04 fevereiro 2020

GOIANÁ-MG

Praça principal

Outro ângulo da praça principal

Goianá: 3.966 habitantes (IBGE Estimativa para 2019), 153 km quadrados.
IDH: 0,716.
Munic IBGE informa existência de Plano Diretor, não encontrado na WWW.
Município desmembrado de Rio Novo, em 1997.
Sedia o  Aeroporto Regional da Zona da Mata.

CIÊNCIA MÓVEL


Foi dada a largada para a agenda 2020 do museu itinerante da Fiocruz.
Envie um e-mail para cienciamovel@fiocruz.br para saber como levar o caminhão da ciência para a sua cidade!
Para mais informações acesse bit.ly/cienciamovel2020



02 fevereiro 2020

CHUVAS, RIOS E CIDADES



Este é um texto publicado em 2012 no jornal Tribuna Livre (Viçosa-MG), requentado agora, mas continua e continuará atual.

É um dos textos publicados no meu livro "Fábulas urbanas e outras lições sobre as cidades", de 2019.

Foi publicado no jornal Folha da Mata em 30/1/2020.

Há quem diga que o mais importante não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, e sim o que comemos entre o Ano Novo e o Natal. Se fizermos uma comparação, o que se faz nos períodos chuvosos não é o mais importante e sim o que é feito - ou que deveria ser feito - entre os períodos chuvosos, durante muitos anos e com muitas obras e fiscalização efetiva. Ou seja, sem planejamento sério e sem mudança de paradigmas, fica difícil enfrentar tantos problemas e tanto sofrimento.

É claro que São Pedro anda pegando pesado (novamente) na Zona da Mata mineira, assim como o fez anteriormente na Serra de Petrópolis; em São Luiz do Paraitinga (SP); em Santa Catarina, assim como vai continuar em outros locais. Mas a maior parte do que vemos é consequência de ocupação indevida feita, há décadas, e permitida nas margens dos rios nas cidades. Se o Código Florestal de 1965 fosse obedecido, as faixas marginais deveriam ser de no mínimo 100 metros para rios com mais de 50 metros de largura (como deveria ter sido feito em Guaraciaba, Ponte Nova e Cataguases). Nos rios menores, 50 metros de faixa de preservação (como em Piranga,  Senador Firmino ou Ubá) bastariam para evitar muitos problemas. Quanta coisa se deixou construir dentro dessas faixas! O que os rios fazem é reclamar seus leitos. O custo disto é muito alto e muito triste. Todo ano é a mesma coisa. As ocupações das encostas íngremes e cortes de terra produzindo barrancos instáveis são outros fatores graves, mas absolutamente corriqueiros nas cidades da Zona da Mata. É mais desobediência às leis federais como a Lei 6.766 de 1979 (Parcelamento do Solo Urbano) e às muitas leis municipais de controle do uso e ocupação do solo urbano. Ë o preparo contínuo para mais desastres, como o que ocorreu em Ouro Preto ou Friburgo.

Não podemos deixar de elogiar o trabalho da Defesa Civil, que alerta, notifica, sugere medidas, mas seu papel esbarra no não cumprimento por parte dos proprietários e, às vezes, da própria administração municipal. Parece que há muito dinheiro federal para isso, mas este não chega por causa da falta de projetos bem feitos, por questões políticas e por aproveitadores criminosos.
Medidas paliativas são apenas medidas paliativas. Promessas de obras feitas nesta época são meras palavras vazias. Ë só ver os valores prometidos e comparar com o que efetivamente chegou para ajudar na serra de Petrópolis. É preciso reverter a lógica absurda em que se “gasta” quase dez vezes mais no conserto de estragos que na sua prevenção. Deve-se achar e punir os bandidos que enriquecem em cima de enormes dramas. É preciso dragar rios, fazer obras de engenharia; fazer cumprir a legislação ambiental; educar a população e treinar os moradores para estes saberem como agir em casos de riscos.  Daqui para frente, dever-se-ia construir o que a técnica, a lei e o bom senso pedem há décadas. As nossas cidades são insustentáveis nesses quesitos básicos. Se quisermos mudar o destino de muitas novas calamidades, temos de mudar nossa maneira de continuar erguendo as cidades.


01 fevereiro 2020

ANTES DO SHOPPING CHEQUER

Viçosa-MG.
Av. Mal. Castelo Branco, década de 1970. 
Inesquecível painel pintado na parede do Cine Brasil.

 Foto em  tomada aproximada, 2019.

31 janeiro 2020

MEIO AMBIENTE

Chuvas, rios e cidades. Ilustração Ítalo Stephan, publicado no livro "Fábulas urbanas e outras lições sobre as cidades", de 2019.

30 janeiro 2020

IDEIAS NÃO FALTAM

Pode ser algo mais ou menos assim... como sugere o Plano de Mobilidade Urbana.

Como está atualmente - áreas degradadas, construções improvisadas, ocupação em APP.


28 janeiro 2020

ARRAIAL DO CABO-RJ

Praia Grande, Arraial do Cabo-RJ

Praia Grande, lindo lugar. 
Paisagismo da orla bem resolvido. 
Praia moderadamente limpa; preços extorsivos nas barracas.


Cantinho da Praia Grande. Instalações abandonadas da Álcalis. Depósitos e local de guarda de barcos de pescadores. Águas calmas.


