quinta-feira, 23 de março de 2017

PREFEITO, ARRUMA ISSO!


Av. P. H. Rolfs - uma das principais  avenidas de Viçosa, acesso à UFV, centro comercial importante. É assim que está sendo tratada: lixo ao meio-dia, placas de propaganda em péssimo estado de conservação, portal da "praça" em mal estado, ponto de ônibus com pavimentação defeituosa e buracos. Prefeito, cuida disso!

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Fotos Ítalo Stephan, março 2017.

domingo, 19 de março de 2017

ARQUITETO DA FAMÍLIA

Artigo publicado no jornal Nova Tribuna, de Viçosa-MG, em 15/03/2017.

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O Arquiteto e Urbanista é o profissional competente para projetar e acompanhar as obras dos edifícios. No entanto, no Brasil, a participação deste profissional mal atinge, na média, os 5% de tudo que é projetado nas nossas cidades. Uma outra parte um pouco maior das nossas cidades é feita pelos engenheiros civis e técnicos de edificação. No entanto, a grande maioria, cerca de 85%, é edificada por pessoas com experiência prática e pela autoconstrução. Isso significa que a população constrói suas casas sem qualquer orientação técnica de projeto e acompanhamento de obra. Com isso, a qualidade das habitações não é boa; é resultado do improviso, da falta de orientação. A experiência prática resolve para muitos a necessidade primária de ter um lugar para abrigar sua família. A solução inadequada dos espaços e o uso dos materiais inapropriados deixa ambientes insalubres, obriga as pessoas a morarem com más condições de iluminação e ventilação.

A Lei nº 11.888, de 24 de Dezembro de 2008, conhecida como Lei de Assistência Técnica, assegura o direito das famílias de baixa renda à assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social, como parte integrante do direito social à moradia, previsto no artigo 6o da Constituição Federal. A assistência técnica objetiva formalizar o processo de edificação, reforma ou ampliação da habitação, perante o poder público municipal e outros órgãos públicos. Busca evitar a ocupação de áreas de risco e de interesse ambiental, além de propiciar e qualificar a ocupação do sítio urbano em consonância com a legislação urbanística e ambiental.

Algumas prefeituras já possuem leis de assistência técnica, mas ainda não as colocaram em prática, o que é uma pena. É necessário que os prefeitos busquem alguma forma de implementá-las, pois com a assistência técnica correta, problemas futuros serão evitados, facilitando os trabalhos da defesa civil e da administração municipal, especialmente quanto aos serviços urbanos. Com casas mais saudáveis, as pessoas ficarão mais saudáveis e satisfeitas, reduzindo custos com a saúde.

Algumas universidades como a de Viçosa e a UERJ, em Petrópolis  prestam ou prestaram assistência em arquitetura e engenharia aos mais pobres. Existe, em Niterói, um sistema parecido com o Médico da Família, que seria o Arquiteto da Família, capaz de dar assistência a cada família quanto ao projeto e construção ou reforma, da melhoria das condições de habitação e de regularização de suas casas. Numa linha parecida há o Inova Urbis, uma ONG que atua na Rocinha (Rio de Janeiro) e em Paraisópolis (São Paulo). O arquiteto e urbanista alia a técnica adequada (no projeto dos ambientes, na definição de técnicas construtivas, na previsão de futuras expansões) com os desejos dos moradores, proporcionando soluções seguras, econômicas, sustentáveis e bonitas. O Arquiteto e Urbanista encontraria uma forma de cumprir uma importante função junto à sociedade carente de assistência técnica. Uma população que vai continuar a construir, que precisa ampliar reformar ou regularizar seu imóvel, e que merece ser atendida com competência e respeito. Todo município poderia incrementar sua política urbana com os Arquitetos da Família, na forma de parcerias com órgãos públicos e privados, de forma a atender a uma enorme parcela desassistida da população. Todos teriam muito a ganhar com isso.

sexta-feira, 17 de março de 2017

OS JOVENS E OS ESPAÇOS PÚBLICOS

 

 DISCUSSÃO NECESSÁRIA

Recentemente a Prefeitura de Viçosa proibiu o uso de mesas e cadeiras  em espaços públicos. Isso repercutiu negativamente,  com muita força, entre os jovens, donos de bares e a população em geral. Veio à tona mais uma vez algo que já se tornou crônico: a falta de espaços destinados ao lazer e aos encontros, mesmo que isso inclua muita cerveja.

Como lidar com a questão do uso dos espaços públicos e da demanda legítima ?
É possível chegar a uma solução? Há mais de uma?
É possível chegar a um acordo factível, onde a soma dos pontos em que alguns abram mão, com os benefícios  não seja positiva para a cidade?


Já se passou muito  tempo sem que a questão fosse discutida e resolvida. Já era necessária há mais de vinte anos, e a situação só vem se avolumando.

