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08 maio 2022

PEQUENA CIDADE E VERTICALIZAÇÃO

 Senador Firmino-MG, com uma população aproximada de 7.900 habitantes (IBGE, 2021). Um pouco menos de 5.000 pessoas moram na área urbana.

Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]: 85,7 %

Mesmo tão pequena, já passa por um processo de verticalização. O pior é que sem regras: 100% do lote ocupado, sem afastamentos frontais e laterais. A ameaça ao patrimônio arquitetônico fica patente.




Fotos Ítalo Stephan, maio de 2022.


17 maio 2020

PEQUENAS, MÉDIAS E GRANDES CIDADES



PEQUENAS, MÉDIAS E GRANDES CIDADES

Artigo publicado no jornal Folha da mata, em 15/5/2020, Viçosa, MG

Sem esgotar a discussão sobre o tema, o que é impossível em quinhentas e poucas palavras, este texto pretende esclarecer, os termos que usamos rotineiramente, mas às vezes de modo impreciso. Trata-se dos termos “município”, “cidade”, “cidade pequena”, “cidade média” e “cidade grande”.
O município, segundo a legislação brasileira, é uma circunscrição territorial dotada de personalidade jurídica e com certa autonomia administrativa. É a menor unidade autônoma da Federação, embora o município possa ser também subdividido em distritos. O Brasil possui 5.570 municípios. Alguns deles têm população e área maiores que a de vários países do mundo (o município de São Paulo tem cerca de 12 milhões de habitantes), outros com menos de mil habitantes. Alguns têm área maior do que vários países (Altamira, no Pará, é quase duas vezes maior que Portugal). Santa Cruz de Minas, em Minas Gerais, é o menor município em extensão territorial, com apenas 3,56 km².

A cidade é a sede de um município. É delimitada por perímetro urbano. É uma área com maior densidade habitacional que a das áreas rurais. É uma área urbanizada, ou seja, conta com maior infraestrutura viária, com iluminação pública, com sistema de saneamento básico, com equipamentos públicos e indústrias. É formada por parcelamentos de solo em lotes pequenos.  A cidade pode ser pequena, média ou grande. Defini-la por tamanho, pode nos confundir. Essa pode ser pequena em tamanho, mas pode estar inserida em um município de grande extensão. O inverso também pode ocorrer.

Temos duas formas de definir as cidades: uma forma é pelo porte demográfico; outra é pela importância e pela influência que exerce em uma determinada região. O que define uma cidade como pequena, média ou grande é o número de habitantes, mas isso pode variar. Segundo o IBGE, uma cidade de pequeno porte demográfico é aquela que possui menos de 100 mil habitantes; uma de médio porte é aquela que possui entre 100 mil e 500 mil e uma grande possui mais de 500 mil. Podemos adotar outras referências, pois alguns estudiosos chamam de pequenos centros aqueles locais com até 50 mil habitantes e outros denominam de megacidades aquelas com mais de 5 milhões de habitantes. No entanto, esse critério de usar o número de habitantes como variável pode não levar em conta as especificidades de cada uma delas.

Aí entra um segundo critério de caracterização, em função da importância regional que uma cidade exerce. Em sua grande maioria, as cidades pequenas têm uma relação especial entre o campo e a urbe. Mas uma pode ser pequena em população, no entanto exerce importante papel em uma região. Há cidades com menos de 100 mil habitantes que podem ser chamadas de cidades médias. Há aquelas com mais de 100 mil habitantes que não. Uma cidade média ou grande pode ser assim caracterizada em função de sua importância estratégica, comercial ou de serviços para uma microrregião ou para uma grande região. Dessa forma, podemos dizer que Viçosa é de porte demográfico pequeno e, ao mesmo tempo, podemos considerá-la como média, pela sua importância como polo universitário. Da mesma maneira, uma cidade com menos de cem mil habitantes na Amazônia pode ser média, pela importância logística.


07 abril 2019

PATRIMÔNIO EM CATAS ALTAS DA NORUEGA, MG

Catas Altas da Noruega, um riquíssimo patrimônio a ser preservado, comemorado e conhecido.

O maior patrimônio de Catas Altas da Noruega: a Igreja matriz de São Gonçalo do Amarante, de 1726, de um estilo jesuítico, sem torres com sino em uma das janelas laterais.


Uma das poucas cidades com um Museu Histórico, bem conservado.


