sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Belo exemplo a ser seguido!

Vejam que bela notícia! Que bela política a ser seguida!


Texto de Jéssica Miwa:

"Para aqueles que duvidam da viabilidade da tarifa zero: Maricá, localizado no litoral norte do Rio de Janeiro, é o primeiro município com mais de cem mil habitantes a adotar o passe livre no transporte público municipal. Segundo a prefeitura, toda população será beneficiada a partir de hoje, 18 de dezembro, com o transporte grautito.

Para concretização da medida, o prefeito Washington Quaquá criou a Empresa Pública de Transportes (EPT), que será responsável pela manutenção das linhas e veículos. Neste primeiro momento, a EPT conta com dez ônibus e quatro linhas que circularão de 20 em 20 minutos das 5h às 22h e de hora em hora das 22h às 5h.

Estima-se que até 2016 todas as linhas municipais serão operadas pela EPT. Para tanto, é preciso aumentar a frota para 25 coletivos e reservar um investimento de R$1,3 milhão mensais dos cofres municipais."

Que outras cidades sigam esse exemplo

http://www.thegreenestpost.com/cidade-brasileira-com-mais-de-cem-mil-habitantes-tem-passe-livre/

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Hervê Cordovil

A bonita estátua de Hervê Cordovil, um famoso músico viçosense, conhecido nacionalmente. A estátua está ao lado da antiga estação ferroviária, que hoje abriga um centro cultural com o nome do compositor de várias músicas como “Vida de Viajante” em parceria com Luiz Gonzaga.

http://dentrodarte.arteblog.com.br/1092599/O-genial-Herve-Cordovil/

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Por amor à Viçosa

Chega fim de ano, as pessoas estão querendo descansar, conviver com os familiares, mas ainda cabe perguntar por que, depois de tantas denúncias, a Câmara Municipal não se manifesta a respeito dos loteamentos clandestinos na área urbana e área rural de Viçosa?
Abaixo estão 5 exemplos:

 Paraíso

 Marrecos

 Cristais 1 e 2

 Canelas

Vão ver o estragos que a terra solta está fazendo nesse período de chuvas!
Isso é, negligência, isso é mais ainda, é conivência com a insustentabilidade.
O silêncio está incomodando muito.
O IPLAM  precisa tomar providências.
Fala Câmara! Fala IPLAM!  Fala Codema! Fala SAAE! Fala IEF!


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

VLT em Viçosa



Uma solução viável para Viçosa. 
Da Veterinária/UFV  a Teixeiras, passando ao lado do Parque Tecnológico. Favoreceria a população ao longo da linha; permitiria uma maior ocupação populacional no Vale do Sol, Vau-açu.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Para onde e como crescer



Região noroeste da cidade de Viçosa, vizinha às Amoras. Tem áreas para crescer, mas necessita urgentemente da intervenção pela prefeitura para orientar com um plano de urbanização. Caso contrário a ocupação será danosa ao maior manancial - o Rio Turvo Sujo. Dá para preservar a faixa de 30 metros e propor uma rede viária adequada.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Os de lá e os de cá


Texto publicado no jornal Tribuna Livre, Viçosa, em 11/12/2014,  a partir de outro publicado no jornal Panorama, Juiz de Fora, em 15 /12/2003

Tenho, de minha casa, uma visão muito ampla e bonita da cidade, com quase  270 graus de visão panorâmica. À noite, é ainda mais bela: veem-se luzes de várias intensidades e dispostas em variados desenhos. De longe, parece um conjunto organizado e harmônico. O primeiro plano é da área central, onde, como privilegiado moro. É uma área viva, animada, uma mistura saudável de usos. Há muitos prédios de vários pavimentos, as ruas são asfaltadas e as calçadas contínuas e acessíveis. Há pequenas praças e ruas com canteiros centrais, muito bem cuidados. Observa-se uma iluminação eficiente nas ruas, o que passa uma sensação de segurança aos inúmeros pedestres que vão para casa, para os que saem das escolas, dos cinemas ou dirigem-se aos bares.

Mais ao longe, lá no alto dos morros que circundam o centro, pode-se observar casas, quase todas ainda com sua alvenaria aparente. Ha manhas de vegetação, por vezes cobrindo um terreno inclinado demais para suportar uma construção. Cada uma dessas casas apresenta pontos de luz pálidos, que, somadas às outras, forma uma silhueta trêmula à noite. De lá, seus moradores têm uma bela vista. Mas têm mais dificuldades e problemas que os moradores mais privilegiados do centro. Não se pode dizer que a qualidade das vias, calçadas, iluminação e de suas próprias residências é tão boa quanto a da área central. Nem sempre é fácil alcançar o ponto de ônibus, nem sempre lá chegam com facilidade o caminhão da coleta de lixo, o caminhão de entrega de gás, uma viatura policial ou uma ambulância, quando mais se precisa. Nem sempre se pode ir a busca de atendimento médico, escola, creche ou ir à uma atividade de lazer ou de cultura. As limitações impostas pela idade, pelas necessidades físicas especiais, ou pelas financeiras, cerceiam das pessoas o direito de ir e vir, de viver plenamente a cidadania.

Um vento forte, um temporal, uma seca prolongada, uma chuva de granizo ou um sol a pino têm efeitos muito diferentes nesta parte da cidade. Enquanto uma assiste aos fenômenos meteorológicos de forma segura e confortável, pois sabe que vai passar; a outra se preocupa, fica sem água, sem energia elétrica, sem acesso por vários dias. Seus moradores às vezes adoecem, às vezes entram em pânico, às vezes têm a vida transformada por tragédias que não atingem os de cá.

