Mostrando postagens com marcador Patrimônio histórico de Viçosa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Patrimônio histórico de Viçosa. Mostrar todas as postagens

20 maio 2020

RECONSTRUÇÃO DE PATRIMÔNIO DESTRUÍDO




MPMG consegue liminar para reconstrução de imóvel histórico demolido em Viçosa


Casarão histórico na Avenida Bueno Brandão, no Centro, foi jogado ao chão em 2019 e terreno foi usado como estacionamento. Imóvel estava inventariado desde 2010.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) conseguiu uma liminar da Justiça da Comarca de Viçosa para encerrar as atividades de um estacionamento na Avenida Bueno Brandão, no Centro, para garantir a reconstrução de um casarão histórico demolido em 2019.

Como Conselheiro do CMCPCA sempre lutei contra a demolição da casa,  e por um projeto que preservasse a casa.

Notícia no G1 Zona da Mata consta:

 "Em 2014 e 2017, de acordo com o MPMG, os proprietários tentaram obter a autorização alegando “precariedade das condições do imóvel e ausência de recursos financeiros para custear as reformas que se mostravam necessárias”. No entanto, encontraram resistência dos órgãos competentes, como o Conselho Municipal de Cultura, Patrimônio Cultural e Ambiental, e o Instituto de Planejamento e Meio Ambiente do Município, que apontaram a necessidade de reformas do imóvel, mas descartaram a hipótese de demolição."

Prossegue a matéria:

"Em 2019, mesmo com posicionamento de órgãos municipais descartando a demolição e recomendando reformas, ante o valor histórico do bem, os proprietários obtiveram autorização municipal e demoliram o imóvel em setembro do mesmo ano."

Que a justiça seja feita feita .

Notícias em:

https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2020/05/16/mpmg-consegue-liminar-para-reconstrucao-de-imovel-historico-demolido-em-vicosa.ghtml

https://primeiroasaber.com.br/2020/05/18/mpmg-consegue-liminar-para-reconstrucao-de-imovel-historico-demolido-em-vicosa/[

19 agosto 2018

HOTEL RUBIM ABANDONADO

Hotel Rubim em estado de abandono.


O Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio Cultural de Viçosa já se manifestou mais de uma vez com a decisão da necessidade de tombar a volumetria da edificação. Há mais de três anos, os proprietários já têm a resposta do que pode ser feito - um balanço, um equilíbrio entre a preservação da volumetria e a construção de uma torre no terreno livre - mas estão deixando ao prédio se deteriorar.

Sujeira, reboco soltando, esquadrias apodrecendo: sinais de abandono.

Telhado se deteriorando, reboco soltando, infiltrações comprometendo o prédio.

O Alcântara - vizinho de frente - também está abandonado.
Isso pode se configurar como um crime contra o patrimônio cultural de Viçosa.

20 setembro 2016

CINE BRASIL SUBUTILIZADO

 O antigo Cine Brasil em Viçosa-MG. Estrutura ainda em excelentes condições, vem sendo ocupada por comércio, coberto por placas de publicidade. Merece mais que esses usos. Viçosa não tem nada paraecido com o potencial que o edifício ainda pode oferecer. Foto Ítalo Stephan, 2016

07 setembro 2016

ABANDONO


O "Alcântara", em frente à estação Cultural Hervê Cordovil, em Viçosa-MG, pede socorro. Já foi banco, comércio, prostíbulo e agora está abandonado e se deteriorando rapidamente. Rogo ao nosso Conselho de Patrimônio Cultural que acelere o processo de tombamento e de medidas cabíveis para que ele tenha um futuro.

13 agosto 2016

História e Patrimônio do Campus da UFV

 
Casa originalmente construída para abrigar professores, a atual Pinacoteca é um belo exemplo muito bem conservado do patrimônio arquitetônico do Campus da Universidade Federal de Viçosa. Fotos Ítalo Stephan, 2016.

