29 dezembro 2021

PATRIMÔNIO EM RISCO: Casarão do Registro do Paraibuna

 



Casarão do Registro do Paraibuna em ruínas.  Fotos Ítalo Stephan, dezembro 2021.

Situado no Caminho Novo da Estrada Real, na margem mineira do rio Paraibuna. Não há data precisa de sua construção.

Segundo o IEPHA-MG:

O Casarão do Registro do Paraibuna é um dos exemplares históricos que representam o processo das cobranças de tributos pela Coroa e situavam-se em lugares estratégicos de passagem, no caso do Paraibuna, situava-se na via de ligação entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais, o chamado Caminho Novo

Ver mais em:

http://www.iepha.mg.gov.br/index.php/programas-e-acoes/patrimonio-cultural-protegido/bens-tombados/details/1/63/bens-tombados-casar%C3%A3o-do-registro-do-paraibuna


28 dezembro 2021

OLHE PARA CIMA

Filme espetacular lançado agora em 2021, disponível na Netflix. 
Um retrato perfeito da ignorância, do negacionismo, da arrogância e da ganância humanas. 
Inevitável trazer a comparação para as terras tupiniquins. 

"Temos a representante política vivida majestosamente por Streep (em uma ironia simbólica à figura retrógrada e nepotista do ex-presidente Donald Trump); o sensacionalismo midiático traduzido pela presença dos apresentadores Brie Evantee (Cate Blanchett) e Jack Bremmer (Tyler Perry); a ultra-exaltação da vida privada de personalidades, como o relacionamento entre Riley Bina (Ariana Grande) e DJ Chello (Kid Cudi); e muitos outros. 
A principal crítica vem com a sarcástica análise do capitalismo predatório e da falsa sensação de que o povo é respaldado por aqueles que elegem como governantes."
(Thiago Nolla)

Veja em: https://cinepop.com.br/critica-nao-olhe-para-cima-e-uma-satira-sci-fi-extremamente-bizarra-e-divertida-326211/
 

26 dezembro 2021

NATAL DE 2022


Artigo publicado no jornal Folha da Mata, Viçosa, em 23/12/2021. 

Estamos muito próximos do Natal do ano 2021. O que desejo é que entre este Natal e o de 2022, Viçosa ganhe em desenvolvimento urbano o que merece, pelo menos um pouco. Para estes dois últimos anos de pandemia não há muito comemorar. Planejamento, obras e infraestrutura precisam de mais de um Natal, portanto não há mais tempo hábil para pedir algo de bom para o Papai Noel para este ano. 

Que em um desejável 2022, ano pós-pandemia, seja possível conviver com um novo normal. Viçosa se saiu relativamente bem, com medidas que resultou em bem menos óbitos, bem menos dores (isso não é um consolo), se comparado com as cidades vizinhas. Quem voltemos a ter as ruas lotadas de estudantes vacinados, com máscaras, se necessário, e que a economia recupere parte dos prejuízos de longas ausências.

Que, neste período, a Área de Proteção Ambiental da Bacia do Ribeirão São Bartolomeu seja finalmente criada, para haja os instrumentos para preservar a bacia, sua consequente capacidade de produzir água para o abastecimento de Viçosa.  Com essa definição teremos os critérios para a ocupação antrópica na região ambientalmente mais importante do município. Que a obra do Parque do Cristo continue para termos uma área sustentável e uma alternativa de lazer. 

Que neste período seja rediscutido com a população, aprovado e colocado em prática o Plano Diretor (uma luta desde 2005) e que sejam concluídas as necessárias revisões das leis de parcelamento, zoneamento e de uso e ocupação do solo. Que sejam feitos pelo Poder Executivo muitos projetos importantes e que estes consigam os recursos e que estes sejam aplicados corretamente.  Viçosa já tem seu plano de Mobilidade Urbana e é preciso que os projetos, programas e ações nele presentes comecem a sair do papel.

Que neste novo ano a cidade chegue à região das Coelhas, onde estão localizados os conjuntos habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida. A região continuará a crescer e é imprescindível que receba escolas, creches, comércio, segurança, arborização, posto de saúde, drenagem, áreas de lazer e de espaços e eventos culturais, transporte coletivo abundante, pontual, seguro e de qualidade. Que a área seja integrada de forma digna à malha urbana.

Que sejam ampliadas as oportunidades de participação da população na definição do Orçamento Participativo e na discussão de propostas de projetos bons para a cidade. Que os conselhos municipais tenham condições adequadas de funcionamento e que cheguem a decisões justas e benéficas e que estas sejam aplicadas. Que sejam impedidas as construções ambientalmente insustentáveis e desrespeitosas à legislação urbanística.

