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07 fevereiro 2025

NOTÍCIA PUBLICADA, ASSUNTO ESQUECIDO

A linha férrea de Viçosa teve seu tombamento definido em fevereiro de 2002. 
O processo morreu na notícia, nunca foi concluído. 
Ao menos, o esforço de manter os trilhos no lugar permanece, até que em algum momento no futuro sua reutilização venha com uso de transporte público e turístico; com o uso adequado do leito para melhorar a mobilidade urbana e com a implantação de  ciclovias, pistas de caminhada e pequenas praças. 

11 dezembro 2024

OURO PRETO - CAPELA DO PADRE FARIA



Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre - O nome deve-se ao padre João de Faria que encomendou a construção, nos primeiros anos do século XVIII, em invocação a Nossa Senhora do Carmo e, por volta de 1740, a Capela do Padre Faria passou a abrigar, também, os irmãos brancos da Irmandade do Rosário. 

É o único exemplar no perímetro urbano de Ouro Preto representativo das construções primitivas da Serra de Ouro Preto, sendo considerada, por muitos, a mais requintada de todas.

Em processo de revitalização, e de estabilização dos retábulos.

http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1494/

Fotos Ítalo Stephan, novembro 2024. 

08 maio 2022

PATRIMÔNIO DESTRUÍDO

 

Senador Firmino-MG. Nesse terreno vago havia um casarão antigo.
A ganância destruiu e nada coloca no lugar.

Casarão demolido, simplesmente desapareceu.
Fotos Ítalo Stephan, maio 2022.

03 junho 2021

EM LANÇAMENTO


Minas Gerais é um estado conhecido por suas cidades históricas. Ouro Preto, Mariana, São João del Rey, Tiradentes, Mariana e Serro são as mais conhecidas. Essas cidades possuem um rico acervo da arquitetura colonial, com lindas igrejas e conjuntos urbanos. Mas Minas é muito mais, tem dezenas de outras cidades também com um rico acervo arquitetônico. 

Para chegar a este livro, desenvolvi pesquisas sobre várias pequenas cidades, na região do vale do Rio Piranga, um dos formadores do Rio Doce. Trata-se de parte de uma região conhecida no período colonial como Zona Proibida, assim tratada para tentar coibir o desvio da fiscalização da vizinha Estrada Real.

Constatei que a proteção do rico acervo encontrado apresenta muitos problemas, que são menos visíveis do que nas cidades mais famosas. São pequenas cidades, com dificuldades no planejamento e na gestão do patrimônio arquitetônico.  Ao contrário das maiores, em que o acervo é ameaçado de destruição para dar lugar a lançamentos imobiliários; nessas pequenas cidades a ameaça é do abandono, da lenta deterioração, de um contínuo desaparecimento pela inconsistência de uma política de preservação.

A obra “Patrimônio em risco – o patrimônio em risco na Zona Proibida” traz, portanto, um alerta para esse trágico, quase silencioso processo. Nela apresento um levantamento das condições de preservação dos bens imóveis, da forma que os gestores do município lidam com a política de preservação. Ao fim da pesquisa, ficou constatada a precariedade da manutenção dos bens, o desconhecimento local de como tratar da preservação e a inconstância de ações que poderiam colaborar para melhorar as condições dos acervos. 

O livro apresenta essa situação em dez cidades, as quais foram escolhidas dentre dezenas, considerando-se como critério de seleção a maior pontuação que obtiveram devido ao repasse de recursos do ICMS Cultural, conhecido como Lei Robin Hood, experiência única no Brasil. Para conseguir recursos, pela lei, o município tem que cumprir algumas exigências tais como: manter uma política de Patrimônio Cultural, inventariar bens, preservar os bens tombados e manter um programa de educação patrimonial. Mesmo com esse benefício financeiro, há problemas. O alerta se amplia além das dez cidades estudadas, em cidades cuja pontuação é menor, por falta de cumprimento das exigências, e o descuido é ainda mais presente. 

Foram estudadas as cidades de Acaiaca, Barra Longa, Catas Altas da Noruega, Guaraciaba, Itaverava, Paula Cândido, Pedra do Anta, Piranga, Presidente Bernardes e Senhora de Oliveira. De Piranga e Pedra do Anta já chegaram notícias da demolição de bens apresentados na obra Patrimônio em risco. Espera-se que este descaso seja interrompido e que as futuras gerações tenham direito à fruição de seu patrimônio. `

Nem tudo está perdido, há também esperanças, devido aos esforços bem-sucedidos, em meio às preocupantes constatações, com os destaques para os trabalhos desenvolvidos em Itaverava e os para esforços iniciados em Paula Cândido. Que este livro sirva de alerta e, em parte, de exemplo, para a condução de um destino, por hora incerto, de um patrimônio de todos nós. 

À venda:

https://www.martinsfontespaulista.com.br/

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22 maio 2018

X MESTRES E CONSELHEIROS


Mais informações no site:
 www.mestreseconselheiros.com


Chegando à sua décima edição em 2018, o Fórum Mestres e Conselheiros é um evento único no Brasil, no qual os militantes e os agentes que formulam e implementam as políticas de patrimônio se encontram com pesquisadores acadêmicos dos diversos programas de pós-graduação em nosso país.
Neste ano, em sua edição comemorativa, o Fórum vai apresentar uma visão panorâmica da preservação em nosso país, convidando os especialistas e militantes a apresentarem suas reflexões e experiências sobre “As diversas dimensões do patrimônio cultural”. Mantendo o seu caráter plural, o Fórum Mestres e Conselheiros abre espaço para apresentação de trabalhos científicos, que são publicados em anais indexados.

TEMÁRIO:

AS DIVERSAS DIMENSÕES DO PATRIMÔNIO CULTURAL

OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

15 outubro 2011

Orgulho de ser mineiro


O prédio requalificado é muito bonito, com intervenções marcadas de ótima arquitetura.  É o memorial Minas Gerais - Vale, lá na Praça da Liberdade. Lá estão salas com instalações em homenagem a Drummond e Guimarães Rosa; as fotos espetaculares de Sebastião Salgado;  as cidades coloniais mineiras e muitas outras mineiridades. Sensacional montagem com os  inconfidentes. Ouvimos Milton, Uakti, a voz de Drummond. Imperdível!