Temas de discussão: Arquitetura e Urbanismo. Planejamento Urbano. Patrimônio Histórico. Futuro das cidades. Pequenas e médias cidades. Architecture and Urban Planning. Heritage. The future of the cities.
19 outubro 2014
Atuação dos Arquitetos e Urbanistas
Números de RRTs indicam: arquitetos e urbanistas já atuam em todo o Brasil. http://www.caubr.gov.br/?p=32953
16 outubro 2014
Um Colégio, um sonho...
Colégio de Viçosa: Sede da Prefeitura?
Volta e meia ressurge a oportunidade de dar ao Colégio de Viçosa um destino melhor, digno de seu porte.
Pátios internos
Um prédio mal cuidado à espera de revitalização.
13 outubro 2014
UFOB/ Barreiras, BA
Campus da Universidade Federal do Oeste da Bahia, em Barreiras. Um longo e frutífero caminho a trilhar. Já são 17 cursos.
http://www.ufob.edu.br/1/2013-09-13-14-32-50/cursos-de-graduacao-barreiras.html
11 outubro 2014
Pela nossa sobrevivência
Viçosa enfrenta uma das piores secas de sua história.
De acordo com o diretor técnico do SAAE, Edson Bhering, a UFV deveria suspender suas aulas até o período das chuvas e, assim, esperar normalizar o volume de água para retomar suas atividades.
A previsão é de que o volume de água atual suporte por mais 25 dias, e o SAAE já inicia nesta sexta-feira o racionamento no abastecimento de alguns bairros.
Segundo algumas entidades estudantis, a reitoria teme que a suspensão das aulas possa influenciar as eleições da universidade prejudicando a intenção de reeleição da Reitora e, também, a candidatura do atual Vice-Reitor.
Nos solidarizamos à população viçosense que há meses sofrem com a falta de água e com a negligencia da Reitoria e Prefeitura em procurar medidas para solucionar esta questão.
Queremos salientar a população viçosense que a situação pode piorar significativamente com a implantação do mineroduto da Ferrous na cidade. O mineroduto, além de atingir o Ribeirão São Bartolomeu, afeta também a bacia do Turvo Sujo onde é captado água para ETA 2, que já apresenta vazões fragilizadas.
E, se não bastasse, ainda atinge a bacia Turvo Limpo. Manancial este, que o SAAE pretende instalar uma futura ETA 3, sendo esta uma das principais alternativas para a solução à falta de água em Viçosa. Acontece que o mineroduto atinge brejos, córregos, nascentes e até atravessa o Rio Turvo Limpo, o que, iminentemente, irá comprometer a captação de água na região.
Nesse sentido, mais do que nunca, Viçosa tem de optar entre ÁGUA ou MINERODUTO?
É preciso canalizarmos nossos esforços para impedir a passagem do mineroduto da Ferrous na região e aprimorarmos o processo de implantação de medidas técnicas que possam garantir a segurança hídrica de Viçosa a longo prazo.
A Câmara Municipal de Viçosa assinou recentemente uma moção de repúdio à passagem do mineroduto.
Você não acha que já passou da hora para a Prefeitura e Reitoria somarem nesta luta em defesa das águas e contra o mineroduto?
CAMPANHA PELAS ÁGUAS E CONTRA O MINERODUTO DA FERROUS
Núcleo Viçosa
http://campanhapelasaguas.blogspot.com.br/2014/10/nota-de-solidariedade-vicosa.html
De acordo com o diretor técnico do SAAE, Edson Bhering, a UFV deveria suspender suas aulas até o período das chuvas e, assim, esperar normalizar o volume de água para retomar suas atividades.
A previsão é de que o volume de água atual suporte por mais 25 dias, e o SAAE já inicia nesta sexta-feira o racionamento no abastecimento de alguns bairros.
Segundo algumas entidades estudantis, a reitoria teme que a suspensão das aulas possa influenciar as eleições da universidade prejudicando a intenção de reeleição da Reitora e, também, a candidatura do atual Vice-Reitor.
Nos solidarizamos à população viçosense que há meses sofrem com a falta de água e com a negligencia da Reitoria e Prefeitura em procurar medidas para solucionar esta questão.
Viçosa passa pou uma das piores secas de sua história.
Queremos salientar a população viçosense que a situação pode piorar significativamente com a implantação do mineroduto da Ferrous na cidade. O mineroduto, além de atingir o Ribeirão São Bartolomeu, afeta também a bacia do Turvo Sujo onde é captado água para ETA 2, que já apresenta vazões fragilizadas.