Será que a lista é por demais exigente?  Que Papai Noel, Deus, ou os deuses (segundo a crença de cada um) nos ouçam e nos atendam.  Da lista aqui apresentada, tudo é possível ser feito, ou iniciado em apenas um ano. Que tenhamos um auspicioso e melhor ano em 2022 e que ao fim dele tenhamos um verdadeiro Feliz Natal. Mas antes do Natal de 2022, ainda dá para pedir que Papai Noel nos dê um presidente ou uma presidenta que deixe um legado de um país melhor, menos injusto, menos negacionista e menos triste.   


19 dezembro 2021

PROBLEMA ANTIGO


Área sujeita a problemas de drenagem  com enchentes, inundação de garagens e afundamento de pavimentação. Em  Viçosa, um problema de décadas de descaso. Consequências de ter sido permitida a construção de um posto de gasolina por sobre um córrego canalizado e ter sido autorizada a reconstrução recente de um ponto comercial por sobre o leito. Há uns três ou quatro anos, estudos condenaram a qualidade do subsolo. O máximo a ser construído no local seria uma praça.


 

GENTILEZA URBANA

Ponto com bebedouro e calibrador de pneus de bicicleta no Campus da UFV.

 

11 dezembro 2021

REDÍDUOS DO PATRIMÔNIO

 

Imagem de um casarão "preservado"  no Paulista North Way Shopping, na cidade de Paulista, Pernambuco.

Podemos chamar isso de preservação do patrimônio arquitetônico?

Fonte:  https://www.paulista.pe.gov.br/site/noticias/detalhes/2895

10 dezembro 2021

UM GIGANTE SER HUMANO

 

Uma pessoa, que, desde que conheci, lá em São Luiz do Maranhão, tornou-se minha referência de caráter e de espírito de luta pelo bem comum. Imortal Luiz Phelipe Andrés. Competente engenheiro cuidador da cidade de São Luiz e dos estaleiros do Maranhão.

Obrigado, Luiz Phellipe Andrés, os que aqui ficam e resistem ao mesmo processo, choram por ti.Vá em paz meu amigo! Que suas cinzas protejam as águas maranhenses.

https://diegoemir.com/2021/12/gastao-vieira-destaca-legado-deixado-por-luiz-phelipe-andres/

https://jornalpequeno.com.br/2021/12/05/morre-em-sao-luis-aos-72-anos-luiz-phelipe-andres/?fbclid=IwAR2ID36rgOLgWkVpnkDZHGuS4bKYbhtHlpgTWKk_FeqGQ3D_2gd2-5PmcOY



05 dezembro 2021

O NOSSO PARQUE


O NOSSO PARQUE

Artigo publicado no jornal Folha da Mata, Viçosa-MG,  em 02/12/2021.

Artigo meu,  de nº 400.

Na nossa Constituição de 1988, está escrito no artigo 225: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. ” Esse direito está assegurado à população de Viçosa. Um exemplo é o que está acontecendo com o Parque Municipal do Cristo Redentor

O jornal Folha da Mata trouxe, em novembro, uma ótima e auspiciosa matéria sobre o início da implementação do Plano de Manejo do Parque, que emoldura a área do Colégio Viçosa e do bairro Bom Jesus. As obras foram iniciadas e estão sendo realizadas de forma correta pelo Instituto Socioambiental de Viçosa – Isaviçosa, uma organização sem fins lucrativos.  Os recursos, muito significativos, na ordem de R$2.000.000,00 vêm de multas incididas por ações do Ministério Público de Minas Gerais, sobre agressões ao meio ambiente em Viçosa. 

O Parque do Cristo é uma Unidade de Conservação Unidade de Conservação (UC), que é a denominação dada pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC, Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000) às áreas naturais passíveis de proteção por suas características especiais. As UCs têm a função de salvaguardar a representatividade de porções significativas e ecologicamente viáveis das diferentes populações, habitats e ecossistemas, de modo a preservar o patrimônio biológico existente

O Parque começou a receber as intervenções de prevenção contra incêndios, bem como ações de recuperação ambiental em uma grande área muito deteriorada. Foram iniciadas obras como a plantação de espécimes vegetais para a proteção e melhoria do solo degradado, a instalação de caixas de contenção de sedimentos e terraços em nível. Caixa de contenção é um reservatório temporário para armazenamento da água da chuva. Este reservatório possui um dispositivo que diminui a contribuição de água pluvial para a drenagem urbana. Os terraços em nível são úteis em reter e para infiltrar a água das enxurradas ou para escoá-la lentamente para áreas adjacentes, o que segura boa parte da água no terreno. 

Aqui vale o ditado: aqui se faz, aqui se paga.

