Temas de discussão: Arquitetura e Urbanismo. Planejamento Urbano. Patrimônio Histórico. Futuro das cidades. Pequenas e médias cidades. Architecture and Urban Planning. Heritage. The future of the cities.
03 março 2020
RUMO AOS 600.000
Atenção: Faltam poucos! Muito poucos!
O visitante de número 600.000 vai ganhar um livro meu.
Com dedicatória.
É só deixar um comentário no fim da postagem mais recente, para se identificar.
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23 fevereiro 2020
22 fevereiro 2020
21 fevereiro 2020
20 fevereiro 2020
BOLSA DE PÓS-DOUTORADO NO DAU/UFV
EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA PNPD/CAPES 2020-2021
BOLSA DE PÓS-DOUTORADO JUNTO AO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DA UFV
O Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPG.au), da Universidade Federal de Viçosa (UFV), torna público a abertura de inscrições para a seleção de 1 (um) bolsista de Pós-Doutorado, para atuar em uma das linhas de pesquisa do programa, com bolsa financiada pela CAPES, no Programa Nacional de Pós-Doutoramento (PNPD), conforme regulamentado pela Portaria CAPES de N° 086, de 03/07/2013. As linhas de pesquisa são:
1 – Planejamento Urbano e Regional,
2 – Tecnologias e Aspectos Ambientais do Espaço Construído,
3 – A Produção do Edifício e do Espaço Urbano nas Pequenas e Médias Cidades.
Para outras informações sobre o PNPD:
http://www.capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-pais/pnpd-capes
Para acessar a Portaria CAPES No 086, de 03/07/ 2013:
(http://www.capes.gov.br/images/stories/download/legislacao/Portaria_86_2013_Regulamento_PNPD.pdf)
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo
Campus Universitário – Viçosa, MG – 36570 - 900
Telefone: (31) 3612 - 6050
e-mail: ppg.au@ufv.br
website: www.ppgau.ufv.br
BOLSA DE PÓS-DOUTORADO JUNTO AO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DA UFV
O Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPG.au), da Universidade Federal de Viçosa (UFV), torna público a abertura de inscrições para a seleção de 1 (um) bolsista de Pós-Doutorado, para atuar em uma das linhas de pesquisa do programa, com bolsa financiada pela CAPES, no Programa Nacional de Pós-Doutoramento (PNPD), conforme regulamentado pela Portaria CAPES de N° 086, de 03/07/2013. As linhas de pesquisa são:
1 – Planejamento Urbano e Regional,
2 – Tecnologias e Aspectos Ambientais do Espaço Construído,
3 – A Produção do Edifício e do Espaço Urbano nas Pequenas e Médias Cidades.
Para outras informações sobre o PNPD:
http://www.capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-pais/pnpd-capes
Para acessar a Portaria CAPES No 086, de 03/07/ 2013:
(http://www.capes.gov.br/images/stories/download/legislacao/Portaria_86_2013_Regulamento_PNPD.pdf)
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo
Campus Universitário – Viçosa, MG – 36570 - 900
Telefone: (31) 3612 - 6050
e-mail: ppg.au@ufv.br
website: www.ppgau.ufv.br
14 fevereiro 2020
JOÃO PESSOA - PARAÍBA
João Pessoa, capital da Paraíba: 809.000 habitantes (Estimativa 2019 IBGE)
Região metropolitana com 1.150.000 habitantes (IBGE 2009).
IDH: 0,763 (alto, comparado com Belo Horizonte: 0,810 - muito alto).
Igreja e cruzeiro da Ordem Terceira de São Francisco (Século XVI). O conjunto arquitetônico foi considerado por Germain Bazin como o mais perfeito representante da escola franciscana de arquitetura do nordeste brasileiro.
Orla marítima, praia de larga faixa de areia, altura das edificações limitada a três pavimentos.
Praça João Pessoa. A cidade é considerada uma com um dos mais altos percentuais de área verde do país.
Verticalização: os edifícios mais altos do Nordeste, com até 62 pavimentos. Bairro Altiplano, sobre o tabuleiro costeiro.
Fotos Ítalo Stephan, fevereiro de 2020.
Para saber mais:
https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/17.204/6555
Para saber mais:
https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/17.204/6555
A FÁBULA DE QUALQUERLÂNDIA
Qualquerlândia era uma cidade pequena, espremida entre muitas montanhas, num lugar quase esquecido pelo mundo, mas importante para alguns políticos, os de lá da capital do estado e os de lá da capital do país. Quem mandava na cidade não era o prefeito, pois a cada hora havia um. Quem mandava eram os grandes fabricantes de caixotes, pois caixotes serviam para guardar coisas e guardar coisas era coisa muito importante. Então, quanto mais caixotes melhor. Os fabricantes descobriram que ganhavam mais dinheiro fabricando caixotes cada vez menores, mas em quantidade cada vez maior.