História e Patrimônio de Viçosa


Ao lado do pequeno bairro de Viçosa, conhecido como Rua Nova, uma comunidade quilombola, está o Sítio de Joaquim Cardoso, que fazia parte da Fazenda Deserto, do final do século XIX. Antes pertenceu a uma  fazendeira conhecida como Nhanhá do Paraíso.  Foto de Nilo Stephan, 2016.
Informações de Marinês Eiterer, que está desenvolvendo uma ampla pesquisa sobre as fazendas do vale do ribeirão São Bartolomeu.

17 julho 2016

O COLÉGIO DE VIÇOSA


Vista de um dos pátios internos, após a requalificação.

Vista de um dos pátios internos a ser requalificado.

Atigo publicado no Jornal Tribuna Livre, Viçosa-MG, em 13/07/2016

Em Julho de 2016 foi inaugurada a primeira fase da obra de requalificação do Colégio de Viçosa. Cerca de um terço da área total ficou pronta para abrigar, de imediato, vários setores da Prefeitura Municipal. Isso significará a economia de milhares de reais mensais que o município gastava em aluguéis. Essa economia poderá reverter em recursos para a continuação das obras. Um sonho de muitas pessoas e de algumas décadas teve enfim, pelo menos uma fração realizada.

O Colégio foi o primeiro bem tombado de Viçosa, em fevereiro de 1999, pelo Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio Cultural e Ambiental - CMCPCA. Em 2001 teve todo seu telhado recuperado com recursos advindos do ICMS Cultural, graças à eficiente atuação da Prefeitura quanto à política cultural e à decisão do Conselho. Essa obra foi fundamental para trazer o prédio em condições razoáveis até os dias atuais, uma vez que toda a estrutura de madeira e os forros estavam tomados por cupins e podridão. Recordo que tanto a política cultural e o conselho foram criados em 1996, quando o secretário de Cultura era o Sr. Marcelo Andrade. É importante voltar um pouco mais no tempo, pois desde a época da administração do prefeito Geraldo Reis, já havia o interesse em transformá-lo em centro administrativo. Fui com ele a Brasília, na sede da Caixa Econômica Federal, então dirigida pelo Sr. Danilo de Castro. A intenção era transformar o Colégio em um Centro Integrado de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente – CAIC – programa do governo Itamar Franco. Não sei o motivo que frustrou a ideia. Outras tentativas posteriores também não obtiveram sucesso. O Colégio foi objeto de projetos de requalificação por secretários de cultura, técnicos que estiveram na prefeitura e em alguns trabalhos finais de graduação.

Em 2014, assim que o Sr. Ângelo Chequer assumiu a prefeitura, estávamos em uma reunião com um assunto diverso quando ele se manifestou interessado em revitalizar o Colégio e fui indagado se havia algum projeto a respeito. Prometi ajudá-lo. Poucos dias após, o Sr. Ângelo me ligou à noite, pedindo que eu fosse, juntamente com o seu secretário, o Professor Dantonino, ao Centro Administrativo do Estado, em Belo Horizonte. De lá saímos com a missão de elaborar uma proposta, com projeto arquitetônico e orçamento, em menos de uma semana, condição para que Viçosa recebesse recursos de R$1.200.000,00.  Graças ao esforço realizado, envolvendo secretários, arquitetos e engenheiros, e várias idas a Belo Horizonte, foi cumprida e bem sucedida a missão. Os projetos foram complementados, a obra começou e, um ano meio depois, Viçosa recebeu a primeira etapa da requalificação do Colégio. Decisões de como requalificar um bem tombado tiveram de ser tomadas, tais como a adequação do prédio à acessibilidade e a substituição, amplamente discutida, das janelas de ferro por um material mais durável e bonito, em alumínio, desenhado a partir do modelo inicial.

