sábado, 27 de maio de 2017

PATRIMÔNIO EM RISCO - ART DECO

Prédios com uma cuidadosa estética que já tiveram seu uso e agora estão abandonados. Uma pena.

Presidente Bernardes-MG. Salão. Um belo edifício Art Deco abandonado. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017

Piranga-MG. Cinema . Um belo edifício Art Deco abandonado e obstruido por uma edificação esteticamente medíocre. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017

Piranga-MG. Cine Teatro. Um belo edifício Art Deco abandonado. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017


terça-feira, 23 de maio de 2017

PRESIDENTE BERNARDES (OU CALAMBAU)-MG

Presidente Bernardes (Calambau - desde 1710). Emancipada de Piranga, em 1954.  Zona da Mata mineira, pouco mais de 5.500 habitantes. 30% da população urbana, 70% rural. IDH 0,632.

 Praça principal com a Igreja de Santo Antônio ao fundo. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

Ponte sobre o Rio Piranga. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

Casario e balaustrada. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

. Secretaria Municipal de Cultura. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.


Rio Piranga, largo e com vegetação ciliar abundante. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

PIRANGA-MG

Piranga, Zona da Mata mineira.  Pouco mais de 17.000 habitantes. 1/3 morando na zona urbana e 2/3 na rural.  Povoada desde 1704, como Arraial do Guarapiranga. IDH 0,600. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

Praça com belo coreto. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

Importante acervo arquitetônico do século XVIII e XIX.  Sobrado belíssimo muito precariamente preservado. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

Sobrado  muito precariamente preservado.Secretaria Municipal de Cultura. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

Casarão térreo precariamente preservado. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

Capela de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Exemplar típico da linguagem arquitetônica difundida no século XVIII, por todo o vale do Rio Piranga. Foto Ítalo Stephan, Maio 2017.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Igreja Matriz de Santo Antônio de Calambau

Presidente Bernardes-MG (Calambau). Igreja Matriz de Santo Antônio de Calambau - obra iniciada no dia 1º de março de 1950 e inaugurada, no dia 07 de setembro de 1953. Exterior sóbrio com revestimento em pó de pedra.  Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

A velha matriz inaugurada em 1775, havia sido ampliada pelo Padre Francisco Lopes da Silva Reis (Padre Chiquinho), entre outubro de 1923 e novembro de 1924. Mas, antes de ser iniciada a segunda metade deste século não estava mais em condições de continuar mais sendo Casa de Orações, um templo de Deus. Então o Padre José Nicomedes Grossi, Vigário da paróquia encomendou a planta da nova igreja ao arquiteto italiano Rafael Juliano. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

Interior com dezenas de belos vitrais. Belo interior, rico em acabamentos e ornatos. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

Acabamento riquíssimo em detalhes e pinturas no teto, pinturas marmorizadas nas colunas e arcos. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.


IGREJA DA BOA MORTE - PIRANGA-MG

Piranga,MG - Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte é - construção de meados do século XVIII, época da fundação do povoado de Guarapiranga. A capela possui  meias torres laterais e duas janelas no centro da fachada. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

O corpo da capela é alongado para os fundos, demonstrando ter sofrido vários acréscimos. A nave é ampla, com galerias laterais em baixo e em cima. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

Estrutura aparente em madeira, com vedação em pau a pique. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

Altar com  ornatos singelos reforçados por molduras em azul. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

domingo, 21 de maio de 2017

ÁGUA VERDE


Serão cianofíceas os agentes que colorem as águas do primeira lagoa da UFV? É o excesso de nutrientes jogados nas lagoas?

sábado, 20 de maio de 2017

ESPECIALISTAS ANÔNIMOS


Artigo publicado no "A Tribuna", Viçosa-MG, em 17/05/2017

Agradeço comentários.

Os jornais locais publicaram em duas semanas uma matéria muito parecida sobre a revisão do Plano Diretor de Viçosa, que se encontra em mãos do prefeito. A primeira matéria intitulada "Especialistas questionam minuta do novo Plano Diretor" e a segunda, de capa, “Plano Diretor recebe críticas”. As duas matérias são confusas e passam uma mensagem que retrata a postura dos que agora estão reclamando do plano. A primeira matéria incluiu minha foto e partes desconexas de declarações a mim atribuídas, sem autorização. Acrescento que o plano não foi encomendado a UFV, mas elaborado por um grupo de especialistas dessa universidade e do IPLAM, cidadãos respeitáveis e vereadores, em um longo processo de discussão.