Casa de Banda, em obras de conservação.

Casarões na Rua Lavapés, no perímetro protegido. 

Catas Altas da Noruega, um patrimônio rico, que merece mais divulgação e cuidados.
A cidade tem Conselho de Patrimônio, há uma delimitação de um núcleo central protegido.
Fotos: Ítalo Stephan, abril de 2019.



CATAS ALTAS DA NORUEGA-MG

Catas Altas da Norurega, MG.
População em torno de 3.700 habitantes, a 142 km de Belo Horizonte.
Uma das primeiras ocupações em Minas, por volta de 1690.

Visão geral da Rua das Goiabeiras, em Catas Altas da Noruega.

Visão geral da Rua Lavapés.

Perímetro de Tombamento do conjunto urbano da rua Lavapés.

Fotos Ítalo Stephan

A origem do nome:
"Como a cata de ouro era fácil, encontrando o precioso mineral até nas raízes das plantas, o povoado cresceu e assim nasceu as "Catas Altas", seu primeiro nome".
"Pelos idos de 1750, surgiram os primeiros sinais de decadência da mineração do ouro, ocasionada pelo progressivo esgotamento das minas superficiais, e ainda pelo elevado montante fixado para a cobrança dos quintos do Rei, que não era somente estendido aos mineiros, mas também a pessoas que se dedicavam a outras profissões. Muitos ficaram reduzidos à miséria. Diante dessa situação, e incentivados pela iniciativa do Conde de Bobadella, o Governador da Capitania das Minas Gerais, que procurou incentivar novas descobertas, os garimpos de Catas Altas e o da Noruega (atual localidade rural do município) foram reativados e se uniram, originando o nome atual da cidade: Catas Altas da Noruega." (Wikipédia)


17 maio 2018

Cidade das Sombras

Leopoldina-MG é a cidade das sombras, no  sentido mais agradável possível.

Há árvores em muitas ruas da cidade.

Praça  Félix Martins, Um lugar agradável e bem cuidado.

 As sombras das árvores fazem uma diferença enorme em uma cidade que ocupa majoritariamente fundos de vales.

Sob as sombras surgem espaços agradáveis de espera de ônibus.

Fotos Ítalo Stephan, Maio de 2018.

Leopoldina-MG

Leopoldina, simpática cidade da Zona da Mata mineira. 
População aproximada de 55.000 habitantes, IDH-M 0,726 (alto).

A arborização intensa é uma das características da cidade. Sombra bem vinda numa região muito quente. Há muitas ruas largas, onde predominam a pavimentação em paralelepípedos e a ausência de quebra-molas. 

Há espaços bem agradáveis como o centro de comércio popular.

Fotos ítalo Stephan, Maio de 2018.

18 agosto 2017

GUARACIABA - MG

Guaraciaba (10.233 habitantes, IBGE 2010), cortada pelo Rio Piranga, Zona da Mata  mineira. Dados de primeira ocupação desde 1712. IDH 0,623 (2010)

O largo rio Piranga.

O crescimento urbano sem cuidados empurra a ocupação morros acima com cortes inapropriados  em solo degradados que criam riscos sérios à população.

Embora apenas 30% da população seja urbana, existem diversas ocupações de risco.

Praças bem cuidadas.

Fotos Ítalo Stephan, Agosto de 2017.

Para saber mais:

http://www1.pucminas.br/imagedb/mestrado_doutorado/publicacoes/PUA_ARQ_ARQUI20140508115410.pdf

Livro: Aspectos Historicos Culturais e Geograficos do Municipio Guaraciaba Mg, de  José flávio Morais Castro

13 fevereiro 2017

SOLIDÃO


SOLIDÃO

Um história real de uma cidade imaginária


Veja na seção Minha Cidade do portal Vitruvius.

http://vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/17.199/6416

10 fevereiro 2017

URBELÂNDIA



Texto publicado no jornal Nova Tribuna, em 08/02/2017.

Havia sim uma região que antes as pessoas que moravam em outros bairros diziam “vou ao centro”, “vou descer para a cidade”, “vou até a cidade”. Hoje poucos se interessam pela área, pois ficou tomada pela prostituição ou pela “cracolândia”. Esa parte original está cheia de casas e prédios velhos e muitos desses abandonados. Sabe-se que já foi movimentada, animada e atraente. As praças eram bonitas e locais de muitos encontros.  Houve, sem sucesso, algumas tentativas de revitalização. Nas noites e nos finais de semana, não era recomendado estar nesta área suja e perigosa.