Os de cá e os de lá moram na mesma cidade, embora vivam em realidades diferentes. Os de cá podem até se importar com o que acontece com os de lá, mas não trocariam de lugar. Nesta cidade, e em milhares de outras neste país, há esta divisão silenciosa, esta segregação perversa. Às vezes alguns dos cidadãos até escolhem se isolar nas áreas distantes, fecham-se em muros medievais, levam consigo e seus familiares os gastos públicos da construção de uma infraestrutura de vias, iluminação e saneamento; instalam eficientes sistemas de segurança; chegam e saem de lá com seus automóveis blindados. Atraem, para perto deles, mas fora de seus muros, bares, restaurantes, academias de ginástica e até shopping centers. Para isso, se precisar, expulsam os antigos moradores para longe, longe dos que mandam e os que consomem, longe ainda mais da cidadania. Dessa forma, longe até da nossa vista, esquecemo-nos deles, pelo menos até que alguns de nós precisemos de seus votos. Quem pode mudar essa situação? Quem quer mudar essa situação? Certamente não são os do lado de cá.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Delicado equilíbrio

Klaksvik - Ilhas Faroé

 Thórshavn - a capital

Ilhas Faroé (ou Faroe) são um arquipélago de 18 ilhas situadas junto à latitude 62 N, acima da Escócia, meio caminho entre Noruega e Islândia). Clima moderado em função de corrente marítima.  Em Thórshavn não se registram temperaturas médias mensais negativas, oscilando estas entre os 0,3 °C em Janeiro e os 11,1 °C em Agosto. A média anual é de 6,7 °C. Vivem nas ilhas sem árvores  um pouco mais de 50.000 habitantes.
Colonizado pelos vikings desde o século IX. Até 1946 era da Dinamarca. Governo autônomo desde 1948. Um frágil meio ambiente em que seus povoadores souberam manter em equilíbrio. O arquipélago não suporta bovinos e suínos. Optaram por criar ovelhas.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Colapsos : Povos Anasazis

Miremo-nos nos exemplos do passado.
Em Chaco Canyon (sudoeste dos EUA) havia um povo desenvolvido. Um exemplo de que  a sociedade não se relacionou de forma sustentável com seu clima, geografia, recursos e parceiros comerciais.
Foram enormes os impactos ambientais de sociedades complexas não auto-suficientes que entraram rapidamente em colapso após atingirem o auge de população e poder.
Os povos do passado não eram maus administradores ignorantes mas foram exterminados sem agir a tempo de corrigir os erros que cometeram.  A história nos deixa lições que deveríamos aprender.

Eis o que restou do magnífico Pueblo Bonito.

Um auge populacional (em torno de 1110 d. C.) Depois de seis séculos seguiu-se o colapso político e social.

Uma reconstituição do que um dia foi  Pueblo Bonito.

O que sobrou de um lugar antes cheio de árvores e águas subterrâneas, e de muita gente.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

domingo, 7 de dezembro de 2014

Política habitacional equivocada

Em Viçosa-MG, os conjuntos habitacionais do programa federal Minha casa, minha vida, estão sendo jogados numa periferia distante, desconectada do resto da cidade. Problemas graves surgem com esta segregação. São trechos de "não cidade" sem equipamentos, empregos e condições de mobilidade adequadas.

Ao mesmo tempo, existem, no meio da área urbana, dotados de infraestrutura abundante, enormes vazios urbanos, que não atendem à função social da propriedade. Estão ali apenas aguardando valorização.

O Plano Local de Habitação Social, que não sabemos onde anda, não avança nestas questões e deixou as áreas como as Coelhas destinadas ao agravamento da questão.

Desenho: Educação e ética no trânsito

Ítalo Stephan. Fé na tábua e pé em Deus. Nanquim s/papel, 2014

sábado, 6 de dezembro de 2014

Tá certo ou tá errado? IV


Loteamento em área rural, no Paraíso. Obra ilegal, sem Estudo de Impacto Ambiental, sem licença da Prefeitura. IEF autorizou remoção de vegetação? Codema autorizou? Passou pelo COMPLAN?
Ocupa topo de morro, provavelmente removeu muitas árvores; fez grande movimentação de terra; tem ruas longas demais sem saída.

Tá certo ou tá errado?

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Dois arquitetos

Cem anos do nascimento de Lina Bo Bardi



Dois anos da morte de Oscar Niemeyer



http://www.institutobardi.com.br/
http://www.niemeyer.org.br/

Tá certo ou tá errado? III


Região dos Cristais, a sudeste do Campus da UFV, há poucos anos transformada em área urbana. Três loteamentos em obras.

Não custa nada perguntar ao IPLAM se eles fizeram Estudos de Impacto Ambiental. Espero que eles tenham seguido a legislação sobre parcelamento do solo, quanto às dimensões máximas de vias sem saída; quanto à declividade dos lotes e vias e quanto à destinação de áreas destinadas ao município de Viçosa.
Espero que esteja tudo correto quanto à definição de como escorrerão os esgotos e as águas pluviais.
Há sinais de remoção de árvores, mas houve autorização do IEF, não? Quem asfaltará os trechos entre a área e a UFV e entre a área e a rodovia?

Se estiver tudo certo, não incomodo mais. E ainda aplaudirei.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Mobilidade e acessibilidade urbana em centros históricos.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional disponibiliza para download gratuito o Caderno Técnico nº 09 - Mobilidade e acessibilidade urbana em centros históricos. A publicação faz parte do cumprimento da Portaria Iphan n° 623/2009, que estabelece um conjunto de ações no campo da mobilidade e acessibilidade urbana. O Caderno Técnico foi lançado em abril de 2014, no âmbito do Seminário Iberoamericano de Acessibilidade no Patrimonio Cultural, realizado em Salvador (BA).

+ info: http://bit.ly/1xWu54Z