Os recursos para tais obras foram garantidos por ações do Ministério Público que, ao firmar parcerias com instituições sérias e competentes, segura o dinheiro das multas em Viçosa, uma vez que, se incorporada aos cofres do Estado de Minas, dificilmente voltaria para cá. Foi, sem dúvida, uma ação louvável. Trará muitos benefícios para Viçosa, no aspecto da recuperação ambiental de uma grande área verde, encravada entre a cidade e o Campus da UFV. A população será beneficiada ao ter acesso ao lazer, um direito seu, e com isso ampliar o respeito e cuidado com o meio ambiente e consequentemente ampliar a educação ambiental e a sua autoestima. Todo esse processo está acompanhado com a participação da população. 

A área, uma vez recuperada e mantida, trará um acréscimo de qualidade de vida, trará o verde para a uma área importante, e com ele, a volta da biodiversidade. Melhorará a segurança para a população que mora em suas encostas e trará opções de recreação, tão escassas.  Parabéns aos agentes envolvidos nos trabalhos de implantação do Parque do Cristo e à solução dada à questão das multas advindas dos danos causados à Viçosa. Aqui vale o ditado: aqui se faz, aqui se paga.   

Foto: https://www.vicosa.mg.gov.br/detalhe-da-materia/info/prefeitura-avanca-na-elaboracao-do-plano-de-manejo-do-parque-do-cristo/82365

26 novembro 2021

A FACA E O QUEIJO


Artigo publicado no jornal Folha da Mata, Viçosa-MG, em 18/11/2021

 Viçosa, apesar de apresentar alguns problemas em relação ao seu desenvolvimento urbano e humano, tem muito potencial pelos seus atributos geográficos (porte demográfico favorável, localização estratégica na Zona da Mata Norte), educacionais (UFV, Univiçosa, Coluni) e pelas suas especificidades (alto índice de desenvolvimento humano, cidade universitária de importância nacional, cidade polo microrregional, várias conexões rodoviárias). 

Viçosa, segundo o IBGE, tem alguns indicadores positivos, como o Índice de Desenvolvimento Humano - IDH - igual a 0,775, que a coloca em 11º lugar em Minas Gerais (para comparar: 0,778 de Juiz de Fora; 0,810 de Belo Horizonte; 0,724 de Ubá).  No entanto, temos um grande contraste social dentre os mais ricos e os mais pobres. Viçosa apresenta uma taxa de escolaridade que a coloca na posição de número 97 dentre os 853 municípios mineiros. Isso não é bom para uma cidade educadora. O Produto Interno Bruto deixa Viçosa na posição 224, sinal que é preciso melhora a economia.  A taxa de mortalidade deixa Viçosa na posição 358, sinal de que há muito a ser feito na área. Essas posições precisam e podem melhorar. 

O campus da UFV realça o enorme contraste de paisagem, de renda e de infraestrutura, principalmente com os bairros mais afastados e populosos.  Essas regiões são carentes de espaços para cultura, de postos de empregos. O bairro Santo Antônio, por exemplo, o mais populoso de Viçosa, não tem sequer uma praça. Vau-açu e Gruta dos Camilos, crescem sem praças, sem espaços públicos destinados à cultura, esportes e lazer. A mobilidade urbana é difícil para grande parte da população, e é um desafio, ainda mis em tempos de custos altíssimos dos combustíveis. A qualidade das habitações de parcela significativa da população ainda se mostra precária. 

Viçosa sedia uma Universidade que sempre figura em posição de destaque nacional (entre as 10-12 melhores em ensino, entre as 14-15 em pesquisa) e latino-americanos (entre as 20, segundo a Times Higher). No entanto, o que a destaca mais ainda é que está entre as 4 em inovação. Aí está um potencial que ainda não reflete no desenvolvimento do município. Empresários reclamam que as empresas não se instalam aqui. É preciso que  Poder Executivo, os gestores do município e da UFV ampliem os caminhos conhecidos. Temos um Parque Tecnológico que, a meu ver, ainda não decolou, temos incubadoras que originam negócios que se instalam fora dos nossos limites e temos uma classe empresarial forte. 

Viçosa necessita diversificar sua economia, com esforços para fixar e desenvolver empresas de médio porte e de pequenas empresas localizadas nos bairros. Temos políticos influentes que demostram grande estima por Viçosa. Temos muita gente qualificada, um empresariado interessado, instituições de ponta e organizações capazes. Temos a faca e o queijo na mão para colocar os indicadores socioeconômicos em posições muito melhores. É necessário criar condições para segurar e desenvolver, ao menos uma fração do conhecimento aqui gerado. O que falta? Precisamos buscar uma visão pactuada, tendo como fim o desenvolvimento sustentável para o município. Para isso deve-se olhar para frente, ampliar o diálogo entre a UFV, o Poder Executivo e o empresariado, para desenvolver formas de avançar, de aperfeiçoar políticas públicas de saúde, de mobilidade urbana e de habitação de interesse social. É essencial diminuir as distâncias sociais, melhorar a qualidade das moradias, levar cultura e oportunidades às camadas menos favorecidas.  O que estamos esperando? 