O Colégio de Viçosa enfim renasce, ao menos em parte, para abrigar um uso nobre, podendo assim atravessar muitas décadas com utilidade. Não foi uma restauração, intervenção que cabe apenas à bens de excepcionais qualidades e quando é para restaurar todas as suas características originais.  O Colégio nunca chegou a ser concluído. A obra agradou imensamente à população, especialmente àqueles que lá estudaram. O projeto arquitetônico de toda a edificação está pronto. Quando a obra toda estiver concluída, o Colégio abrigará todas as secretarias e o gabinete de governo, otimizando a administração municipal e preservando um imponente edifício histórico.

13 julho 2016

Casario eclético

Casario eclético mantendo as características originais. Joia rara da Av. Gomes Barbosa, em Viçosa-MG. Foto Ítalo Stephan, 2016

02 julho 2016

Aos poucos vai se tornando realidade


Cerimônia de inauguração da requalificação de parte do Colégio de Viçosa. Foto Ítalo Stephan, 2016.

Em 01 de julho de 2016 foi inaugurada a parte requalificada do Colégio de Viçosa. Essa requalificação vem de um sonho cultivado desde os tempos do falecido Prefeito Geraldo Reis, que passou pelo seu tombamento do em 2000, pela recuperação do telhado no mesmo período, pelas tentativas de prefeitos e projetos de trabalho de graduação. Agora culmina depois da vinda de recursos do Estado de Minas, que garantiram uma obra de R$1.400.000,00.

Cerimônia de inauguração do Salão Nobre Professor Arduíno Bolivar, com o Prefeito Ângelo Chequer e várias autoridades. Foto Ítalo Stephan, 2016.

Cerimônia de inauguração da galeria dos ex-prefeitos. Parentes descobriram as fotos dos prefeitos. Linda cerimônia. Foto Ítalo Stephan, 2016.

Vista da ala do Salão Nobre após a requalificação. No canto esquerdo, a caixa da plataforma elevatória. Foto Ítalo Stephan, 2016

É apenas 1/3 da área do Colégio, mas é um excelente começo, quebra a inércia, estimula a conclusão do prédio inteiro. Projeto já tem, que venham os recursos, da economia em aluguéis e de outras fontes.


28 outubro 2015

Patrimônio Viçosense

Casa na Benjamim Araújo, número 85, Centro, Viçosa.

Arquitetura eclética, dois pavimentos, o térreo comercial e o superior residencial, fachada assimétrica, muito rebuscada, acesso por portão e varanda lateral.

Edificação notavelmente bem conservada. Platibanda com medalhão com o ano 1926.

13 setembro 2015

Colégio de Viçosa

Demorou um pouco, mas começaram as obras de requalificação de parte do Colégio de Viçosa.


As obras avançam rapidamente.
O reboco está sendo removido para a colocação de um novo material mais adequado. As esquadrias foram removidas para serem substituidas por novas, nas mesmas dimensões, preservando ao máximo o desenho original, em material novo.

24 agosto 2015

Vandalismo abominável

 Estátua de Hervê Cordovil, ao lado da Estação Cultural com seu nome. Vulnerável ao vandalismo.

O vandalismo deixou a estátua do artista viçosense sem os dois braços. Uma estupidez imperdoável.

13 setembro 2014

Viçosa, 1916

Viçosa, MG, há quase cem anos. Reconhecíveis:  Estação, casa da Dona Cora, a Câmara Municipal e o  "Alcântara". A primeira igreja e a praça com coreto. Ramos ainda era um pasto.

21 setembro 2010

Audiência Pública sobre o Balaústre


Foi realizada dia 20 de setembro de 2010, às 18h, na Câmara Municipal de Viçosa, uma audiência pública para discutir sobre  o destombamento do Balaústre e a proposta de intervenção no bem tombado, visando resolver, através da construção de uma rampa, um ponto que interessa principalmente aos taxistas da cidade.
O plenário ficou cheio e seis dos nove vereadores vereadores estiveram presentes.