Encaminhei aos vereadores uma proposta de realização de uma audiência pública para discutir o assunto. Em breve poderemos ter a audiência. Deverá ser uma audiência que inclua a Prefeitura Municipal, a Câmara, a UFV, a Univiçosa, o DCE, os estudantes, enfim, quem quiser participar.

Bom, teremos uma audiência pública. A participação de todos os autores é essencial.  Mas nela é necessário que estejam participantes, que surjam  propostas, e que as propostas se tornem realidade. Um pacto é possível? Alternativas existem?

Sim, acredito.  Acreditem.

Foto:

http://www.montanhesa.am.br/vicosa/noticias/estudantes-tomaram-a-av-santa-rita-e-causaram-diversos-problemas-em-vicosa/

segunda-feira, 13 de março de 2017

CIDADE + JOVENS


VIÇOSA PROÍBE MESAS NAS RUAS E NAS PRAÇAS !!!

Depoimento de Carlos Marques

"Sou a favor de que em todas as praças e ruas devem existir espaços destinados ao lazer, ambientes de gastronomia, palcos musicais, fumódromos, passarelas do álcool, ócio e etc...
Mas, que todas elas obedeçam à harmonia, o paisagismo, a limpeza, a padronização, e por aí vai. Temos mais de 60 mil jovens em nossa cidade querendo viver e, onde irá acontecer esse movimento senão nas ruas e nas praças ?
Dizem que todo esse problema na Santa Rita foi gerado por incomodar alguns hóspedes do Alfa Hotel... parece que esquecem que também são donos da Univiçosa, e que os mesmos jovens, seus alunos, se concentram naquele local.
Os colégios, as universidades (públicas e privadas), inclusive nós, com nossos filhos, colocamos 60 mil jovens na cidade e não queremos que eles se divirtam ?
A UFV por sua vez, fechou todo espaço de convivência que existia antigamente, Asa Delta, Recanto, DCE e etc...
Agora Viçosa repete o mesmo erro, ou seja, proíbe seus espaços.
Temos que encontrar soluções para a vida ao ar livre, não para o cárcere doméstico !
Que fechem o trânsito nos finais de semana, não fará a menor diferença, e vejam que defendo isso sem nunca ter posto meus pés naquele lugar, e se o fiz ao longo dos meus idosos 65, conto nos dedos de uma mão. Mas, acredito e sou defensor de que Viçosa por ser uma cidade universitária (concentrando jovens), tem que proporcionar lugares de convivência e lazer a eles."



Assim  como o Carlos, a discussão está começando, com outras opiniões. Não podemos ignorar os jovens nem maltratar e desrespeitar a cidade. PMV + UFV + Univiçosa + Jovens + moradores = conversemos!

sábado, 11 de março de 2017

E AGORA ESTUDANTES?



Em Viçosa-MG, a Prefeitura proibiu  a colocação de mesas no canteiro central da av. Santa Rita.

Como resolver essa situação? 

Os motivos da Prefeitura são válidos, amparados pelas regras de posturas, segurança, conservação do patrimônio público e sossego público, mas a demanda por espaços de encontros é real e legítima.
Quais serão as reações dos estudantes?

Como resolver essa situação?
Vamos discutir uma(s) saída(s)?
Há espaços que possam abrigar o uso público para encontro das pessoas?


No primeiro sábado - 11/03/2017 - após a proibição, a população tomou o local onde estavam as mesas. Levaram cadeiras de praia, caixas de isopor. Sinal de que a situação merece mais  diálogo e solução(ões).

Fotos:
https://vicosanews.com/2013/04/20/reveillon-fora-de-epoca-fechou-o-transito-na-av-santa-rita/
facebook de  Rômulo Marcelino

RUA ÁRIDA


Rua dos Estudantes, Fundos, uma via estreita e sem saída, endereço de prédios altos e muito grandes. Foto Ítalo Stephan, 2017.

A calçada é bem feita, e é só. É o que há de bom numa rua que nem sequer merece um nome além de Rua dos Estudantes Fundos. Um rua lembrada apenas como estacionamento, isolada, nada convidativa.
Uma quase perdida oportunidade de ser uma ligação com a lateral da Estação Rodoviária, uma alternativa para fazer nosso trânsito fluir.


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domingo, 5 de março de 2017

RECEPÇÃO CALOUROS UFV 2017

A UFV recebe muito bem seus calouros. 
O primeiro contato já dá muita tranquilidade para os muitos que chegam com cara de assustados. Muitas amizades eternas começam aqui.





CALÇADAS PARA OS CIDADÃOS


Texto publicado no jornal Nova Tribuna, Viçosa-MG, em 03/03/2017.