Depois que as lojas e restaurantes chiques, as agência bancárias se mudaram para a zona sul, as pessoas tinham como meta de sucesso morar nela, ou bem perto, num daqueles apartamentos com varandas, salas gourmets, spas e piscinas. Os nome dos novos edifícios eram muito bacanas, como “Millenium Double Suits”, “Quintessenza”, “Quartier Renoir” ou “Parc  du Conde”. Mesmo quem não tinha dinheiro considerava essencial morar perto dos empregos, mesmo que não fossem grandes empregos, mesmo que vivesse em condições precárias.

A cidade atraiu muita gente que não cabia só no antigo centro, nas favelas e na Zona Sul. A Zona Norte passou a abrigar muitos moradores; assim se sucedeu com a Cidade Alta (Zona Oeste) e logo depois a Cidade Baixa (Zona Sul). Os moradores dessas regiões tinham a felicidade de ter uma casa como sua, mas as casas eram distantes do Centro, e morar longe significava ter de usar o transporte coletivo, ou correr risco de andar de bicicleta no meio dos automóveis. Outra solução seria, com muita luta, comprar um automóvel.

Assim funcionou a cidade por alguns anos. Mas com o crescimento sem cuidados, o aluguel ficou caro e vir para a cidade significava morar cada vez mais longe do local de trabalho. O prefeito conseguia trazer programas habitacionais, mas esses eram construídos em áreas sem asfalto, sem escola, sem postos de saúde. Moravam em conjuntos imensos de ruas iguais e casinhas iguais em lotes mínimos, construídas com materiais de baixa qualidade, mas que tinham até aquecimento solar, com nomes de “Vila Esperança”, “Vila Eldorado”, “Morada dos Sabiás”, “Vila das Pitangas” ou “Vale do Sol”. As pessoas tinham suas  casas, mas não tinham mais a cidade, foram arrancadas dos seus vínculos com as comunidades.

Havia apenas cuidados com aqueles amigos que descobriram que, longe da cidade e da Zona Sul, bem ao sul da Zona Sul, havia alguns lugares muito bonitos, com o ar puro do campo, com lagos e rios. Esses amigos logo compraram essas áreas e atraíram gente boa, com nomes bonitos, como “Jardins dos Lagos”, “Serra Verde”, “Vale das Flores” ou “Villa Lombardia”, com dinheiro para construir suas casas em locais protegidos. Os amigos diziam que ali não servia para morar outro tipo de gente, pois eles já tinham o norte da Zona Norte, o oeste da Zona Oeste, o leste da Zona Leste inteiro para eles. Esses amigos todos também reivindicaram melhorias dos acessos aos seus lares, até que conseguiam que os amigos do poder construíssem belas avenidas com canteiros centrais, em amplos terrenos que viriam a ser ocupados por postos de gasolina, shopping centers, bierhaus e bistrôs. Conseguiam linhas de transporte coletivo para que os serviçais pudessem vir das outras Zonas para trabalhar.

Assim, para todos os lados, se estendeu Urbelândia. O campo virou cidade, a cidade se misturou ao campo. Não dava para saber onde terminava um e começava outro. Os muitos terrenos vazios espalhados que sobraram eram apenas para aguardar valorização. Quem morava ao sul da Zona Sul só se encontrava com quem morava ao norte da Zona Norte nos seus jardins, cozinhas e áreas de serviços. Quem morava ao leste da Zona Leste quase não conhecia ninguém que morava a oeste da Zona Oeste. Quase ninguém lembrava que tudo começou naquela remota região chamada Centro.

02 novembro 2016

SANTA CRUZ DO ESCALVADO-MG - PLANO DIRETOR APROVADO

Primeira reunião antes do início do processo de elaboração do Plano. Março de 2015.

Faixa colocada em praça pública.

O Plano Diretor Participativo de Santa Cruz do Escalvado, MG foi aprovado neste final de outubro.
Ponto para o município.

Consulta pública em Córrego dos Pedras. 09/07/2015.

Primeira reunião de consulta pública na sede. 25/06/2015.

Consulta pública em São José. 09/07/2015.

A parte mais difícil vem agora - o desafio de aplicar o Plano. Há gente capacitada para isso em Santa Cruz.