O secretário municipal de trânsito apresentou idéias genéricas para alterações do trânsito na área central da cidade, algumas delas dependendo do uso e de intervenções no leito da linha férrea.

Figura 1

Figura 2 

Eu, como representante do Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio Cultural e Ambiental de Viçosa – CMCPCA - apresentei conceitos gerais sobre a importância da preservação dos bens culturais e alguns argumentos contra a intervenção no Balaústre, principalmente quanto ao impacto da construção de uma rampa no local, pois o croqui apresentado pelo secretário é subdimensionado (figura 1). Uma rampa adequada seria muito maior e impactaria muito mais o balaústre, invadiria o leito da linha e impediria a continuidade da linha como solução viária e a implantação do VLT (figura 2).

Os encaminhamentos foram: que um projeto de modificações emergenciais no trânsito seja apresentado e discutido com a comunidade, e que cabe ao CMCPCA a decisão sobre a intervenção no Balaústre.

Tem-se a impressão que a população em geral não se importa com o patrimônio histórico, principalmente se ele se torna um empecilho ao “progresso”. Creio que é preciso um bom trabalho de educação patrimonial.

12 setembro 2010

Abraço no Balaústre


Abraço no Balaústre (Foto Ítalo Stephan, 2010)


Abraço no Balaústre (Foto Aguinaldo Pacheco, 2010)

Foi um belo acontecimento na manhã de sábado (09/11), quando várias dezenas de pessoas se encontraram no ameaçado Balaústre e demonstraram que o bem é de valor inestimável para a Viçosa da geração atual e das gerações futuras e por isso deve ser preservado. As pessoas - estudantes, professores, simpatizastes - amarraram laços de fita branca nos balaústres e deram um abraço envolvendo as rampas. Cantaram palavras de ordem como "Oca, oca oca, no balaústre ninguém toca" e ""quem tem neurônio defende o patrimônio".

Vejam mais fotos e um filme no blog do Aguinaldo Pacheco.

10 setembro 2010

VLT é viável

Estudo de VLT para Viçosa (Imagem Ítalo Stephan e Juan del Toros, 2008) e o bonde em Amsterdam

O Veículo Leve sobre Trilhos - VLT - é perfeitamente possível em Viçosa. Os custos não são tão elevados como muita gente pensa. Outro empecilho alegado por muitos é sobre os cruzamentos com as vias existentes. Isso não é problema. VLTs existem em várias cidades e convivem com pedestres, ciclistas e automóveis, como ocorre em Amsterdam, uma cidade com 800 mil habitantes e muitos cruzamentos. A velocidade do VLT é segura e equivalente a qualquer veículo cruzando uma via.

Utilizar o leito da linha pode reforçá-la como eixo de crescimento urbano, inclusive com índices urbanísticos que permitam maior adensamento. É assim que ocorre em Curitiba, pois é ao longo dos eixos dos transportes coletivos que estão os maiores edifícios.

Há outras pessoas criando idéias interessantes mas muito menos viáveis, como aerotrilhos ou um VLT abaixo do nível da rua. Em Poços de Caldas já foi construído uma estrutura de monotrilho que nunca funcionou. Hojé é uma estrutura de concreto suja, um fantasma que atravessa a cidade.

07 setembro 2010

Repúdio ao jornal Folha da Mata


Os trambolhos não são a Casa Verde nem o Balaústre (Foto Ítalo Stephan, 2010)

Queremos manifestar nosso repúdio com a forma vulgar, mal educada e desrespeitosa pela qual nós, professores da Universidade Federal de Viçosa, especialmente os professores do Departamento de Arquitetura e Urbanismo temos sido tratados. Nós, que temos a coragem de manifestar publica e criticamente a respeito da forma com que o patrimônio histórico local tem sido destruído, temos sido atacados como inimigos da cidade.Na semana passada, sobre a posição de alguns membros do Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio Cultural de Viçosa, a respeito da inadequada proposta de criar uma rampa de acesso que liga o pátio da estação à av. Bueno Brandão, a partir de uma intervenção desnecessária e injustificada em um bem municipal tombado, um vereador de Viçosa, médico disse:"uns cabeças de bagres que vem da Universidade e que temos que tolerar". É uma pena termos esse tipo de comentário, de quem quer que seja, pior ainda de uma pessoa que deveria ter educação, que poderia provocar um diálogo em bom nível e que tem nas mãos a vida de muitos pacientes.