O direito de ir e vir começa na porta das nossas casas, na calçada - o passeio público. Por isso, os passeios públicos das nossas cidades teriam de possibilitar a qualquer cidadão transitar com facilidade e segurança. É através deles que as pessoas chegam aos diversos pontos do bairro e da cidade. Seus usuários são todas as pessoas, mesmo que tenham algum tipo deficiência; são os idosos, obesos, mães com carrinhos de bebê, e até mulheres de salto alto, que precisam caminhar pelas cidades sem dificuldade, sem ter de transpor nenhum obstáculo.

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, a LBI (Lei nº 13.146 de 2015), tem dispositivos que obrigam as municipalidades a pensar na acessibilidade como um todo, em especial em como gerir a reforma e construção de calçadas, de forma que estas sejam perfeitamente acessíveis para qualquer cidadão. Tanto que o Prefeito que não cumprir o que prevê a lei pode incorrer em crime de responsabilidade. Em muitas cidades, as leis antigas atribuem o custo de construção e de manutenção da calçada somente para o proprietário do imóvel. A Prefeitura e a comunidade local devem ajustar suas leis, regulamentos e comportamento social para que a experiência de utilização das calçadas seja responsabilidade do proprietário do imóvel e também de toda a comunidade.

Todos sabem que é proibido Impedir ou atrapalhar, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres; estacionar veículos ou depositar materiais de construção, entulho ou lixo nas calçadas públicas.  Mas muitos ignoram essas regras. É proibido usar a calçada pública como parte de rampa de acesso às garagens, embora essa “solução” seja uma epidemia em nossas cidades. As calçadas não são propriedade privadas, são espaços públicos e de uso público. As soluções para essas rampas deveriam estar dentro dos limites do terreno.

A calçada ideal deve possuir espaço de socialização, com espaços de encontro entre as pessoas. A calçada ideal deve oferecer acessibilidade para assegurar a completa mobilidade dos usuários. Deve ter largura adequada, com faixa livre de, no mínimo, 1,20m. Deve ter uma faixa de serviço com largura mínima de 0,70m. É nessa faixa que devem ser instalados postes, sinalização, bancos, lixeiras, e serem plantadas árvores. As calçadas só podem ser utilizadas com mesas de bares, por exemplo, em faixa de acesso, além do 1,90 m mínimo.

A calçada bem feita e bem conservada valoriza a casa e o bairro. Deve ter continuidade com as calçadas dos vizinhos, deve ser construída com piso liso e antiderrapante, mesmo quando molhado (os melhores materiais são concreto armado, ladrilho hidráulico, concreto estampado ou placas pré-moldadas de concreto). Deve ser quase horizontal, com declividade transversal para escoamento de águas pluviais de não mais de 3%. Não podem existir obstáculos dentro do espaço livre ocupado pelos pedestres. As condições de segurança devem evitar qualquer risco de tropeço ou queda. Degraus são permitidos em vias que tenham declividade maior que 14% (ou seja, percursos que sobem 1 metro de altura para cada 7 metros de distância), desde que sejam com largura (em torno dos 30 cm) e alturas regulares (não superiores a 18 cm).

Contribuíram para este texto as publicações de Mara Gabrilli, autora da Cartilha Calçada Cidadã e do Laboratório ADAPTSE.


Desenho fonte: https://leismunicipais.com.br/codigo-de-posturas-divinopolis-mg

quinta-feira, 2 de março de 2017

Conselho que não aconselha


Há em Viçosa uma Comissão de Trânsito. Essa  comissão passou 20 meses sem reunir. Curioso é que atravessou um período eleitoral (mexer em preço de passagem nesses períodos não é bom para a política).
Não é por falta de assuntos importantes sobre nosso trânsito que ela deveria se reunir mais vezes? Mas, quando há reunião, é apenas para reajustar as tarifas de ônibus, nada mais.
O que acontece é uma reunião feita logo após o Carnaval, apenas para homologar o aumento, sem chance para discussão.
Dos R$2,25 vai passar para quanto? A proposta da empresa é R$2,75. Vamos ver o valor que a população vai sofrer!  Vão empurrar goela abaixo um preço caro por um serviço mal prestado, conforme foi verificado nas centenas de entrevistas realizadas.

Imagem, fonte:
https://jailsonrecifemobilidade.blogspot.com.br/2016/12/aumento-de-passagens-2017-ja-e.html

Vida


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

VIDA INTELIGENTE?



Que linda descoberta!