E, se não bastasse, ainda atinge a bacia Turvo Limpo. Manancial este, que o SAAE pretende instalar uma futura ETA 3, sendo esta uma das principais alternativas para a solução à falta de água em Viçosa. Acontece que o mineroduto atinge brejos, córregos, nascentes e até atravessa o Rio Turvo Limpo, o que, iminentemente, irá comprometer a captação de água na região.
Nesse sentido, mais do que nunca, Viçosa tem de optar entre ÁGUA ou MINERODUTO?
É preciso canalizarmos nossos esforços para impedir a passagem do mineroduto da Ferrous na região e aprimorarmos o processo de implantação de medidas técnicas que possam garantir a segurança hídrica de Viçosa a longo prazo.
A Câmara Municipal de Viçosa assinou recentemente uma moção de repúdio à passagem do mineroduto.
Você não acha que já passou da hora para a Prefeitura e Reitoria somarem nesta luta em defesa das águas e contra o mineroduto?
CAMPANHA PELAS ÁGUAS E CONTRA O MINERODUTO DA FERROUS
Núcleo Viçosa
http://campanhapelasaguas.blogspot.com.br/2014/10/nota-de-solidariedade-vicosa.html
Até quando?
Feira de Santana, uma cidade com 700.000 habitantes, centro econômico vigoroso, sem plano diretor, cresce sem oportunidades de participação popular, com baixíssimos índices de coleta de esgotos e drenagem. Até quando as cidades serão tratadas dessa maneira?
10 outubro 2014
Racionamento de água em Viçosa, MG
Racionamento de água começa nesta sexta-feira (10/10/2014) em Viçosa; veja a escala dos bairros
PUBLICADO POR VIÇOSA NEWS
VIÇOSA (MG) – O Serviço Autônomo de Água e esgoto de Viçosa, SAAE, após conversa com o Ministério Publico e Universidade Federal de Viçosa, reuniu toda equipe técnica nesta quinta-feira, dia 09, para avaliação das condições de abastecimento de água do município.
Através dos levantamentos técnicos concluiu que a providencia mais prudente para o momento é a decretação do racionamento de água.
Viçosa encontra-se em Estado de Alerta desde o dia 06 de fevereiro de 2014, e de lá até hoje as chuvas não aconteceram, provocando a pior crise de abastecimento da região.
O SAAE Viçosa está conseguindo manter o abastecimento local através de manobras técnicas e programas de conscientização do uso racional da água direcionados à população.
Segundo o diretor técnico do SAAE, Edson Bhering, se não forem tomadas medidas rápidas de racionamento Viçosa poderá ter seus reservatórios totalmente esvaziados.
http://vicosanews.com/2014/10/09/racionamento-de-agua-comeca-nesta-sexta-feira-10-em-vicosa-veja-a-escala-dos-bairros/
PUBLICADO POR VIÇOSA NEWS
VIÇOSA (MG) – O Serviço Autônomo de Água e esgoto de Viçosa, SAAE, após conversa com o Ministério Publico e Universidade Federal de Viçosa, reuniu toda equipe técnica nesta quinta-feira, dia 09, para avaliação das condições de abastecimento de água do município.
Através dos levantamentos técnicos concluiu que a providencia mais prudente para o momento é a decretação do racionamento de água.
Viçosa encontra-se em Estado de Alerta desde o dia 06 de fevereiro de 2014, e de lá até hoje as chuvas não aconteceram, provocando a pior crise de abastecimento da região.
O SAAE Viçosa está conseguindo manter o abastecimento local através de manobras técnicas e programas de conscientização do uso racional da água direcionados à população.
Segundo o diretor técnico do SAAE, Edson Bhering, se não forem tomadas medidas rápidas de racionamento Viçosa poderá ter seus reservatórios totalmente esvaziados.
http://vicosanews.com/2014/10/09/racionamento-de-agua-comeca-nesta-sexta-feira-10-em-vicosa-veja-a-escala-dos-bairros/
09 outubro 2014
Centro Histórico de Barreiras, Ba
Rua antiga, com um acervo eclético bem conservado. Foto Ítalo Stephan, 2014
Morada no centro. Foto Ítalo Stephan, 2014
Rua com agradável ambiente sombreado.Foto Ítalo Stephan, 2014
Balaustrada acompanhando o Rio Grande. Foto Ítalo Stephan, 2014
08 outubro 2014
Barreiras, Ba - Panoramas
Uma cidade com quase 150 mil habitantes e uma discreta verticalização.Foto Ítalo Stephan, 2014
O Rio Grande, afluente do São Francisco. Foto Ítalo Stephan, 2014
A cidade e a chapada ao fundo. Foto Ítalo Stephan, 2014
07 outubro 2014
Barreiras, Bahia
Barreiras, Bahia. Uma das principais avenidas. Foto Ítalo Stephan, 2014
Barreiras, oeste da Bahia. 151.000 habitantes (2010). Importante centro comercial e de serviços a 863 km de Salvador.