CHAMADA DE TRABALHOS

 

O SinBrasil – Simpósio Nacional de Inovação e Desenvolvimento Regional reúne diversas instituições de ensino superior do Brasil para discutir, impulsionar e fortalecer as soluções inovadoras pautadas no conhecimento científico, na tecnologia e no contexto das desigualdades regionais.

Organizado por docentes e pesquisadores a partir de uma perspectiva centrada na realidade brasileira, o evento será realizado de 2 a 4 de dezembro de 2021 em versão 100% digital e contará com palestras e debates proferidos por especialistas renomados. 


https://www.sinbrasil.com.br/

https://erminiamaricato.net/2021/11/26/sinbrasil-2021-simposio-nacional-de-inovacao-e-desenvolvimento-regional/

09 novembro 2021

CIDADES INTELIGENTES?

 

Pariferia de Viçosa-MG, um loteamento fechado de cada lado. Foto outubro 2021.

Artigo publicado no jornal Folha da Mata em 4/11/2021.

Nos últimos vinte anos, o termo Cidade Inteligente (Smart City) tem aparecido muito em estudos e em projetos. No início, o setor de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) começou a perceber as cidades como um grande mercado a ser explorado. Foi quando surgiu a oferta de soluções para melhorar a prestação de serviços urbanos. O termo foi se popularizando; passou a ser usado com diferentes sentidos em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.  Ao termo Cidades Inteligentes adicionaram “Humanas”, “Sustentáveis”, “Inclusivas” e assim por diante. Essa escolha de adjetivos indica uma disputa nos bastidores. Algumas vezes, a denominação “Cidades Inteligentes” subordina-se à uma agenda mais ampla do desenvolvimento urbano, dando menos espaço às tecnologias de informação e de comunicação; outras vezes, ocorre o contrário. 

Mas o que é uma Cidade Inteligente? Será que uma cidade pode ser inteligente? 

Segundo a Fundação Getúlio Vargas, o conceito “se consolidou como assunto fundamental na discussão global sobre o desenvolvimento sustentável e movimenta um mercado global de soluções tecnológicas”. Para Ágatha Depiné, do Grupo Via Estação Conhecimento, da UFSC, a Cidade Inteligente aborda conceitos mais amplos; é “um ecossistema urbano inovador caracterizado pelo uso generalizado de tecnologia na gestão de seus recursos e de sua infraestrutura”. Para o grupo, a cidade inteligente é “ um modelo urbano baseado na utilização de tecnologias da informação e comunicação, as TICs, para melhores resultados nas dimensões: economia, pessoas, governança, mobilidade, meio ambiente e qualidade de vida. ”

O Ministério do Desenvolvimento Regional vem coordenando estudos para criar uma Carta Brasileira para Cidades Inteligentes, tendo como princípio o “uso responsável e inovador da transformação digital para um desenvolvimento urbano sustentável e inclusivo”.  Para o Ministério, as Cidades Inteligentes são aquelas “comprometidas com o desenvolvimento urbano e a transformação digital sustentáveis, em seus aspectos econômico, ambiental e sociocultural”. Para isso devem ser tratadas de forma planejada, inovadora, inclusiva e em rede. Busca também promover o letramento digital, a governança e a gestão colaborativas”. As tecnologias devem ser usadas para “solucionar problemas concretos, de forma a criar oportunidades, oferecer serviços com eficiência, reduzir desigualdades, aumentar a resiliência e melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas, garantindo o uso seguro e responsável de dados e das tecnologias da informação e comunicação”.

Tudo isso é muito bonito, interessante, cativador e desejável. Mas, quão distante nossas cidades estão desses tantos aspectos?  Este texto não ousa abranger todo o tema. Para início de conversa, não vejo como uma cidade pode ser chamada de inteligente se não começar a tratar disso na base, na garantia de educação de qualidade para todos, que inclua além do uso da tecnologia atualizada, a capacitação para a cidadania, ensino de filosofia e educação para ética. Não é possível chamar nenhuma cidade de inteligente, se os seus gestores não desenvolvem eficazes políticas públicas, não elaborem   projetos de curto, médio e longo prazos; para otimizar os custos gastando bem e para reduzir os abismos físicos, econômicos e sociais. Sob pena de virar apenas mais um modismo passageiro, superficial, essa tal da cidade inteligente tem de ser formada por cidadãos e por gestores inteligentes com o interesse público prioritário e democrático.


08 novembro 2021

I Encontro Internacional de Territórios Criativos para o Desenvolvimento Sustentável


I Encontro Internacional de Territórios Criativos para o Desenvolvimento Sustentável

https://via.ufsc.br/encontro-internacional-de-territorios-criativos-para-o-desenvolvimento-sustentavel/