Há vários graves problemas nas matérias. Informam uma suposta posição de especialistas - engenheiros, arquitetos e urbanistas - sem identificá-los. Por que não se identificam? Pergunto agora por que tais “especialistas” não apareceram em nenhum outro momento da revisão, (lembrando que foram realizadas inúmeras consultas públicas, audiências e debates, entre 2015 e 2016, além de terem sido oferecidos canais na internet para acolher sugestões). A revisão foi amplamente divulgada nos jornais locais e objeto de vários artigos publicados por mim neste jornal em 2015/16 (Consciência cidadã; Rico Debate; Espírito de Coletividade; Participem!; Revisão do Plano Diretor). Não participou das discussões quem não quis.

Os “especialistas anônimos” afirmam de maneira leviana e sem base que o Plano causará fechamento de negócios, que a cidade pode sofrer retração com o plano, com o fechamento de empresas, perda de empregos e desestímulo à atividade empresarial. Sem a exposição dos argumentos fica difícil contra argumentar. Esses argumentos já foram usados em 2000 e em 2008, e Viçosa não parou de crescer. Diminuiu agora com a crise e com a construção de um número exagerado de unidades que estão vazias. A matéria afirma que o Plano não considera as especificidades de Viçosa. Como os “especialistas anônimos” não participaram de nada, não conheceram o longo processo.

Os “especialistas anônimos” criticaram o novo limite de Área de Preservação Permanente ignorando que o plano respeita ao imposto pela legislação federal, que é uma faixa de Área de Preservação de 30 metros a partir das margens dos cursos de água. Se há limites mais frouxos em outras cidades, como apontam, o problema – e grande - é delas. Há, em nível nacional o entendimento de que é preciso avançar na discussão e no aperfeiçoamento da legislação específica para a proteção em áreas urbanas consolidadas.  Isso tende a acontecer, e o próprio município pode ajudar a fazê-lo. Consideremos que o inadequado processo de urbanização que invadiu as margens dos córregos e os doze parcelamentos irregulares, no mínimo, feitos nas áreas urbana e rural já causaram danos sérios ambientais nas bacias do São Bartolomeu e Turvo. Há, em Viçosa, uma quantidade enorme de terrenos vazios, estando uma parte significativa na mão de especuladores. Há um estoque de terras vazias que precisam ser ocupadas, sem necessidade de expansão contínua e insustentável.

Peço aos anônimos especialistas que se apresentem e discutam de forma aberta, que exponham claramente seus argumentos aos que se propuseram a contribuir com o desenvolvimento de Viçosa. Peço aos autores das matérias que reflitam antes de publicar textos que não contribuem para a sociedade, ao contrário, a confundem e a prejudicam. Títulos como “Plano Diretor recebe sugestões” seriam muito mais bem vindos.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

LIXO

Como é que se permite o funcionamento de um bar que produz essa imundície? Foto Ítalo Stephan, maio 2017, 8 da manhã.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

ENFIM

As placas de publicidade que estavam em más condições enfim foram retiradas. Ponto para o Prefeito. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

MINHA CASA MINHA VIDA EM VIÇOSA-MG

Coelhas, área rural de Viçosa-MG. Conjunto habitacional do Programa Minha Casa Minha Vida. Poucos anos de existência surgem os arranjos privados e o resultado é esse. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

Poucos anos de construção e a qualidade da pavimentação se mostra péssima. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

Maus tratos


Nova Viçosa, Viçosa-MG. Entulho e lixo no meio da calçada. Lote vazio sem cercamento. Vetor de doenças, local que inspira insegurança. Por que nossa cidade é tão mal cuidada? É culpa só do Poder Público?  Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

domingo, 7 de maio de 2017

PRECISAMOS DE MAIS LEIS?

Elegarça - um corpo robusto de leis que não anda sem uma fiscalização eficiente (inspirado em imagem de um livro de Ermínia Maricato). 

Texto publicado no jornal "A Tribuna", Viçosa, em 5 /5/2017.

Na Câmara Municipal foi proposto, mas depois retirado de pauta, para aguardar os desdobramentos da revisão do Plano Diretor, um projeto de emenda à Lei Orgânica (a Constituição do Município). O projeto “Declara a região do Paraíso como Patrimônio Natural e dá outras providências”. A proposta era de anexar dois novos parágrafos:

“§ 3º A região do Paraíso, assim entendida a zona rural (1) a partir da Rodovia MG-280, sentido Paula Cândido, é patrimônio natural e sua utilização far-se-á, na forma da lei, para fins, exclusivamente, rurais (2) e que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso de recursos naturais.
§ 4º Na região do Paraíso é vedado o parcelamento do solo para fins residenciais, comerciais, industriais ou de serviços. (“3)”