Barreiras, Bahia. Centro comercial. Foto Ítalo Stephan, 2014
O município possui Plano diretor, de 2004. Não há uma secretaria específica de planejamento urbano.
Barreiras, Bahia. Centro comercial. Foto Ítalo Stephan, 2014
Uma cidade que cresce com as mazelas da falta de um controle do uso e ocupação do solo. Construções sem alinhamento e afastamento. Calçadas feitas por cada proprietário, sem acessibilidade. Trânsito pesado e confuso, estacionamentos sem organização. Acessibilidade muito prejudicada.
Barreiras, Bahia. Rua de bairro periférico. Foto Ítalo Stephan, 2014
A drenagem e a arborização são precárias e inexistentes.
São Desidério, Ba
A represa de onde sai um canal de irrigação é um lindo atrativo de lazer e recreação. Foto Ítalo Stephan, 2014
Sua população segundo dados do IBGE no censo 2010 era de 27.659 habitantes.
Rua comercial. A cidade apresenta um vigor econômico, mas acompanhado de um crescimento urbano desajeitado, inacessível. Foto Ítalo Stephan, 2014
Museu da Cidade, no antigo núcleo urbano. Foto Ítalo Stephan, 2014
Sua área, de 15.157 quilômetros quadrados, o faz ser o segundo maior município da Bahia em extensão.
Prefeitura Municipal de São Desidério, Ba. Foto Ítalo Stephan, 2014.
Em 2013, foi apontado pelo IBGE como o maior PIB agrícola do país.
Praça nova com Centro de Informações Turísticas. Foto Ítalo Stephan, 2014
06 outubro 2014
Art Naif
Linda obra de Art Naif de Shirley Ferreira. Pedaços de madeira pintados e colados num grande painel.
04 outubro 2014
II SEPAAC - Viçosa 2014
Fotos do bem sucedido II Sepaac - Seminário de Planejamento e Avaliação do Ambiente Construído, em Viçosa.
Auditório do Centreinar
Professora Jupira (UFMG) com participantes
Professores Gustavo (UFJF) e Paulo Tadeu (UFV)
03 outubro 2014
Cidade mais humana
Numa Cidade mais Humana, precisamos garantir segurança a essa parcela mais vulnerável da sociedade.
Conheça melhor o projeto dos #30segundos: http://goo.gl/d1cSSh — com Marcelo Sgarbossa.
01 outubro 2014
Parklet de container
Parklets criados em contêineres de cargas revitalizam as ruas do Canadá
Ver em: http://goo.gl/Ld6jIY
Ver em: http://goo.gl/Ld6jIY
O futuro dos planos diretores em julgamento
Em julgamento no Supremo Tribunal Federal, o futuro dos Planos Diretores
A ameaça é séria: regras isoladas podem criar direitos e obrigações sem respeitar a legislação urbanística. CAU/BR e IAB apoiam manifestação do FNRU.
Começou a tramitação final no Supremo Tribunal Federal de ação de Brasília que, pela primeira vez, leva um tema de direito urbanístico/planejamento urbano a ser discutido em plenário. Há um risco potencial de serem declaradas constitucionais regras isoladas que criam direitos e obrigações urbanísticas fora do contexto global estabelecido pelos Planos Diretores. A tese a ser fixada pelo STF orientará a política de desenvolvimento urbano a ser executada por todos os municípios brasileiros, em razão do reconhecimento de “existência de repercussão geral” na matéria.
Para o Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU), o caso é extremamente preocupante, pela ameaça de descaracterização do Estatuto da Cidade e de dispositivos da Constituição. A posição é compartilhada pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e pelo Instituto de Arquitetoss do Brasil (IAB), por colocar em risco a obrigatoriedade de Plano Diretor como instrumento de política de ordenamento urbano.
A ação em julgamento é o Recurso Extraordinário 607940, referente à constitucionalidade da Lei Complementar 710/2005 do Distrito Federal, que estabelece regras para a criação de condomínios fechados. A ação foi proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), contra a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), julgou constitucional a lei complementar.
Para o MPDFT, autor da ADI, ao permitir a criação de condomínios fora do contexto urbanístico global, a lei viola o Estatuto da Cidade, que define o plano diretor, obrigatório para cidades com mais de 20 mil habitantes, como instrumento básico de política de desenvolvimento e de expansão urbana. Além disso, a aprovação teria ocorrido “de modo extravagante”, sem a elaboração de estudos urbanísticos globais e sem a participação efetiva da população”.