Sete planetas orbitando uma estrela anã em órbitas muito próximas, todos em condições de possuir água em seu estado líquido, e de abrigar vida (condições que limitadamente concebemos, pois a vida, por que não, é possível  ocorrer sob condições inimagináveis).
Tomara que haja alguma civilização (mais) inteligente (que a nossa) que certamente teria muitos bons astrônomos e cientistas.
Já teriam descoberto e aceito rapidamente que seu planeta é redondo, talvez não precisaram passar por idades das trevas, e talvez puderam desevolver sociedades com uma ética, uma medicina e uma consciência ambiental altamente desenvolvidas, talvez uma cultura avançadíssima.
Já estariam explorando seus mundos vizinhos há muito tempo, talvez já tenham esquecido as guerras e possíveis preconceitos.
Teriam um conhecimento avançado em física, geologia, quimica e biologia, devido às inúmeras forças gravitacionais geradas entre os corpos estelares que certamente bailam num balé cósmico sofisticadíssimo.
Quem sabe seus seres Inteligentes teriam a noção que o universo não foi feito só para eles, teriam a noção de sua pequenez diante do imenso universo.
Sua sociedade seria muito rica em poetas, inspirados nas inúmeras combinações de céus e marés.
Trinta e nove anos luz é ali pertinho, para eles virem ensinar algo para nossa raça predadora. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Bela iniciativa


Ipccic - Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais
Bela Iniciativa
O Instituto está sediado em Ribeirão Preto, SP. Atua com pesquisas, consultorias e ações na área de Economia Criativa, Memória e Identidades Culturais.

https://www.facebook.com/ipccic.cidadescriativas/

Arquitetura Popular


Escritório popular de arquitetura chega em Paraisópolis e oferece projeto gratuito.

"Todo mundo sonha em reformar sua casa. Mas contratar um arquiteto custa caro e esse serviço é raro nas favelas. Foi para mudar essa realidade que surgiu a Inova Urbis, o primeiro escritório popular de arquitetura do Brasil. Fundada em 2014, a empresa já desenvolveu gratuitamente mais de 200 projetos de arquitetura, visando melhorias habitacionais, e agora está chegando em Paraisópolis. A arquitetura valoriza o imóvel e melhora a qualidade de vida da família, trazendo mais saúde, segurança e conforto."

http://jornal.paraisopolis.org/escritorio-popular-de-arquitetura-chega-em-paraisopolis-e-oferece-projeto-de-reforma-de-graca/

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Nota da Associação dos Geógrafos Brasileiros sobre a Reforma do Ensino Médio

Nota da Associação dos Geógrafos Brasileiros sobre a Reforma do Ensino Médio


No último dia 8 a Medida Provisória (MP 746/2016) que trata da reforma do ensino médio foi aprovada pelo Senado e, ontem (16), sancionada por Michel Temer. Apesar das fortes críticas, por parte da sociedade brasileira, à referida MP, com destaque para as ocupações das escolas e universidades, o Congresso Nacional promoveu apenas alterações pontuais no texto original.

A implementação dessa reforma representará retrocessos históricos para a educação pública do Brasil. A Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB), em consonância com seu histórico de compromisso com as lutas sociais e em defesa do direito à educação pública de qualidade, tem se posicionado nos últimos anos frente às políticas educacionais direcionadas para as mudanças na Educação Básica, por exemplo, em relação a proposta do MEC de construção da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), resultando, inclusive, no tema do XVIII Fala Professor “(Qual) é o fim do ensino de Geografia?”, ocorrido em Catalão (GO), em 2015. Desde o ano passado a AGB passou a somar forças com movimentos sociais e entidades na denúncia da famigerada MP 746/2016 (reforma do ensino médio), dentre outras medidas postas em prática pelo atual Governo Federal.

A reforma do ensino médio foi pautada de forma acelerada e com ausência de diálogo com as entidades acadêmicas e representantes dos trabalhadores em educação, por parte do Governo Federal e do Congresso Nacional. Além de críticas ao processo, AGB também tem se colocado contrária à concepção de educação (reducionista, tecnicista e hierárquica) carregada por esta MP, aos seus significados políticos (os interesses de grupos privados sobre a educação pública) e buscando denunciar as consequências e os riscos dessa iniciativa para a escola pública e o ensino de geografia e das ciências humanas em geral.

A MP do ensino médio compõe um conjunto de medidas do atual Governo que a médio e a longo prazo provocarão sérios prejuízos à formação de estudantes e consolidando barreiras ao acesso à Educação Superior Pública. Nesse sentido, é fundamental, que a sociedade fique atenta ao processo de implantação da MP do ensino médio nos municípios e estados, buscando intervir na restruturação curricular e denunciando as consequências nefastas dessas mudanças para educação pública, para os trabalhadores em educação e para a sociedade brasileira. A AGB conclama suas Seções Locais e Grupos de Trabalho de Ensino para intervirem e construírem espaços coletivos de reflexão, como forma de resistência às contínuas perdas de direitos que este Governo tem produzido.

Associação dos Geógrafos Brasileiros
Diretoria Executiva Nacional – 2016-2018