 Audiência Pública de aprovação da minuta de lei. 25/05/2016.

Espera-se que os delegados eleitos nas reuniões públicas e que participaram com muito interesse e discussão saibam cobrar e fiscalizar sua aplicação, bem como é o dever dos Vereadores.

Parabéns Santa Cruz do Escalvado!

01 novembro 2016

GUIDOVAL - MG

Guidoval-MG - Paróquia de Sant'Ana. Foto Ítalo Stephan, 2016

Guidoval - 7.200 habitantes. Zona da Mata Mineira, cortado pelo rio Xopotó.
Nas primeiras décadas do século XIX, o militar francês Guido Thomás Marlière foi enviado à região para pacificação dos índios, sendo nomeado Diretor Geral dos Índios em Minas Gerais. Residiu em uma fazenda denominada Guido Wal, em território que corresponde ao do atual município, que se emancipou no ano de 1948.

15 outubro 2016

Em Ca(n)taguases

 Moderno...

Art Deco...

Contemporâneo...

Eclético ... 

Os estilos arquitetônicos convivem em harmonia na cidade ponto fora da curva da Zona da Mata mineira. Não há ninguém que vá lá pela primeira vez que não se encante, não se surpreenda, não se apaixone. 

15 maio 2016

VISCONDE DO RIO BRANCO, MINAS GERAIS

Visconde do Rio Branco - um significativo acervo arquitetônico eclético. Uma cidade que não pára de crescer. Foto Ítalo Stephan, 2016.

Cidade conhecida pelo famoso Conservatório Estadual de Música, ainda preserva seu acervo arquitetônico. Foto Ítalo Stephan, 2016.

Como tantas outras cidades, a falta de um planejamento urbano adequado permitiu o adensamento populacional nas vias estreitas e o trânsito virou um problema a mais. Foto Ítalo Stephan, 2016.

Como tantas outras cidades, a ocupação antrópica nas margens dos rios trouxe uma série de riscos à população. Foto Ítalo Stephan, 2016.

24 novembro 2015

FORÇA, RIO ACIMA!





Como uma pequena cidade mineira está impedindo a Vale de erguer uma barragem 10 vezes maior que a de Mariana

Não se sabe a extensão exata do Vale da Fazenda Velha, conjunto arqueológico de Rio Acima, município de 9 mil habitantes cercado por montanhas verdes. O vale fica entre o córrego dos Andaimes e o rio do Peixe, todos na margem esquerda do rio das Velhas, afluente do São Francisco que abastece a capital mineira.
Localizado a 7 quilômetros da cidade de Rio Acima, guarda grande riqueza ambiental num trecho de Mata Atlântica com vários córregos e remete à história das primeiras ocupações na região nos séculos XVIII e XIX.
A Vale S/A está interessada em construir ali uma gigantesca barragem de rejeitos de minério, mais uma a fazer parte do Complexo Vargem Grande, sediado em Itabirito, próxima de Rio Acima. Ela terá capacidade para 600 milhões de metros cúbicos de rejeitos. É pelo menos 10 vezes maior que a barragem do Fundão, que rompeu em Mariana no dia 5 de novembro.
Por que eles ainda insistem nesse modelo? Tem pesquisas que mostram que há formas de aproveitar o rejeito. Assim vamos ter de escolher entre a água e o minério. O minério de todo jeito vai acabar”, me falava Maria do Carmo, natural de Rio Acima, gestora e ativista ambiental.
Da estrada que dá acesso à Fazenda Velha, eu via parte do Complexo Vargem Grande, com os morros muito escavados. A escolha de Fazenda Velha se deve ao fato de que, dentre os vales estudados, entre eles o Do Peixe e o Dos Andaimes, ali havia maior capacidade de armazenamento e “vida útil” de 20 anos.
Em 2012, a Vale contratou uma empresa para fazer o Diagnóstico Arqueológico do Desenvolvimento do local como parte do Estudo de Impactos Ambientais. Segundo a empresa, em nota do dia 11 de novembro deste ano, “um projeto para instalação de barragem no vale do Córrego Fazenda Velha, em Rio Acima, está em estudo e a viabilidade ambiental deste projeto será analisada pela Supram (Superintendências Regionais de Regularização Ambiental). O objetivo é a continuidade das operações da Vale nos municípios de Nova Lima, Itabirito e Rio Acima, que geram empregos e contribuem para o desenvolvimento da região”.
Não é o que os habitantes pensam. “Não vem benefício nenhum pro município, tudo fica em Itabirito, onde é extraído todo o minério. Para cá vem só rejeito”, me dizia, indignado, Fernando de Brito, operador de equipamentos.
De acordo com o projeto da Vale, a barragem poderá ter até 20 alteamentos de 10 metros, e a água drenada do rejeito vai para o Córrego Fazenda Velha “para manter a vazão mínima deste curso d’água, conforme prevê a legislação”. A empresa reconhece o estrago, mas diz que vai compensar com plantações para conter a erosão.
Em abril do ano passado, o Movimento Pelas Serras e Águas de Minas protocolou, junto à Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais, representação noticiando a ameaça de construção da barragem. No mesmo período, o Conselho de Patrimônio Cultural e Natural de Rio Acima discutia o processo de tombamento. O Conjunto Paisagístico, Arqueológico e Natural da Fazenda Velha, situado na área rural de Rio Acima,  teve o entorno – uma área de 789,2 hectares, tombado provisoriamente no dia 24 de maio de 2014.