As justificativas para o projeto de emenda consideram a preocupação com a preservação do meio ambiente; com o abastecimento de água, já que Viçosa depende quase em grau de sobrevivência, das nascentes da bacia do São Bartolomeu; por fim, com a expansão urbana e imobiliária. Há vários pontos a serem elucidados. (1) A descrição da zona rural a partir da rodovia é imprecisa e insuficiente, não há como compreender seus limites. (2) O que pretende chamar de zona rural já perdeu grande parte dessa característica há anos, devido à profusão de loteamentos e parcelamentos irregulares e com a construção de inúmeros edifícios para fins não rurais, como restaurantes, locais de festas, residências fixas, sítios de finais de semana, galpões industriais. (3) A proposta pretende vedar o parcelamento para fins não rurais em uma área já muito esquartejada. Há na região propriedades não parceladas que comportam várias unidades de lotes, casas, quadras esportivas e salões de festas. Há partes da bacia do ribeirão com uso agrícola e pastoril, com cobertura vegetal e com cursos d'água que devem ser preservados para a proteção da legislação ambiental.

Vedar formas de uso simplesmente não evita a ocupação inadequada do solo. Os problemas existentes e as formas de proteção da área já possuem instrumentos legais e jurídicos vigentes, na legislação federal e no Código Ambiental do Município. Agora se pretende ordenar o uso e a ocupação do solo da região com a proposta da revisão do Plano Diretor que está a caminho da casa legislativa para tramitação. Um grande e crônico problema tem sido a postura da administração municipal em desconsiderar a zona rural como jurisdição, deixando-a inalcançável pela fragilíssima fiscalização municipal, além da subdimensionada estrutura de fiscalização ambiental.

Receio que a simples criação de uma lei, mesmo que bem intencionada, a jogue, como outras na inocuidade. Há quase vinte anos existiu o movimento S.O.S. São Bartolomeu; há mais de cinco anos aguardamos a criação da APA do São Bartolomeu; há mais de 16 anos temos um Plano Diretor; há mais de 14, o IPLAM; termos um conselho de meio ambiente, um conjunto legal que se mostrou incapaz de permitir a deterioração visível da bacia. Sinceramente não há como acreditar que mais uma lei possa ter efeito. Precisamos muito mais que isso, numa combinação de ampliação e eficácia da fiscalização e de uma expressa e inquestionável vontade política de salvar e proteger nosso maior manancial. Como disse meu sábio professor Flávio Villaça: “no país onde a lei é ignorada, clama-se por mais leis!”.

sábado, 6 de maio de 2017

MATÉRIA ESTÚPIDA






Fotos de algumas reuniões da revisão do Plano Diretor.

Venho protestar contra uma matéria veiculada em jornal local intitulada "Especialistas questionam minuta do novo Plano Diretor".
Além de muito mal redigida, incluiu minha foto e partes desconexas de declarações a mim atribuídas, sem autorização.
A matéria é confusa e passa uma mensagem que retrata a postura mesquinha dos que agora estão reclamando do plano.  Há vários graves problemas nela, onde ressalto:
-  informa uma suposta posição de especialistas - engenheiros, arquitetos e urbanistas - sem identificá-los.
- pergunto agora por que tais especialistas não apareceram em nenhum outro momento da revisão, lembrando que foram realizadas inúmeras consultas públicas, audiência e debates, além de terem sido oferecidos vários canais na internet para acolher sugestoes.
- os especialistas anônimos afirmam, irresponsavelmente e sem base que o Plano causará fechamento de negócios.
- os especialistas anônimos criticaram o novo limite de Área de Preservação Permanente, ignorando que o plano respeita ao imposto pela legislação federal. Se há limites mais frouxos em outras cidades, o problema é delas.
- chega a dizer o plano poderá ter de ser feito novamente.

Peço aos anônimos especialistas que se apresentem e discutam de forma aberta, que exponham claramente seus argumentos aos que se propuseram claramente a contribuir com o desenvolvimento de Viçosa.

Peço ao autor da matéria que reflita antes de escrever um texto em que não dá nenhuma contribuição para a sociedade, ao contrário, a prejudica.

FORÇA ESTÚPIDA

O Poder Executivo permitiu a demolição da chaminé da Usina Santa Rita. No local virá um supermercado. Foto Ítalo Stephan, 2014.

A força da grana e a insensibilidade do Executivo desapareceram com uma referência de décadas. Foto Ítalo Stephan, maio de 2017.

Cataguases eclética

Chácara Dona Catarina. Atualmente Biblioteca. Foto Ítalo Stephan, maio 2017.

Prefeitura Municipal.  Foto Ítalo Stephan, maio 2017.


Companhia de Fiação e Tecelagem, agora supermercado.

Estação Ferroviária e linha férrea onde não passam mais trens.