O julgamento foi iniciado em 21/08/14 e encontra-se suspenso em razão de pedido de vista do ministro Luiz Fux, após os votos dos ministros Zavascki, relator, e Luis Roberto Barroso, pelo desprovimento, e do ministro Marco Aurélio, pelo provimento do recurso.
REJEIÇÃO DO FNRU - Em Carta aos Ministros do STF, o FNRU é incisivo: “Rejeitamos qualquer atitude do judiciário que desconheça todo este esforço de elaboração de Planos Diretores participativos, pois permitirá refazer esse processo a partir de novas legislações, incoerentes com os parâmetros legais já estabelecidos no Plano Diretor”.
“Permitir que uma Lei Complementar emende a legislação urbana municipal, passando ao largo do processo pelo qual o Plano Diretor vigente foi implementado, desprestigiará as inúmeras providências técnicas e administrativas, além da ampla participação popular exigida para a elaboração desse instrumento. Isso descumpre os dispositivos constitucionais, além do Estatuto da Cidade. As decisões tomadas por um coletivo de políticos, sem a suficiente avaliação técnica e debate democrático, trará como resultado uma Lei desconexa, elaborada ao sabor da preferência momentânea de vereadores, fora do planejamento base representado pelo Plano Diretor”.
O FNRU lembra que a natureza jurídica do Plano Diretor é sui generis, se assemelhando a uma Constituição Urbanística do Município, e por isso deve ser salvaguardado.
(Com informações do FNRU e do STF)
http://www.caubr.gov.br/?p=31848
A ameaça é séria: regras isoladas podem criar direitos e obrigações sem respeitar a legislação urbanística. CAU/BR e IAB apoiam manifestação do FNRU.
Começou a tramitação final no Supremo Tribunal Federal de ação de Brasília que, pela primeira vez, leva um tema de direito urbanístico/planejamento urbano a ser discutido em plenário. Há um risco potencial de serem declaradas constitucionais regras isoladas que criam direitos e obrigações urbanísticas fora do contexto global estabelecido pelos Planos Diretores. A tese a ser fixada pelo STF orientará a política de desenvolvimento urbano a ser executada por todos os municípios brasileiros, em razão do reconhecimento de “existência de repercussão geral” na matéria.
Para o Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU), o caso é extremamente preocupante, pela ameaça de descaracterização do Estatuto da Cidade e de dispositivos da Constituição. A posição é compartilhada pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e pelo Instituto de Arquitetoss do Brasil (IAB), por colocar em risco a obrigatoriedade de Plano Diretor como instrumento de política de ordenamento urbano.
A ação em julgamento é o Recurso Extraordinário 607940, referente à constitucionalidade da Lei Complementar 710/2005 do Distrito Federal, que estabelece regras para a criação de condomínios fechados. A ação foi proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), contra a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), julgou constitucional a lei complementar.
Para o MPDFT, autor da ADI, ao permitir a criação de condomínios fora do contexto urbanístico global, a lei viola o Estatuto da Cidade, que define o plano diretor, obrigatório para cidades com mais de 20 mil habitantes, como instrumento básico de política de desenvolvimento e de expansão urbana. Além disso, a aprovação teria ocorrido “de modo extravagante”, sem a elaboração de estudos urbanísticos globais e sem a participação efetiva da população”.
O julgamento foi iniciado em 21/08/14 e encontra-se suspenso em razão de pedido de vista do ministro Luiz Fux, após os votos dos ministros Zavascki, relator, e Luis Roberto Barroso, pelo desprovimento, e do ministro Marco Aurélio, pelo provimento do recurso.
REJEIÇÃO DO FNRU - Em Carta aos Ministros do STF, o FNRU é incisivo: “Rejeitamos qualquer atitude do judiciário que desconheça todo este esforço de elaboração de Planos Diretores participativos, pois permitirá refazer esse processo a partir de novas legislações, incoerentes com os parâmetros legais já estabelecidos no Plano Diretor”.
“Permitir que uma Lei Complementar emende a legislação urbana municipal, passando ao largo do processo pelo qual o Plano Diretor vigente foi implementado, desprestigiará as inúmeras providências técnicas e administrativas, além da ampla participação popular exigida para a elaboração desse instrumento. Isso descumpre os dispositivos constitucionais, além do Estatuto da Cidade. As decisões tomadas por um coletivo de políticos, sem a suficiente avaliação técnica e debate democrático, trará como resultado uma Lei desconexa, elaborada ao sabor da preferência momentânea de vereadores, fora do planejamento base representado pelo Plano Diretor”.
O FNRU lembra que a natureza jurídica do Plano Diretor é sui generis, se assemelhando a uma Constituição Urbanística do Município, e por isso deve ser salvaguardado.
(Com informações do FNRU e do STF)
http://www.caubr.gov.br/?p=31848
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