que são áreas de baixa umidade relativa e alta temperatura. Árvores e plantas recuperam solos de aterros e solos contaminados. Além desses fatores de importância local, as árvores são grandes reservatórios de carbono. Essas florestas absorvem uma grande quantidade de CO2, ajudando a reduzir o aquecimento global. As copas das árvores filtram os raios solares, diminuindo os efeitos da foto exposição que, em excesso, pode causar doenças de pele e de visão.

Florestas urbanas são importantes para a qualidade de vida nas cidades.  Infelizmente, elas estão constantemente negligenciadas pelos proprietários e pelo poder público; estão ameaçadas pela expansão urbana, seja pelo desmatamento, seja pela ocupação de matas ciliares e várzeas, ou pela destruição das nascentes. São usadas como depósitos clandestinos de lixo e entulhos. Os incêndios são risco constante. Em todas as cidades os seus governantes deveriam garantir a existência dessas áreas verdes, melhorando suas condições, reflorestando-as com espécimes nativos e, se possível, ampliando-as, pelo bem que elas fazem. O ideal seria interligá-las de alguma forma, para permitir a livre circulação e a reprodução de animais terrestres. As cidades só têm a ganhar com estas importantes manchas verdes. Quanto mais metros quadrados delas, melhor para cada um de nós.

03 janeiro 2016

Florestas urbanas

Praça do Bom Pastor, em Juiz de Fora-MG

Praças, ruas arborizadas, fragmentos de matas, são partes importantes para uma cidade. Convívio saudável do homem com a natureza

Meio de quadra no Alto dos Passos, em juiz de Fora

Várias espécies de plantas e animais encontram nesses espaços condições de sobrevivência.

Parque do Museu Mariano Procópio, no bairro de mesmo nome, em Juiz de Fora.

Esses fragmentos de florestas podem mitigar a poluição do ar e a sonora, reduzir o efeito de ilha de calor, aumentar a disponibilidade e qualidade da água, reduzir a erosão nas encostas e, por consequência, os assoreamentos dos rios. 

02 janeiro 2016

Nem precisa ser arquiteto para entender



Entenda o motivo do calor aumentando nas cidades e em via óbvia como solucionar esse problema: plantar árvores, somar com o verde!

Planta na Rua RJ
https://www.facebook.com/plantanarua.oficial/?fref=photo

25 setembro 2015

Construções e Reformas Particulares Sustentáveis



O Ministério do Meio Ambiente publicou recentemente um guia intitulado “Construções e Reformas Particulares Sustentáveis”, através do qual busca ajudar o público a entender as melhores formas de realizar um projeto de reforma seguindo algumas diretrizes de sustentabilidade.

http://www.cidadessustentaveis.org.br/noticias/cartilha-do-ministerio-do-meio-ambiente-oferece-dicas-de-moradia-sustentavel

http://www.archdaily.com.br/br/768168/ministerio-do-meio-ambiente-lanca-cartilha-construcoes-e-reformas-particulares-sustentaveis

06 setembro 2015

ASFALTO, NÓS TE AMAMOS


Artigo publicado no Jornal Tribuna Livre, Viçosa-MG, em 3 de setembro de 2015

Por que os prefeitos gostam tanto de asfalto? Por que as pessoas gostam tanto de asfalto? Em meio à crise hídrica nacional e às práticas cada vez mais necessárias e urgentes de sustentabilidade, ainda persiste entre nós a mentalidade míope de que o asfalto deve ser aplicado indiscriminadamente nas cidades.

Em Viçosa, o prefeito anuncia o asfaltamento em bairros de classe média, com a substituição de blocos sextavados por asfalto. Os moradores, em maioria, adoram e cobram da prefeitura esta solução. No entanto, a prefeitura vai promover a retirada de uma solução mais adequada, por ser mais permeável, que o asfalto. O problema não é bloco de concreto. Os blocos são menos quentes que o asfalto e permitem consertos nas redes de água, esgotos e pluviais sem maiores problemas. Os remendos no asfalto sempre são problemáticos, os em blocos são de fácil recomposição. A nova pavimentação vai impermeabilizar ainda mais o solo, o que incidirá na descarga mais rápida das águas pluviais para os acanhados e sofridos córregos, além de diminuir a absorção da água até os lençóis freáticos.

Um dos principais defeitos da pavimentação surge quando sua base é mal executada. Uma base mal feita também terá o assentamento dos blocos com problemas ou um asfalto com problemas. A rodagem nos blocos, ao invés de degradá-los, com a ação dos raios ultravioleta e com a umidade, se torna cada vez mais rígida. O asfalto se deteriora com esses agentes e precisa ser retirado com frequência. Os blocos de concreto ficam intactos. Além disso, é o único tipo de pavimento que não pode ser encarado como um gasto e sim como ativo fixo, uma vez que não se deteriora com o uso. Os blocos podem ser facilmente moldados e aplicados.

A intenção de retirar os blocos existentes para aplicá-los nos bairros mais humildes é curiosa, pois se não servem para os bairros ricos, por que servem aos mais pobres? Por que não corrigir os defeitos e cuidar de tantas outras prioridades básicas existentes em tantos bairros com péssima infraestrutura? O asfalto dá muita visibilidade política. O asfalto reinveste recursos públicos em bairros privilegiados.
O asfalto trará inicialmente um conforto maior para os motoristas e passageiros dos veículos, mas favorecerá mais velocidade para os automóveis e exigirá a construção de quebra-molas no futuro. O asfalto trará mais calor para os moradores e levará mais fuligem para as casas. A mudança provocará mais acidentes de trânsito e mais enxurradas.  Que vantagens são essas?