Fonte:
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/como-uma-pequena-cidade-mineira-esta-impedindo-a-vale-de-erguer-uma-barragem-10-vezes-maior-que-a-de-mariana

03 novembro 2015

Colaboração como meio, Felicidade como fim.

 


Compartilho a brilhante apresentação do Prof. Paulo Tadeu Leite Arantes, no TEDxBlumenau,  que nos mostra que é possível promover a mudança mesmo em cidades pequenas.
Colaboração, pertencimento, criatividade, arte, cultura, conexões feitas por pessoas movidas por sentimento colaborativo:  temas essenciais incorporados ao planejamento e gestão urbanos.

Assistam:

Colaboração como meio, Felicidade como fim. | Paulo Arantes | TEDxBlumenauSalon

16 julho 2015

DAU/UFV no Mato Grosso do Sul


Professores do DAU/UFV se reuniram com o prefeito de Água Clara, secretários e representantes da Reflore - Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas, para dicutir projetos para melhorias da cidade.

Água Clara, 180 km de Campo Grande, 11.000 km2, 14.000 habitantes.

27 junho 2015

Plano Diretor de Santa Cruz do Escalvado - trabalhos iniciados

Em 25 de junho de 2015, foram  iniciados  os trabalhos de elaboração do Plano Diretor Participativo de Santa Cruz do Escalvado-MG, UM município com população aproximada de 5.000 habitantes (IBGE, 2010), com 365 da população vivendo em área urbana.

Foram realizados:

Curso de Capacitação com vereadores, secretários municipais, técnicos da prefeitura e munícipes.

Foto Ana Cristina Maria, 25 de junho 2015.

Reunião temática sobre meio ambiente, desenvolvimento rural e segurança pública.

Foto Ítalo Stephan, 25 de junho 2015.

Consulta pública, no clube Santacruzense, na sede do município.

Foto Ítalo Stephan, 25 de junho 2015.

Reunião temática sobre infraestrutura, mobilidade, patrimôno cultural, legislação urbanística.

Foto Ana Cristina Maria, 26 de junho 2015.

19 junho 2015

Plano Diretor Participativo de Santa Cruz do Escalvado -MG

Criado o grupo de discussão sobre o Plano Diretor de Santa Cruz do Escalvado - MG


Participe! Reflita!
Que município temos?
Que município desejamos?
Que acordos podemos firmar para alcançar essas situações desejadas?

Participe das reuniões públicas!
Se não estiver morando em Santa Cruz, deixe sua opinião no Grupo no Facebook:
https://www.facebook.com/groups/1635968346618408/

13 março 2015

Santa Cruz do Escalvado

A Pedra do Escalvado, patrimônio ambiental de Santa Cruz. 

Usina Hidrelétrica Risoleta Neves

Santa Cruz do Escalvado, uma pequena população urbana, num sítio acidentado,
População em queda. São 5.000 habitantes, 2/3 da população mora em área rural. 

  Um crescimento urbano em áreas de alta declividade, gerando contínuo risco de acidentes.
Uma população envelhecida,  um PIB de 0,625 (médio baixo). 

Um desafio em elaborar um plano diretor, obrigatório através de um Termo de Ajuste de Conduta.