Na edição de número 165 do jornal Folha da Mata, em três matérias surgem expressões como a repetição do termo ""cabeça de bagre" dedicado aos professores do curso de Arquitetura e Urbanismo. No editorial usa-se o termo "alguém que gosta de tomar clister na nádega dos outros", referindo-se a alguns de nós. No mesmo termo contesta a validade do tombamento dos bens feito ao longo de 14 anos de existência do conselho, chama o Balaústre de "trambolho" e por fim, desmerece os estudos de viabilidade feito por técnicos da UFV, para a implantação de um veículo Leve sobre trilhos aproveitando a linha férrea.

A edição do jornal procurou em vários momentos desmerecer a atuação de um conselho que traz recursos para a cidade exatamente pelo cuidado dedicado ao patrimônio cultural tombado. Desmerece e achincalha com as nossas competências e com a credibilidade da Universidade, que é desnecessário dizer que prima pela sua excelência. Estamos certos que essas não são as formas civilizadas de lidar com as diferenças de opiniões e não gostaríamos que esses tristes episódios se repetissem e que o jornal continue a manifestar de forma ética e decente suas opiniões, mesmo que contrárias, pois isso sim é democrático.

O fim da "casa rosa"


Mais uma parte da identidade de Viçosa que desaparece (Foto Ítalo Stephan, 2010)


A demolição em alta velocidade e risco para os demolidores (Foto Ítalo Stephan, 2010)

Contrariamente a três pareceres contrários do Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio Cultural e Ambiental de Viçosa, desaparece, na Avenida Santa Rita, mais um imóvel de bela arquitetura eclética, proprieadde de uma família tradicional , para dar lugar a um "moderno" edifício.
Vamos ver o que virá para substitui-lo.
A casa foi destelhada e abandonada ao tempo para que os proprietários alegssem que ela estaria irremediavelmente condenada. É uma demolição ilegal, não deve ter alvará da prefeitura e vai ficar por isso mesmo?

03 setembro 2010

Abraço no Balaústre de Viçosa


As rampas do Balaústre.Foto Ítalo Stephan, 2010

Vamos abraçar o Balaústre, agora chamado de "Trambolhão" por um, pasmem, historiador de Viçosa, dono de um jornal, no sábado dia 11/09?
Vamos convidar todos aqueles que entendem a importância de preservar a história de Viçosa.

01 setembro 2010

Cabeças de bagre


Sobre a posição de alguns membros do Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio Cultural de Viçosa, a respeito da inadequada proposta de criar uma rampa de acesso que liga o pátio da estação à av. Bueno Brandão, a partir de uma intervenção desnecessária e injustificada em um bem municipal tombado, um vereador de Viçosa, médico disse:

"uns cabeças de bagres que vem da Universidade e que temos que tolerar".

É uma pena termos esse tipo de comentário, de quem quer que seja, pior ainda de uma pessoa que deveria ter educação, que poderia provocar um diálogo em bom nível e que tem nas mãos a vida de muitos pacientes.
A opinião pode também ser um tiro no pé:

"Para quem não sabe, ela é empregada para designar aquelas pessoas de pouca ou nenhuma inteligência ou se a tem, não a usam em proveito próprio e muito menos dos outros. São repetidores incansáveis de idéias, conceitos e preconceitos alheios, e quando se metem em política, é o que se vê na maior parte de nossos políticos, um desastre, um bando de políticos cabeça de bagre."
(Marco Celso Huffell Viola -http://marcocelsoviola.blogspot.com/)