É muito grave quando se aplica asfalto em vias que não têm um sistema de drenagem, ou este é insuficiente. Isso vem sendo feito em nossa cidade, mesmo à revelia da lei. Levar os blocos para pavimentar vias nos bairros mais pobres sem implantar antes o sistema de drenagem também é inaceitável. Asfalto usado indiscriminadamente é tolice. Asfalto é desejo de eleitor e é voto, mas é uma relação política ultrapassada. Asfalto é insustentabilidade ambiental. Asfalto é contramão na história.

Repetindo a pergunta: Por que os prefeitos gostam tanto de asfalto? Porque as pessoas gostam muito de asfalto!

12 junho 2015

Resíduos sólidos da construção civil: um grande desafio

Quantos de nós estivemos envolvidos direta ou indiretamente em obras, reformas - grandes ou pequenas - ou pequenos serviços nas nossas casas ou locais de trabalho? Todas essas intervenções devem resultar em satisfação, mas também produzem uma enorme quantidade de resíduos. Em média, a cada metro quadrado de obra são produzidos 150 kg de resíduos sólidos, ou o popular entulho.  Em uma obra, produz -se desaterros, restos de escoras e tábuas, restos de ferragens, concreto armado, reboco, tijolos, gesso, pregos, cerâmica, sacos de cimento, isopor, embalagens, fios.

Para onde vai isso tudo? Normalmente para um bota-fora, onde tudo é enterrado, mas pode ser apenas jogado num terreno baldio ou nas margens de um curso d´água.
O que fazer com esses resíduos? Hoje em dia jogar esses resíduos fora é também jogar dinheiro fora.
É possível reduzir a produção e reciclar os resíduos.

http://blogdopetcivil.com/2012/10/29/residuos-na-construcao-civil/

Nossas cidades precisam de uma política e muitas ações para lidar com esse problema. Estamos muito atrasados.

24 janeiro 2015

Verticalização tem limite?

Dois exemplos de formação das cidades:
Em cabo Frio há uma limitação de gabarito (Térreo + garagem + 4 pavimentos + cobertura) que estabelece uma densidade média adequada para ser suprida de forma sustentável, sem interferir demais na paisagem e eficiente pelo sistema viário e pela  infraestrutura.

Praia do Forte, em Cabo Frio. Foto Ítalo Stephan, Jan. 2015

Em Juiz de Fora a legislação vem sendo alterada de forma a possibilitar arranha-céus em qualquer lugar da cidade, mesmo em vias estreitas em já congestionados bairros.

Bairro Cascatinha e UFJF, no alto, em Juiz de Fora. Foto Ítalo Stephan, Jan. 2015

Qual dessas formas de expansão é a mais adequada?

19 janeiro 2015

Frágil beleza

São belíssimas as praias de Cabo Frio. Os administradores tentam preservar o riquíssimo,  mas frágil meio ambiente. Os turistas vão curtir as belezas mas espalham lixo e dejetos por todos os lados; abrem  trilhas por  onde querem e ampliam os riscos de incêndio.

Praia do Forte - um skyline preservado pela limitação da altura dos edifícios, em meio ás dunas em recuperação. Foto Ítalo Stephan, 2015.

Praia das Conchas - controle de acesso de automóveis mas moro com vegetação destruída pelo fogo. Foto Ítalo Stephan, 2015.


Praia do Peró - Lixo e pichação em meio a belíssimos lugares. Foto Ítalo Stephan, 2015.

15 novembro 2014

Piranga, MG

Piranga, uma das mais antigas cidades de Minas, fundada em 1691. Cortada pelo Rio Piranga. População de um pouco mais de 17.000 almas, apenas 1/3 morando na sede.
Um lindo e centenário coreto, na praça principal
.
Igreja de N. Senhora da Boa Morte, do século XVIII.

Um imponente casarão com varandas laterais.Mais que centenário, abandonado.

http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil/piranga_mg

31 maio 2014

Oh, Minas Gerais!

Vista das montanhas da Serra da Moeda,  a partir do Retiro das Pedras em Brumadinho, a 1500 metros de altitude. Foto Ítalo Stephan, 2014

Salão de festas do Retiro das Pedras, linda implantação

Salão de festas do Retiro das Pedras, a ser restaurado. Foto Ítalo Stephan, 2014

13 abril 2014

Projeto de lei da APA São Bartolomeu: prudência mineira


Chegou à Câmara Municipal de Viçosa um projeto de lei da Área de Proteção Ambiental do Ribeirão São Bartolomeu.
A princípio parece ser uma coisa boa, no entanto merece cuidados em sua análise. Será preciso esclarecer algumas coisas.
Não sabemos ainda  quem  a desenvolveu, quem a escreveu, qual metodologia usou.
Não houve audiências públicas na região envolvida.
Há uma delimitação do perímetro, no entanto ele deve ser checado com atenção.
Os argumentos usados em sua justificativa são pouco esclarecedores.
Enquanto isso uma equipe liderada pela UFV está desenvolvendo os trabalhos da APA e está prevista uma série de audiências para ouvir a população.
Caberá à Câmara Municipal de Viçosa tornar as coisas claras e garantir ampla discussão e sabemos que ela o fará com todos os cuidados.

21 janeiro 2014

Arquitetura em vidro

A disseminada e insossa arquitetura com amplas fachadas em vidro reflexivo. Dependentes do ar condicionado.
Fachadas que matam bilhões de pássaros por ano no mundo.