Em Qualquerlândia, também tinha uma fábrica de sábios. Muitos sábios eram ali produzidos, mas quase nenhum ficava na cidade, pois ali não parecia ser lugar para sábios ficarem. Enquanto se fabricavam os sábios, os que ainda não eram sábios precisavam guardar seus livros e coisas nos caixotes por algum tempo. Não importava muito a qualidade dos caixotes, pois um dia, os sábios iriam embora. Aos poucos, os caixotes foram sendo empilhados, até em cima dos leitos dos riozinhos. Não tinha problema; há muito tempo o riozinho não enchia até ali. Se precisassem, os fabricantes chegavam o riozinho para lá. Quando o vale encheu de caixotes, colocaram mais caixotes até o topo dos morros. Se precisasse, tiravam-se os morros. Tinha tanto morro que mais um menos um, não tinha problema. Tinha tanta árvore que remover algumas dezenas não era problema.
Havia alguns dos fabricantes de sábios, menos sábios, menos sabidos até, que ali insistiam em ficar e azucrinar os fabricantes de caixotes que ocupavam tudo, desde as margens dos riozinhos aos topos dos morros. Aqueles queriam organizar o empilhamento de caixotes e impedir que os caixotes mais antigos, amplos e bonitos fossem destruídos. Os fabricantes sempre queriam pilhas maiores e ficavam muito brabos quando os sábios queriam disciplinar a cidade e alertar que não era possível guardar caixotes daquele jeito. Os prefeitos da ocasião, ainda menos sábios, apoiavam os fabricantes de caixotes e concordavam quando estes, os seus apoiadores, chamavam de cabeças de bagre ou até de marcianos os fabricantes de sábios.
Os fabricantes estavam muito satisfeitos, vendendo caixotes com nomes bonitos, (de preferência nomes que juntassem palavras francesas ou inglesas com outras que fizessem referência à sustentabilidade), vendendo até mesmo para alguns fabricantes de sábios, que não davam importância ao assunto. Pregavam aos quatro cantos que fabricar caixotes criava muitos empregos, e ameaçavam dizendo que, se não pudessem aumentar as pilhas, iriam embora fabricar caixotes em outro lugar. Mas também sabiam que, em outro lugar, não iriam vender tantos caixotes e a preços tão elevados.
E lá ficavam, fabricando mais e mais caixotes. Sabiam que, quando seus próprios caixotes enchessem de dinheiro, iriam embora de Qualquerlândia, deixando-a ao deus-dará e à mercê dos fabricantes de sábios, que não saberiam onde eles e os futuros sábios a serem fabricados colocariam mais suas coisas importantes. Eram tantos caixotes empilhados, tão próximos uns dos outros, que não se chegava mais até eles. Mas todos sabiam que um dia, os caixotes, úmidos, mofados e muitos vazios, desabariam, ficariam inacessíveis ou seriam engolidos pela raiva dos riozinhos que se cansariam de serem estrangulados.
Era apenas uma questão de tempo.
11 fevereiro 2020
OLINDA - Ó Linda!
Olinda, 390.000 habitantes.
IDH: 0,735
Fervilha de história e cultura.
Tem contrastes sociais e problemas sérios de saneamento e habitação.
IDH: 0,735
Fervilha de história e cultura.
Tem contrastes sociais e problemas sérios de saneamento e habitação.
Arquitetura colonial em meio ao verde denso, e o mar ao fundo.
Sé - Igreja do Senhor Salvador do Mundo, de 1548.
Mosteiro de São Bento, século XVI.
Ladeira da Misericórdia.
Fotos Ítalo Stephan, 2020
RECIFE VISTA DE LONGE
Recife antigo e suas pontes.
Recife: Brasília Teimosa e Pina/Boa Viagem.
Centro e as torres gêmeas. Bom urbanismo?
Boa Viagem: massa de altos edifícios e arrecifes.
Recife: 1.555.000 habitantes / IDH 0,772 / Esgotamento sanitário adequado: 60,5%
Região metropolitana: 3.900.000 habitantes
IDH 0,734 (min. 0,592 - Araçoiaba / 0,732 - Paulista - máx.)
Araçoiaba - esgotamento adequado: 9,3%
Paulista - esgotamento adequado: 60,8%
15 municípios: Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Igarassu, Abreu e Lima, Camaragibe, Cabo de Santo Agostinho, Goiana, São Lourenço da Mata, Araçoiaba, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Moreno, Itapissuma e Recife.
10 fevereiro 2020
Recife-Pernambuco
Recife antigo das cores.
Recife antigo: Rua Bom Jesus, antiga Rua dos Judeus.
Recife antigo: Marco Zero
Recife antigo: Cais do Sertão com seus cobogós - ponto de encontro da cultura e do Carnaval.
Fotos Ítalo Stephan, fevereiro de 2020
RIQUEZA CULTURAL
05 fevereiro 2020
LINDO LUGAR
Vista do lago.
Vista parcial do lago e dos caminhos.
Logo na chegada, com o prédio da Administração.
Logo na chegada.
Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora, o lugar mais bonito da cidade.
Disparado!
Mata do Krambeck. Antigo Sítio Malícia.
Remanescente de Mata Atlântica, com mais de 400 espécies de flora da Mata Atlântica
Cercado de uma linda mata com lagos e pomares de jaboticabeiras, cambucazeiros e jalões.
Passeio imperdível.
Fotos Ítalo Stephan, 05/02/2020.
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