27 janeiro 2020

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PUPA

Laboratório de Pesquisas em Urbanidades e Patrimônio
Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo
Departamento de Arquitetura e Urbanismo - DAU
Universidade Federal de Viçosa

O que é
O PUPA foi criado a partir da soma de experiências de professores atuantes nos cursos de graduação e pós-graduação em geografia e arquitetura e urbanismo. Acumula atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas ao longo de 26 anos.
Quanto ao ensino, são 26 anos de curso de graduação, 8 turmas de especialização lato sensu em Planejamento Municipal (entre 1994 e 2001), mestrado (a partir de 2011) e doutorado (a partir de 2019) em Planejamento Urbano e Regional.
Quanto à pesquisa, traz a bagagem de pesquisas envolvendo todos os portes de cidades, com alcance fora do estado, sobre planejamento e gestão urbanos, da produção do espaço urbano, patrimônio cultural e meio ambiente.
Quanto à Extensão, apresenta a experiência de elaboração de planos diretores e planos de mobilidade urbana em 14 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Objetivos
Pretende-se criar e ampliar uma rede de pesquisas sobre pequenas e médias cidades, que envolva várias instituições de ensino; órgãos públicos municipais estaduais e federais; consórcios municipais; associações de municípios; organizações não governamentais.
Pretende-se pesquisar novas formas de lidar com as questões ligadas à política urbana, divulgar experiências e contribuir na formação de pesquisadores.

Quem faz parte
Carolina Margarido Moreira (Departamento de Arquitetura e Urbanismo)
Ítalo I. C. Stephan (Departamento de Arquitetura e Urbanismo)
Leonardo Civale (Departamento de Geografia)
Luciana Bosco e Silva (Departamento de Arquitetura e Urbanismo)
Luiz Fernando Reis (Departamento de Arquitetura e Urbanismo)
Maria Isabel de Jesus Chrysostomo (Departamento de Geografia)
Teresa C. de Almeida Faria (Departamento de Arquitetura e Urbanismo)
Tiago Cunha (Departamento de Arquitetura e Urbanismo)
Além dos pesquisadores, fazem parte do PUPA estudantes de graduação com iniciação científica, estudantes de mestrado, estudantes de doutorado e pós-doutorandos.

Contatos
italostephan@gmail.com
luciana.bosco@gmail.com
tcfaria.au@gmail.com

INUNDAÇÕES E DESABAMENTOS : COMO O PLANEJAMENTO URBANO PODE INFLUENCIAR

Manhuaçu-MG - chuvas de janeiro de 2020.

Excelente texto sobre o processo de expansão urbana de Manhuaçu:

CRESCIMENTO URBANO X ÁREA NÃO EDIFICANTES: UMA ANÁLISE DAS
OCUPAÇÕES IRREGULARES DA CIDADE DE MANHUAÇU.

Matheus Pinheiro de Almeida e Fernanda Cota Trindade

Texto:
http://pensaracademico.facig.edu.br/index.php/semiariocientifico/article/view/456

Foto:
https://cartadenoticias.com.br/?p=35423


23 janeiro 2020

REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CABO FRIO-RJ



Esta é a última semana para entidades civis de Cabo Frio enviarem sugestões que poderão ser incluídas no documento de Revisão do Plano Diretor. As propostas, que devem ser apresentadas com base no conteúdo da 2ª Audiência Pública, serão recebidas pela Prefeitura até esta sexta-feira, 24.

De acordo com a Prefeitura, as contribuições podem ser realizadas de quatro formas: por meio de questionário físico, que deverá ser entregue na sede da Prefeitura; pelo e-mail planodiretor@cabofrio.rj.gov.br; pelo questionário digital no site (https://bit.ly/2ZIP3Yg); ou vídeo selfie pelo WhatsApp (22) 9.8161-2964.

Propostas para o Plano Diretor de Cabo Frio podem ser envidas até sexta-feira, 24/01

Acessse:

QUESTIONÁRIO: “A CIDADE QUE TEMOS, A CIDADE QUE QUEREMOS”
https://cabofrio.rj.gov.br/plano-diretor/

https://docs.google.com/forms/u/0/d/e/1FAIpQLScLyLahnqXjk1LCGnbW_aeRnxvgqse_Yg6mtjinl2factwCmg/formResponse

12 janeiro 2020

POR FAVOR, ME EXPLIQUEM

Viçosa-MG, sábado de manhã. Sacos de lixo e lixo solto, inclusive garrafas de vidro, no meio da rua, ao lado da cesta metálica fixa. 

Ocorre em várias ruas do centro da cidade.
Por quê isso? Para mim, isso é total falta de educação. E se chover?
Me expliquem, por favor!

Foto Ítalo Stephan, 11/01/2020.

07 janeiro 2020

LAGOAS UFV

Primeira lagoa, próxima às Quatro Pilastras, sifão recebendo grande quantidade de água barrenta, resultado de chuvas volumosas em Viçosa-MG.

Segunda lagoa, próxima à Reitoria, sifão recebendo grande quantidade de água.

Quarta lagoa, próxima ao Supermercado Escola,  local de captação de água para as duas ETAs. Canal lateral para "sangria", há vários dias, com grande volume de água. Não é cena comum.

É um período de muita chuva.
Toda essa água que passa pelos cinco lagos do Campus escorre por partes canalizadas do ribeirão São Bartolomeu.
Fotos Ítalo Stephan, 05/01/2020.